30 de nov de 2012

Descendentes de Assaf Issa


A Descendência de Assaf Issa.


Genealogia das famílias, Issa, Hisse, Hissi, Assaf, Lattuf, David, Deud e Camilo Jorge, oriundas da localidade de Kfar Aamay, Província do Monte Líbano, República do Líbano, que emigraram para o Brasil, fixando-se na Zona da Mata do Estado de Minas Gerais, onde se entrelaçaram com outras tradicionais famílias.




O Líbano.

No Século XXX antes de Cristo os Hititas – um poderoso império da Antiguidade se estabeleceu na Ásia Menor e fundou a Civilização Fenícia. E o atual território libanês, berço de milhares de famílias que vieram para o Brasil, era a terra dos fenícios desde o ano de 2700 antes de Cristo e que perdurou por cerca de dois milênios. Foi invadido por diversos povos, tais como os egípcios e os persas. Em 332 antes de Cristo foi conquistado por Alexandre Magno, da Macedônia; ficando, portanto sob o domínio grego até o ano de 63 antes de Cristo quando se tornou uma província romana. No século IV, vindo de Antioquia – que hoje se chama Antaquia, cidade histórica pertencente à Turquia – se instalou nas montanhas do Líbano um asceta seguidor de Jesus Cristo chamado Marun, cujos ensinamentos atraíram muitos seguidores, dando origem à Religião Cristã Maronita, que tem como idioma litúrgico o aramaico – a língua falada pelo próprio Jesus Cristo. No ano de 395 passa a fazer parte do Império Romano do Oriente, que ficou conhecido como Império Bizantino. Cerca do ano 410 morre São Marun. Entre os anos de 636 e 705 os árabes muçulmanos dominaram a região. Pouco antes do ano de 1100 os Cruzados com o apoio da população maronita dominaram a região e permaneceram ocupando-a até o ano de 1291, quando foram expulsos pelos muçulmanos. Em 1516, sob o comando de Selim I, o Império Otomano Turco incorporou o Líbano e o transformou num Emirado.
Ao ser comandado pelo grão-emir Fakhr Ad-Din II, houve algum progresso, principalmente a igualdade entre os cristãos maronitas e os drusos – uma seita religiosa secreta do Líbano e da Síria, fundada por Ismail al-Darazi, no século XI, cuja crença é basicamente muçulmana – todavia, como esta decisão aborreceu o poder otomano, ele foi preso e executado. Desde então cresceu o conflito entre os drusos e os cristãos maronitas. Em 1858, muitos camponeses cristãos maronitas foram massacrados pelos drusos numa rebelião contra o sistema feudal.
Além das perseguições religiosas, o povo libanês vivia muito oprimido pelos turcos, devido à cobrança de altos impostos para sustento e manutenção de seus exércitos na região. O território era pequeno e já se fazia sentir os problemas com a crescente população. A situação da região foi piorando gradativamente a ponto de se transformar numa crise crônica, insustentável e desesperadora para todos os cristãos.
Motivos esses que levaram desde 1858, milhares de famílias libanesas e também sírias a deixarem suas terras e emigrarem principalmente para as Américas.
O Líbano ficou livre do domínio turco no dia 30-10-1918, quarta-feira – data que marcou a rendição do Império Otomano na Primeira Guerra Mundial; passando então para o controle da França que lhe deu a independência em 22-11-1943, segunda-feira. Independência que foi reconhecida pelo Governo Brasileiro num sábado, dia 18-11-1944.
O Líbano possui uma área territorial de 10.452 km² e sua população é de 3.971.941 habitantes. Possui 851 cidades e sua capital é Beirute. A moeda do país é a libra libanesa. O país é composto por seis províncias, que são:
1) Beirute, capital Beirute;
2) Monte Líbano, capital Baabda;
3) Líbano Setentrional, capital Trípoli;
4) Bekaa, capital Zahlé;
5) Nabatieh, capital Nabatieh;
6) Líbano Meridional, capital Sídon.









A Emigração.

Em 1858, o objetivo então dos cristãos era a emigração para países que lhes permitissem melhores perspectivas de vida. Escolhiam como destino, principalmente, as Américas do Norte, Central e do Sul, a Austrália ou alguns países da África. Entre os países: em primeiro lugar ficaram os Estados Unidos da América e em segundo o Brasil.
Era um verdadeiro êxodo sair da pátria oprimida para a liberdade de novos mundos, levando consigo os conhecimentos e dons milenares herdados a cada geração desde a época dos fenícios.
Depois de chegarem à Itália por embarcações locais, eles partiam dali na maioria das vezes em navios de bandeira italiana. A viagem mesmo quando feita em classe inferior era cara. A maioria deles partia levando uma caderneta de anotações, suas economias, uma ou duas malas contendo roupas e objetos de uso pessoal, algumas libras esterlinas e às vezes também algumas jóias de ouro, que poderiam ser vendidas em caso de necessidade.
Nessas novas terras, todos esses imigrantes começavam suas atividades comerciais comprando mercadorias por consignação de grandes atacadistas sírios e libaneses que já haviam se estabelecido nas principais cidades.


















De Kfar Aamay para o Brasil.

Desde o ano de 1888, munidos de passaportes turcos, começaram a vir para o Brasil pessoas naturais de Kfar Aamay, localidade que na época pertencia à cidade de Chouf; e que hoje com o Líbano independente e as mudanças ocorridas pelo desenvolvimento da região, passou a pertencer ao Município de Aley, na Província do Monte Líbano.
Situada em região serrana, onde sempre tem muita água e um clima saudável; a não ser suas terras que são enfraquecidas devido ao cultivo ininterrupto por dezenas de séculos a fio. Para se plantar é necessário utilizar-se das terras que se encontram numa camada a cinquenta centímetros de profundidade ou corrigir o solo com variados adubos e fertilizantes como vêm fazendo. Toda a produção de frutas e verduras é vendida em Beirute, assim como os seus produtos manufaturados.
As famílias de Kfar Aamay são todas aparentadas umas das outras. Ali a maioria das famílias ainda combina e arranja o casamento entre seus filhos, obedecendo-se sempre a um rígido controle de consanguinidade.
A sua grande maioria é seguidora da religião Cristã Maronita – a principal religião cristã oriental e que é vinculada à Santa Sé. Vínculo este que vem desde a época das Cruzadas. A religião permite o casamento de seus padres, pois, antes da ordenação a direção do colégio pergunta ao ordenando se ele deseja se casar ou se manter em celibato, dando-lhe um prazo para a decisão. Se ele optar por se casar, então ele se casará e continuará a ser sempre padre e receberá uma paróquia para administrar; se a opção for por se manter em celibato, então ele poderá futuramente galgar cargos mais elevados na hierarquia da Igreja.
No caso dos libaneses de Kfar Aamay, que vieram para o Brasil, os principais fornecedores de mercadorias por consignação eram os patrícios estabelecidos nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.
E a maioria trabalhava informalmente como mascate, revendendo produtos de uso pessoal. Em seu trabalho, usavam muito da mímica para mostrar o preço das mercadorias durante as negociações. Paulatinamente eles iam obtendo progresso no aprendizado e se acostumando com o idioma português, que era muito difícil para eles; contudo eles iam gradativamente tornando-se conhecidos, conquistando amigos e se integrando à sociedade.
Todavia quase todos eles pouco tempo depois acabavam por abrir algum estabelecimento comercial, como por exemplo: um bar repleto de bebidas e guloseimas; uma loja de tecidos, calçados, armarinhos, louças e miudezas; ou um armazém de secos e molhados. E a firma formalizada em conformidade com as leis vigentes.
Era um povo trabalhador, inteligente, pacífico e corajoso, que trazia da sua origem cristã e cultural, uma prática de vida familiar cheia de amor e honradez.
De Kfar Aamay, localidade foco deste trabalho genealógico, nada menos do que cinquenta de suas famílias vieram para o Brasil. A maioria era composta por agricultores e pequenos negociantes. Inicialmente, muitos deles vieram sem a família. E a maioria fixou-se primeiramente na Zona da Mata do Estado de Minas Gerais e também na região norte do Estado do Rio de Janeiro.
Podemos destacar um bom número deles no Município e Comarca de Além Paraíba (MG) que naquela época englobava muitas localidades e que eram as seguintes: 1) Distrito de Santana do Pirapetinga – hoje Município e Comarca de Pirapetinga; 2) Caiapó - povoado e hoje Distrito pertence ao Município de Pirapetinga; 3) Distrito de São Sebastião da Estrela – que se transformou em Município com o nome de Estrela Dalva e que atualmente pertence à Comarca de Pirapetinga; 4) Distrito de Espírito Santo de Água Limpa – que teve o seu nome mudado para Água Viva e que hoje pertence ao Município de Estrela Dalva; 5) Distrito de Volta Grande – hoje Município de Volta Grande, Comarca de Além Paraíba; 6) Distrito de São Luiz – que teve o seu nome mudado para Trimonte e que hoje é pertencente ao Município de Volta Grande; 7) o povoado de Antônio Carlos, que teve o seu nome mudado para Fernando Lobo, e que é hoje uma vila desenvolvida e pertencente ao Município de Além Paraíba; 8) Distrito de Angustura e 9) a estação de Simplício, onde havia um arraial na época da exportação de café – que continua pertencendo ao Município de Além Paraíba. Mas, destacamos também o Distrito de Providência e o povoado de São Martinho, pertencentes ao Município e Comarca de Leopoldina (MG); assim como o Distrito de Santa Cruz, no Município de Santo Antônio de Pádua (RJ).
Um fato interessante que eu pude observar é que, depois de aprenderem e dominarem bastante a língua portuguesa: os que vieram crianças de lá, com sete ou dez anos de idade e que já conversavam normalmente em árabe, também passaram a conversar normalmente em português e sem sotaque nenhum; já os que vieram adultos, todos tinham aquele sotaque característico e contendo diversos erros de concordância. Certamente só os fonoaudiólogos teriam a explicação científica para este fato.
Para a aquisição e recebimento das mercadorias utilizavam-se sempre do transporte ferroviário, que desde o último quartel do século XIX, interligava com bom fluxo de trens a Capital Federal com a região onde eles residiam e trabalhavam.
Alguns deles cultivavam uma sortida horta para consumo próprio. E quando havia excesso de legumes e hortaliças eles os arrumavam numa cesta de bambu trançado e combinavam com um diarista para sair vendendo de casa em casa.
As familias de parentesco próximo moradoras em localidades vizinhas se reuniam, sempre que possível, em dias de folga como domingos e feriados para se reunirem em animados bate-papos e saborearem apetitosas refeições de pratos típicos da sua rica culinária. Os libaneses da região de Kfar Aamay além de serem realmente parentes próximos uns dos outros, formavam uma laboriosa sociedade, quase uma verdadeira irmandade de princípios cristãos. Eram sempre muito unidos, corretos e ordeiros. Os homens, nas horas de folga, gostavam muito de se distraírem jogando baralho; e o jogo preferido por eles era a bisca de nove.
No ano de 1918, o Império Otomano foi derrotado pelos aliados na Primeira Guerra Mundial e perdeu todo o seu vasto território. Os franceses passaram então a ocupar o Líbano, a Síria e adjacências, com o objetivo de manter a paz entre os grupos religiosos e de incrementar o progresso.
Em 1920, diversos dos libaneses de Kfar Aamay que estavam no Brasil retornaram ao Líbano, alguns motivados pela grande nostalgia que sentiam longe da terra querida ou por não terem se adaptado bem por aqui. Mas, certamente a motivação principal foi não haver mais o domínio dos turcos por lá. Outros foram buscar ou mandaram dinheiro, pedindo para algum parente que para cá viesse, que trouxesse sua esposa e filhos que lá haviam deixado antes da guerra.
Dessa época em diante quase todos aqui permaneceram para sempre no aconchego de suas famílias, que se entrelaçaram com brasileiros e outros descendentes de imigrantes.
O tempo foi passando e os imigrantes iam tocando os seus negócios educadamente e sempre com muito respeito pelas leis do País e pelos seus amigos e fregueses.
Já nas gerações seguintes, vamos encontrar seus descendentes atuando com brilhantismo nos mais diversos ramos de atividade; inúmeros médicos, dentistas, advogados, professores, industriais, comerciantes e políticos.
Mas se nós, descendentes dos libaneses, analisarmos bem e com um pouco de otimismo esses acontecimentos históricos, então perceberemos que foram males que vieram para o bem. Foi por causa desses episódios vencidos pela coragem e perseverança dos nossos antepassados, que nos fizeram existir e estarmos aqui para contar um pouco desta história épica, sincera e verdadeira.



Alguns significados de Nomes Árabes.

Eis uma pequena relação de nomes próprios árabes derivados de adjetivos, substantivos ou expressões: Amin (fiel, leal, sincero); Amina, Amine (fiel, leal, sincera); Azhar (flores); Aziz (querido); Camil, Kamil (perfeito); Chahim, Chaim (falcão peregrino); Chicrala (graças a Deus); Couri, Cúri, Khoury, Khuri (Padre); Fahat (alegria); Fahima, Fahime, que se pronuncia “Farrima, Farrime” (inteligente, conciliadora); Farah (alegria); Farid (precioso, único, ímpar, sem igual); Farida, Faride (preciosa, única, ímpar, pérola sem igual); Habib, que se pronuncia "Rabib" (amado, querido); Habibe (amada, querida); Haddad (o ferreiro); Hala, Halah, que se pronuncia “Rala” (auréola, aurora, doçura); Jamel, Jamil (bonito); Jamila, Jamile (bela, bonita, elegante, graciosa); Janna, Janne (paraíso, jardim, celeste); Karam, Karan (generosidade); Karim (generoso, nobre, amigável, precioso, distinto); Khalil, Kalil, Calil (amigo íntimo); Labib (sensato, inteligente); Labiba, Labibe (sensata, inteligente); Latif (gentil, agradável, amigável); Latifa, Latife (gentil, agradável, amigável); Latuf, Lattuf (meigo, gentil, generoso, doce); Lubnan (Líbano, branco – por alusão à neve das montanhas do país); Málake, Málaki, Málaky, Málaque (anjo, talento); Mansur (ajudado por Deus, vitorioso, vencedor); Melhem (Belém); Milad (Natal); Munir (esclarecido, iluminado, brilhante, ilustre); Munira (esclarecida, iluminada, brilhante, ilustre); Nabi, Nabih (esperto, vivaz); Nacib (sorte, fortuna); Nader (raro); Nagib, Najib (inteligente, de nobre descendência); Naim (delicado); Najma, Najme (Estrela, Estela, Stella); Nazir (distinto, líder, comandante, protetor); Nazira (distinta, líder, comandante, protetora); Saade, Saadi (felicidade); Said (feliz, Félix); Salim (paz, são, perfeito, seguro, inteiro, sem defeito); Salima, Salime (paz, sã, perfeita, segura, inteira, sem defeito); Salma (pacífica, calma); Samir (o companheiro, divertido, agradável); Samira (a companheira, divertida, agradável); Thabit, Tébit (firme); Uarda, Warda (Rosa); Wadi, Wadih, Wady (manso, brando, tranquilo, calmo); Yasmin (jasmim); Zafir (vitorioso).

Relação de nomes próprios árabes com o seu correspondente em português.


Abichibeb (Pai Chibeb); Adma (Marta); Antun, Tanus (Antônio); Boulos (Paulo); Boutros, Butrus (Pedro); Burbara (Bárbara); Chimone (Simone); Daud, Dawud, Daoud, Deud (Davi, David); Halune, que se pronuncia “Ralune” (Helena); Hanna, que se pronuncia “Rana” (João); Ibrahim, Abraim (Abrão, Abraão, Abrahão, pai da congregação); Ilia, Ilyas, Elies, Elyas, Elyes, Lies (Elias); Iscandar (Alexandre); Isse, Issi, Hisse, Hissi e Aissa, derivam de Issa, Iça, Aiça (Jesus); George, Georges, Jirjes, Jirjis (Jorge); Lubnan (Líbano); Mariam (Maria); Michel (Miguel); Mikhail, que se pronuncia “Mirrail” (Miguel); Moussi, Mussi, Muci, Mucci (Moisés); Rafqa (Rabeca, Rebeca); Slayman, Sleiman, Sulayman, Suleiman, Suliman (Salomão); Tuma (Tomás); Youssef, Youssif, Yussuf (José).


Capítulo 1 – A Descendência de Assaf Issa.


§1 – Assaf Issa, 1° casamento.

Assaf Issa. Nascido no ano de 1833, ou pouco mais ou menos, na localidade de Kfar Aamay, hoje pertencente à cidade serrana de Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano. Ele foi aí chefe administrativo denominado "makhatir" cargo este preenchido por escolha dos habitantes da própria aldeia; e que o ocupou durante muitos anos repetidamente.
Ele foi casado por três vezes. O seu primeiro casamento foi celebrado na referida Localidade com sua conterrânea e contemporânea, Mariam Assaf. O casal que se dedicava também à agricultura, sempre aí morou e viveu.
Viúvo da Mariam Assaf ele veio a se casar outras duas vezes, como consta no seguimento deste relatório, vindo ele a falecer em Kfar Aamay no ano de 1913, deixando viúva a sua terceira esposa, Chimone Moussi, que aí ainda vivia em 1920.
E eles tiveram cinco filhos: Giorge Assaf Issa; Tanus Assaf – o único que veio para o Brasil e aqui passando a se chamar Antônio Assaf; Issa Khalil Assaf; Lies Assaf Issa e Mariam Issa.
II-1 Giorge Assaf Issa. Nascido e batizado por volta de 1854, na localidade de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Casou-se com Mariam Giorge, sua conterrânea e contemporânea. Foram pequenos agricultores nesta mesma Localidade e faziam plantação principalmente de tomate, pepino e figo, para vender em Beirute. Foram pais de quatro filhos: Amin George Assaf, que veio para o Brasil e adotou o nome de Camillo Jorge; Said Assaf; Youssef Assaf; e Chicrala Assaf – que quando esteve morando no Brasil, adotou o nome de Miguel Jorge.
III-1 Camillo Jorge. Ele nasceu no ano de 1874, em Kfar Aamay, então pertencente à cidade de Chouf e hoje pertencente à de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Lá no Líbano o seu nome era: Amin Giorge Assaf.
Chegou ao Brasil no ano de 1888 quando tinha apenas 14 anos de idade. Sua viagem foi feita num navio cargueiro que levou 74 dias para chegar ao Brasil. Ele dormia no assoalho, pois não havia cama e nem beliche. Junto com ele vieram mais três conterrâneos seus, pelo que me passaram: José Felipe, Abud Dahbes e George Youssef Abu-Chedid, também chamado de George Chahim, que no Brasil passou a se chamar Jorge José Fortes. Depois do desembarque no porto do Rio de Janeiro, ele foi direto para a Rua da Alfândega, aonde já haviam se estabelecidos alguns libaneses, que, como de praxe, prepararam um baú cheio de artigos e disseram para ele sair vendendo por aí, mascateando e batendo uma matraca. Camillo Jorge então se fixou na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais e ali passou a mascatear pelas vilas e fazendas da redondeza. Nessas andanças, um dia ele ficou conhecendo o doutor Alfredo Martins de Lima Castello Branco (15-07-1869—17-11-1946), importante político e industrial da região, proprietário da fazenda Conceição; e eles se tornaram muito amigos. E este então o persuadiu a abrir um armazém próximo da fazenda Conceição; e para isto construiu ali à beira da estrada um prédio para a sua moradia e armazém, situado a cem metros da sede da referida fazenda e distante 17,5 quilômetros da estação ferroviária de Porto Novo, centro comercial da cidade de Além Paraíba. Pouco tempo depois lá estava o Camillo Jorge com um empório sortido de gêneros alimentícios, bebidas, tecidos, calçados e utensílios domésticos para servir aos habitantes da periferia. Os negócios correram bem e ele prosperou.
Alguns anos depois ele resolveu então escrever para os parentes em Kfar Aamay, dizendo que queria se casar. Logo os seus parentes acertaram um casamento para ele com uma moça chamada Burbara e que era filha de um Padre da Igreja Cristã Maronita de Kfar Aamay, mesmo sem eles se conhecerem. Ele comprou passagem de navio, que na época levava cerca de quarenta dias de viagem e lá em Kfar Aamay ficou conhecendo a noiva que se chamava Burbara Khouri e então se casaram. Era o ano de 1915. Logo a seguir vieram para o Brasil e aqui ela passou a se chamar Maria Couri. E o casal passou então a morar e a tocar os seus negócios nas proximidades da referida fazenda Conceição.
No ano de 1925, o casal que vinha sempre economizando e amealhando dinheiro, ficou rico. Eles então resolveram voltar para a sua terra natal com os filhos. O armazém foi passado para o seu primo e conterrâneo, Kalil Hissi que para lá se mudou com a família vindo de São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Minas Gerais
A Família chegou então ao Líbano com muito dinheiro. Lá em Kfar Aamay, Camillo Jorge foi então convencido por um de seus irmãos, a adquirir uma indústria já montada, produtora de fios de seda, que fazia exportação para fábricas têxteis da Itália – pois nessa época ainda não havia nenhuma fábrica de tecidos de seda no Líbano. Camillo Jorge, logo comprou a indústria e mais ainda, dividiu todos os seus bens em quatro partes iguais, ficando com uma e doando as outras para os seus três irmãos: Said Assaf, Youssef Assaf e Chicrala Assaf - que anos mais tarde esteve morando no Brasil com o nome de Miguel Jorge. Ficaram então os quatro irmãos como sócios proprietários da indústria e deram emprego para alguns parentes do lugar. Mas, como a situação da Europa não era boa, a cotação dos fios foi só caindo de preço e ainda por cima os importadores descontavam à revelia, na hora de pagar, uma grande quantidade do que havia sido exportado, alegando defeitos na materiaprima. Com a indústria só somando prejuízos, no ano de 1930, teve que paralisar os seus negócios, pois o dinheiro havia acabado. Camillo Jorge, em 1931, com um pouco de dinheiro que havia reservado, resolveu então retornar ao Brasil, tinha então 56 anos de idade. Assim que chegou, ele reabriu a venda perto da fazenda Conceição, pois o Kalil Hissi que não dera certo ali, em 1927 já havia se transferido com seus negócios para um prédio nas proximidades da estação ferroviária de Simplício, ainda no Município de Além Paraíba. E em 1932, Camillo Jorge contou com a influência e o prestígio político do seu grande amigo, o doutor Alfredo Martins de Lima Castello Branco, e este conseguiu junto à Embaixada Brasileira, as passagens de navio para o retorno da sua querida família ao Brasil.
No ano de 2002 o seu filho Nagib Camillo Jorge com os olhos lacrimejando relembrou daqueles momentos difíceis, quando a sua mãe durante a viagem na terceira classe do navio, deixava até de comer para repartir igualmente entre os filhos a reduzida quantidade de pão ázimo que trazia. Foram momentos muito difíceis; todavia todos eles aqui chegaram com saúde. Exceto a filha mais velha – Maritza – que optara por ficar no Líbano para mais tarde se casar com um primo. E eles então continuaram para sempre no Brasil.
Um fato incomum e curioso: a dona Maria Couri por ocasião do nascimento de seus filhos em domicilio nas proximidades da fazenda Conceição, contava sempre com o auxílio de uma parteira afrodescendente muito experiente filha de ex-escravos, que tinha um braço só.
IV-1 Maritza Camillo Jorge. Ela nasceu no ano de 1916, em domicílio situado à margem da estrada nas proximidades da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Foram seus padrinhos de batismo: o Doutor Alfredo Martins de Lima Castello Branco com a sua esposa, a senhora Elvira Ferreira da Fonseca Castello Branco.
Em 1925 quando foi para o Líbano com a família ela tinha apenas oito anos de idade. Quando a família decidiu voltar para o Brasil, ela já estava com quatorze anos e havia ficado noiva de um primo residente em Kfar Aamay. Por esse motivo ela não quis retornar com a família e pouco tempo depois se casou e ficou residindo lá mesmo.
Em 2000, ela já havia falecido. Deixou grande descendência no Líbano. Sem mais notícias.























IV-2 Anizio Camilo Jorge. Ele nasceu no ano de 1918, em domicílio situado à margem da estrada nas proximidades da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais e se casou em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva (MG) com sua parenta Mathilde Waked, que adotou o nome de Mathilde Waked Jorge. Esta natural de Kfar Aamay, localidade que hoje pertence ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Era filha legítima de Wadih Youssef Waked, natural de Hasmiyeh, Província do Monte Líbano, Líbano, nascido no dia, 15-12-1894, sábado, e falecido em Além Paraíba (MG), no dia 24-05-1966, terça-feira, e de sua primeira esposa Habouba Deud (cuja pronúncia é “Rabouba Deude”), que por sua vez era viúva do libanês Ilyas George, ambos naturais de Kfar Aamay; neta paterna do libanês Youssif Waked e de Hala Boucherfen; neta materna de Melhem Deud falecido por volta de 1930 em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva (MG), e de Mariam Assaf; e por esta, bisneta de Assaf Issa falecido no ano de 1913 e de Mariam Assaf, a primeira mulher de seus três casamentos.
O casal não teve filhos biológicos, mas, criou o sobrinho Camillo Jorge Neto, filho legítimo do seu irmão Nagib Camillo Jorge e de Anícia Assaf Camillo Jorge. Vide abaixo, Mathilde Waked, no item IV-3, de III-2, de II-5, de I, do §1.










IV-3 Nagib Camillo Jorge. Ele nasceu no dia 10-04-1920, sábado, em domicílio situado à margem da estrada nas proximidades da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Ele se casou em 26-01-1949, quarta-feira, com Anícia Assaf, que adotou o nome: Anícia Assaf Camillo Jorge. Esta nascida em Antônio Carlos, atual Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG). O casamento foi realizado na casa da noiva em Fernando Lobo. Sendo ela filha legítima do comerciante Salim Assaf e de Adma Lattuf Assaf; neta paterna de Antônio Assaf (1859—02-10-1951) e de Mariam Assaf – “Badura”, que faleceu no ano de 1916; neta materna de Mikhail Lattuf nascido por volta de 1877 e de Labibe Farhat que faleceu no ano de 1915; e por Antônio Assaf, bisneta de Assaf Issa, que faleceu no ano de 1913 e de sua primeira esposa, Mariam Assaf, todos estes libaneses naturais de Kfar Aamay.
Nagib Camillo Jorge, comerciante aposentado e ex-vereador, residia em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Mais tarde mudou-se para Fernando Lobo, Município de Além Paraíba, onde veio a falecer em 2008, aos 88 anos de idade. Com geração. Vide também abaixo, Anícia Assaf, no item IV-4, de III-5, de II-2, de I, do §1.
O Nagib Camillo Jorge deu-me informações importantíssimas das gerações mais antigas para a elaboração deste trabalho.
V-1 Camilo Jorge Neto. Advogado diplomado no dia 17-07-1975, natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Foi criado desde novo, pelos seus tios Anizio Camillo Jorge e Mathilde Waked Jorge. Casou-se em Volta Grande (MG) num sábado, dia 23-11-1985, às 19 horas, com Maria Aparecida Magalhães, mais conhecida por “Lila”, que em virtude do casamento adotou o nome: Maria Aparecida Magalhães Camilo Jorge. Ela, professora, natural de Estrela Dalva (MG), filha legítima de Alfredo Almeida Magalhães e de Manoelina Maria Ferreira Magalhães. O doutor Camilo Jorge Neto reside na cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde desempenha as suas atividades profissionais.
VI-1 Lila Carolina Camilo Jorge. Natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
VI-2 Pedro Anísio Camilo Jorge. Natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
V-2 Miguel Camilo Jorge. Empresário, natural da cidade de Além Paraíba(MG).
V-3 Carlos Roberto Jorge. Advogado, natural da cidade de Além Paraíba(MG). Casou-se no dia 02-06-1984, sábado, às 19 horas, em Volta Grande (MG), com a professora Maria Aparecida Pereira Campanati, que adotou o nome: Maria Aparecida Campanati Jorge. Ela, natural de Volta Grande (MG); filha legítima de Antônio Tibúrcio Campanati (11-08-1927—26-04-1989) e de Ivone Pereira Campanati. O casal é separado.
VI-1 Antônio Carlos Campanati Camilo Jorge. É formado em Direito.
VI-Guilherme Campanati Camilo Jorge.












IV-4 Camilo Jorge. Popularmente conhecido por “Namém”. Ele nasceu no dia 30-04-1922, domingo, em domicílio situado à margem da estrada nas proximidades da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se em 21-11-1955, domingo, nesta mesma Cidade, com Irene José Fernandes, que adotou o nome: Irene Fernandes Jorge. Esta nascida no dia 02-11-1932, quarta-feira, na localidade de Engenho Novo, Município de Mar de Espanha (MG), filha legítima de Hermógenes José Fernandes e de Aurélia Barreto Fernandes.
O Camilo Jorge – “Namém” já é falecido há muitos anos. E a dona Irene, viúva, era proprietária de um estabelecimento comercial em Além Paraíba (MG) junto com o seu filho José Mauro Camillo Jorge.
Ela foi vítima de um latrocínio acontecido em sua residência no Bairro Granja Três de Outubro, em Além Paraíba (MG) e faleceu assassinada covardemente, junto com o seu filho Maurinho no dia 07-04-2011, quinta-feira. Contava 78 anos, 5 meses e 4 dias de idade.
V-1 José Mauro Camilo Jorge. Popularmente conhecido por Maurinho. Ele nasceu em 1956 na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Comerciante, dirigia ao lado de sua mãe, um estabelecimento comercial em Porto Novo, nesta mesma Localidade. Sofreu um acidente vascular cerebral e ficou com sua capacidade física limitada. Faleceu aos 54 anos de idade assassinado na tarde do dia 07-04-2011, quinta-feira, em Além Paraíba (MG). Era solteiro.
V-2 Maria Deize Camilo Jorge. Médica, natural de Além Paraíba (MG). Ela é também Diplomata formada pelo Instituto Rio Branco, em Brasília (DF), Turma 1992/1993. É alta funcionária do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Doutora Maria Deize tem serviços prestados à Embaixada Brasileira e já esteve servindo no Líbano, China, Portugal e Venezuela. Ela atualmente (2011) faz parte da Embaixada do Brasil no Uruguai.
Ela foi homenageada pela Câmara Municipal de Além Paraíba (MG), que deu o seu nome a um logradouro público da Cidade – a “Rua Maria Deise Camilo Jorge”.
V-3 Fernando Camilo Jorge. Ele nasceu em Além Paraíba (MG). É formado em Medicina e especialista em Ginecologia.
Ele vem prestando atendimento em diversos estabelecimentos de saúde do Estado do Rio de Janeiro. Reside em Nova Friburgo (RJ).
IV-5 Nilza Camillo Jorge. Ela nasceu no ano de 1924, em domicílio situado à margem da estrada nas proximidades da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba (MG). Passou a se chamar Nilza Jorge Waked após se casar com o comerciante Milad Yussif Waked, mais conhecido por “Natal”. Este nascido em 25-12-1913, quinta-feira, natural de Hasmiyeh, Província do Monte Líbano, Líbano e falecido em Três Rios (RJ) no dia 08-08-1977, segunda-feira, às 17 horas, em domicílio, contando 63 anos de idade e tendo como causa da morte: enfarto do miocárdio; ele era filho legítimo de Youssif Waked e de Hala Boucherfen. E tinha dois irmãos no Brasil: o Wadih Youssef Waked, também citado neste relatório genealógico e o Melhem Youssif Weked que era casado com Geny Wardi Weked, filha de Nicolau Wardi, natural de Zahlé, Província de Bekaa, Líbano, e de sua mulher Rosa Wardi (Rosa Bichuetti antes do casamento), natural de Douman, Síria. O casal Melhem e Geny teve dois filhos: 1) José Wardi Weked, engenheiro da Cemig, natural de Volta Grande (MG) e casado com dona Carmem Lúcia de Oliveira Wardi Weked, residentes em Belo Horizonte e pais de: Juliana de Oliveira Weked e Matheus Oliveira Wardi Weked; e 2) Paulo César Wardi Weked, economista, casado com dona Maria Izabel Fonseca Wardi Weked e pais de Thereza Fonseca Weked.
Já a Nilza Jorge Waked faleceu no Hospital Naval Marcílio Dias, na cidade do Rio de Janeiro, no dia 22-01-2003, quarta-feira, às 22 horas e 50 minutos, com 76 anos de idade, tendo como causa mortis: insuficiência respiratória aguda e pneumonia; residia no Bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ). Os corpos de ambos estão sepultados no Cemitério Municipal de Estrela Dalva (MG).
Eles tiveram quatro filhos.
V-1 Jorge José Waked. Nascido no dia 05-03-1956, segunda-feira, em Três Rios (RJ) e falecido em 29-01-1995, domingo, num trágico acidente de automóvel no rodovia BR-393 entre Três Rios e o Distrito de Anta, Município de Sapucaia. Contava apenas 38 anos, 10 meses e 24 dias de idade. Com ele faleceram também suas duas filhas. Ele era casado com Nilma de Fátima Costa Waked. A Senhora Nilma, depois da tragédia, permaneceu em Três Rios, onde recomeçou sua vida.
VI-1 Verônica Costa Waked. Natural de Três Rios (RJ) e falecida aos 6 anos de idade no dia 29-01-1995.
VI-2 Ana Clara de Fátima Waked. Natural de Três Rios (RJ) e falecida aos 2 anos de idade no dia 29-01-1995.
V-2 Amin Milad Waked. Nascido em Três Rios (RJ), formado em Medicina, na especialidade de Cirurgia Geral. É Capitão-de-Mar-e-Guerra (Coronel) Médico, da Marinha do Brasil. Casou-se com Mônica Rocha Barbosa, que passou a assinar-se Mônica Rocha Barbosa Waked. Residem no Rio de Janeiro (RJ).
VI-1 Vinícius Barbosa Rocha Waked. Natural do Rio de Janeiro (RJ). É formado em "Business" pela "Arizona State University", dos Estados Unidos da América. Grande atleta da natação. Atualmente nada pela Marinha do Brasil, pelo Fluminense do Rio de Janeiro e pela Unimed Rio. Solteiro.
VI-2 Letícia Rocha Waked. Nascida no Rio de Janeiro (RJ). É formada na Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro (RJ). Trabalha na empresa Unimed Rio e é professora de Língua Inglesa. Solteira.
V-3 Antônio Milad Waked. Nascido em Três Rios (RJ). É Coronel Dentista do Exércio Brasileiro. Casou-se com Suely Maria Calcagno Torres, professora, de Cataguases (MG), que passou a assinar-se Suely Maria Calcagno Torres Waked. Residem em Juiz de Fora (MG). Têm três filhos.
VI-1 Aline Torres Waked. Nascida em Cataguases (MG), é advogada e está casada com Leonardo Goneli Duarte, oficial da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais e residentes atualmente em Belo Horizonte (MG).
VI-2 Jamile Torres Waked. Nascida em Humaitá, Estado do Amazonas; advogada, solteira, residente em Juiz de Fora (MG), com os pais.
VI-3 Felipe Torres Waked. Nascido em Cataguases (MG), estudante de Ciência da Computação na Universidade Federal de Juiz de Fora; solteiro e residente com os pais.
V-4 Adma Milad Waked. Nascida em Três Rios (RJ), estudou Direito e é casada com Rubens Elmor Furtado, de Além Paraíba (MG), engenheiro eletricista do Estado do Rio de Janeiro e também pecuarista. Ela passou a assinar-se Adma Milad Waked Furtado. Residem no Rio de Janeiro (RJ) e têm duas filhas.
VI-1 Natália Furtado Waked. Advogada, natural do Rio de Janeiro (RJ), onde reside com os pais.
VI-2 Larissa Furtado Waked. Também advogada, natural do Rio de Janeiro (RJ), onde reside com os pais.











IV-6 Alfredo Camillo Jorge. Ele nasceu no ano de 1928 e é natural de Kfar Aamay, hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Nasceu no período em que seu pai havia se mudado para lá. Ele se casou no dia 22-10-1958, quarta-feira, na residência dos pais da noiva, em Antônio Carlos, localidade esta que a partir do dia 01-01-1944, teve o seu nome mudado para Fernando Lobo, no Município e Comarca de Além Paraíba (MG), com Labibe Assaf, que adotou o nome: Labibe Assaf Jorge. Esta natural da localidade de Antônio Carlos, atual Fernando Lobo; filha legítima do comerciante Salim Assaf e de Adma Lattuf Assaf; neta paterna de Antônio Assaf (1859—02-10-1951) e de Mariam Assaf – “Badura” que faleceu no ano de 1916 no Líbano; neta materna de Mikhail Lattuf nascido por volta de 1877 e de Labibe Farhat que faleceu no ano de 1915; e por Antônio Assaf, bisneta de Assaf Issa, que faleceu no ano de 1913 e de sua primeira mulher, Mariam Assaf, sendo todos estes também libaneses e naturais de Kfar Aamay.
O agricultor Alfredo Camilo Jorge morreu em Além Paraíba (MG) no ano de 2002 e seu corpo jaz aí sepultado no Cemitério da Irmandade do Santíssimo Sacramento. Eles tiveram cinco filhos. Vide também abaixo Labibe Assaf, no item IV-8, de III-5, de II-2, de I, do §1.
V-1 Amin Camilo Jorge. Nasceu em Além Paraíba (MG). Solteiro em 2004.
V-2 Vera Lúcia Camilo Jorge. Nasceu em Além Paraíba (MG). Solteira em 2004.
V-3 Marco Antônio Camilo Jorge. Nasceu em Além Paraíba (MG). Ele se casou com Fernanda de Paula Militão, que adotou o nome: Fernanda de Paula Militão Camilo Jorge. Esta, filha legítima de Handerson Alves Militão e de dona Libya de Paula Militão (1934—07-01-2013). São agropecuaristas e proprietários da fazenda Santa Luzia, no Aterrado, em Além Paraíba (MG). O casal tem dois filhos.
Ele tem sido vereador de Além Paraíba (MG) em diversas legislaturas, desde o ano de 1996, tendo sido o mais votado nas eleições de 2004 e que foi presidente da Câmara Municipal no biênio 2005–2006. Foi reeleito também em 2008 com 1.050 votos, pelo PSB – Partido Socialista Brasileiro.
V-4 Paulo César Camilo Jorge – Paulinho. Nasceu em Além Paraíba (MG). Ele é cirurgião-dentista, formado pela Faculdade de Odontologia de Campos dos Goytacazes (RJ). É residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro. Paulinho é também escritor e poeta. É autor de dois livros lançados recentemente: "Brasil João Capoeira", pela Scortecci Editora – 1ª Edição – Rio de Janeiro, 2006; e 2) "As Palavras e o Tempo", Scortecci/Fábrica de Livros – 1ª Edição – Rio de Janeiro, 2009. Ele é solteiro.
V-5 Renato Camilo Jorge. Ele é natural de Além Paraíba (MG). Casou-se em Belo Horizonte (MG), com Rosimeire Cruz de Matos. Ele é formado em Direito. Reside e trabalha na Capital Mineira. O casal tem dois filhos.
VI-1 Alexandre Cruz Camilo Jorge. Natural de Belo Horizonte (MG).
VI-2 Arthur Cruz Camilo Jorge. Natural de Belo Horizonte (MG).
IV-7 Elias Camillo Jorge. Formou-se em Medicina e se sobressaiu como conceituado especialista em Cardiologia. Mais tarde dedicou-se também à militância política.
Casou-se com dona Vera Lúcia Kezen, que adotou o nome: Vera Lúcia Kezen Camillo Jorge. Ele fixou residência e passou a exercer suas atividades profissionais na cidade de Santo Antônio de Pádua (RJ), onde abriu uma clínica cardiológica – a "Casa de Saúde Pio XII".
Na política o Doutor Elias Camillo Jorge elegera-se Deputado da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro por três vezes: para a 3ª Legislatura de 01-02-1979 até 31-01-1983, pela coligação do Movimento Democrático Brasileiro com o Partido Progressista; para a 3ª Legislatura de 01-02-1983 até 31-01-1987; e para a 4ª Legislatura de 01-02-1987 até 31-01-1991, ambas pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro. E elegeu-se também Vice-Prefeito de Santo Antônio de Pádua (RJ), na eleição de 2004. Já sua esposa ocupa a Secretaria Municipal de Educação e Cultura na Prefeitura Municipal de Santo Antônio de Pádua. O casal dedica-se também à agropecuária.
V-1 Elias Camilo Jorge Filho. Natural de Santo Antônio de Pádua (RJ). Ele é formado em Direito.
V-2 Maritsa Kezen Camilo Jorge. Ela é formada em Direito e casada na família Annecchino.
V-3 José Kezen Camilo Jorge. Natural de Santo Antônio de Pádua (RJ). Ele é formado em Medicina e especialista em Cardiologia.
Doutor José é fundador e diretor da “Casa de Saúde Doutor Camilo Jorge Limitada”, situada à Rua Tenente Costa – no Méier, Rio de Janeiro (RJ). Ele se dedica também à agropecuária.



















IV-8 Waldir Camillo Jorge. Ele era o caçula da família e nasceu no ano de 1932, em domicílio situado à margem da estrada nas proximidades da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Faleceu no dia 05-12-2006, terça-feira, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), aos 74 anos de idade. O Doutor Waldir era formado em Medicina com especialização em Cirurgia Plástica e estabelecido na referida Capital, onde possuía uma conceituada clínica em sociedade com Maria Noêmia de Brito Camilo Jorge – a "Casa de Saúde Doutor Camillo Jorge Limitada". Solteiro.
III-2 Said Assaf. Ele nasceu em Kfar Aamay, hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, na Republica do Líbano. Foi casado com dona Nade. O casal deixou descendência no Líbano.
III-3 Youssef Assaf George. Ele nasceu no dia 12-06-1873 (pelo calendário juliano usado no Líbano que só adotou o gregoriano a partir de 1923), em Kfar Aamay, pertencente à cidade de Chouf e hoje à de Aley, na Província do Monte Líbano, na Republica do Líbano. A data de seu nascimento corrigida para o calendário gregoriano adotado no Brasil é: 25-06-1873. Pelo que dizem foi casado com dona Yasmin Chahim, filha legítima de Chahim Ilyas e de Mariam Chahim também citada nos registros como Maria Elias. A Yasmin tinha uma irmã chamada Maria Chaim que morou em Volta Grande (MG), que viera casada com José Felipe de Kfar Aamay para o Brasil, sendo este filho legítimo de Assad José Fortes e de Sada Faruk.
IV-1 Elias Assaf. Formou-se em Direito e abraçou a carreira da magistratura. Ele foi Juiz de Direito. Sem mais notícias.
IV-2 Jorge Assaf.
IV-3 Antônio Assaf.






















III-4 Chicrala Assaf. Ele nasceu em Kfar Aamay, hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, na Republica do Líbano. Casou-se com dona Jamel Assaf, que tinha um irmão de nome Camilo Assaf. Quando esteve morando no Brasil o seu nome era Miguel Jorge. Depois de permanecer alguns anos no Brasil retornou ao Líbano.
Quando já mais idoso ele passou a ter um problema de audição, por isso conversava sempre num tom mais alto.
Gostava muito de se divertir com os seus amigos e conterrâneos jogando baralho, principalmente bisca-de-nove e sueca.
Eles faleceram em Kfar Aamay, no Líbano. Sem geração.
























II-2 Antônio Assaf. O seu nome no Líbano era Tanus Assaf. Ele nascido e batizado no ano de 1859, na localidade de Kfar Aamay, então pertencente à cidade de Chouf e hoje à de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Foi casado com sua conterrânea Mariam Issa, cujo nome de casada era Mariam Assaf; esta nascida no ano de 1862 e falecida no ano de 1916, e que era carinhosamente chamada de “Badura”. Eles tiveram cinco filhos: Maria Assaf, carinhosamente chamada de “Deble Assaf”; Latife Assaf; Anna Assaf, também chamada de “Mantura Assaf” no Líbano; Anícia Assaf; e Salim Assaf – o caçula.
Quatro anos depois do falecimento da esposa em Kfar Aamay, Tanus Assaf que continuou viúvo, se transferiu para o Brasil com os seguintes filhos: Maria Assaf, Latife Assaf e o Salim Assaf. Estabeleceram-se na localidade de Antônio Carlos, hoje Fernando Lobo, no Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, onde se dedicou ao comércio, abrindo ali um empório de secos e molhados que depois passou para o seu filho Salim Assaf. Ele morreu nesta mesma Localidade numa terça-feira, dia 02-10-1951, às 6 horas, com a elevada idade de 92 anos, tendo como causa mortis, senilidade e colapso cardíaco, conforme laudo firmado pelo médico de Volta Grande (MG), doutor Licínio de Oliveira Sertã. O seu corpo jaz sepultado no túmulo de número 32, de sua família, no Cemitério Municipal de Estrela Dalva (MG).

III-1 Maria Assaf – “Deble Assaf”, para os íntimos e familiares. Ela nasceu no dia 04-04-1893, terça-feira, em Kfar Aamay, hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, na Republica do Líbano. Um registro de seu nascimento foi lavrado no Cartório de Registro Civil e Notas de Volta Grande (MG) no dia 30-11-1931, tendo como declarante o seu pai (livro número 9, folhas 178 verso a 179, termo 125). Ela foi segunda esposa do comerciante José Mansur, seu conterrâneo nascido em 05-07-1887, terça-feira, filho legítimo de Mansur Abichebeb, falecido na citada Kfar Aamay, no ano de 1900, e de Mariam Mansur, lá também falecida no ano de 1919. O casamento foi realizado pelo Cartório de Registro Civil e Notas de Volta Grande (MG) no dia 23-12-1931, quarta-feira, quando ela tinha 38 anos, 8 meses e 19 dias de idade e ele a idade de 44 anos, 5 meses e 18 dias. Depois do casamento ela passou a se chamar: Maria Assaf Mansur. Ambos já falecidos há alguns anos. O José Mansur fora casado em primeiras núpcias com Maria Paulo Mansur, que morreu em Muriaé no dia 22-09-1928, sábado e deixou geração. José Mansur se chamava no Líbano, Youssef Mansur. Ele veio para o Brasil junto com o seu irmão João Mansur, que no Líbano se chamava Hanna Mansur (cuja pronúncia é Rana Mansur); ambos, irmãos da Najma Mansur, e portanto, tios maternos do Jorge Hissi, Kalil Hissi e José Hisse. Maria Assaf e José Mansur foram comerciantes em Muriaé no Estado de Minas Gerais.
Eles não tiveram filhos.
III-2 Latife Assaf. Ela nasceu no dia 06-07-1895, sábado, em Kfar Aamay, hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, na Republica do Líbano.
Faleceu no dia 19-07-1983, terça-feira, em Fernando Lobo, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, com a avançada idade de 88 anos e 13 dias. Tendo o seu corpo sido sepultado no dia seguinte no Cemitério Municipal de Estrela Dalva (MG). Ela residia junto com a família de seu irmão Salim Assaf, em Fernando Lobo. Permaneceu solteira.
III-3 Ana Assaf. Era carinhosamente chamada de “Mantura Assaf” nos meios familiares. Nascida em Kfar Aamay, hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, na Republica do Líbano. E lá, ela foi primeira esposa de Jorge Abib Lattuf, cujo nome no Líbano era George Habib Lattuf; este nascido em 16-04-1893, também em Kfar Aamay, onde foi batizado e casado pela Igreja Cristã Maronita. Como no Líbano foi usado o calendário juliano até 1923 o seu nascimento foi corrigido para 29-04-1893, sábado, do calendário gregoriano usado no Brasil. Ele era filho legítimo de Habib Lattuf Ilyas falecido por volta de 1900 e de Janna Amin falecida por volta do ano de 1903, ambos em Kfar Aamay donde também eram naturais. Com o falecimento da mãe, Jorge Abib Lattuf (George Habib Lattuf), juntamente com sua irmã Rosa Lattuf (Warda Lattuf), acabaram de ser criados por um tio casado, que era Padre Cristão Maronita da Paróquia de Kfar Aamay.
A Ana Assaf e o Jorge Abib Lattuf tiveram apenas um filho; sendo que numa epidemia que grassou naquela região, tanto a mãe como o filho vieram a falecer. Ana Assaf morreu lá mesmo em Kfar Aamay, no dia 16-06-1917 (Líbano) = 30-06-1917 (Brasil).
Pouco tempo depois de ficar viúvo, o Jorge Abib Lattuf emigrou para o Brasil fixando-se inicialmente na localidade de Antônio Carlos, atual Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG). Passando a mascatear pela região. E aí veio a se casar pela segunda vez, no dia 25-11-1920 – quinta-feira, às 17 horas, na casa de Félix José, com Helena Assaf, que no Líbano era chamada Halune Assaf; esta filha legítima de Assaf Issa – o Patriarca da família, que faleceu em Kfar Aamay no ano de 1913, e que fora aí seguidamente, durante muitos anos, o chefe administrativo do lugar – cargo denominado "makhatir", cuja função oficial era como a de um prefeito municipal aqui no Brasil; e de sua terceira esposa Chimone Moussi (Chimone Assaf) nascida em Kfar Aamay por volta do ano de 1858 e que ainda estava viva por ocasião do casamento no ano de 1920. As esposas dos dois casamentos do Jorge Abib Lattuf eram também parentes entre si; pois enquanto a Ana Assaf – “Mantura Assaf” (primeira esposa), era neta paterna de Assaf Issa e de sua primeira mulher Mariam Assaf, a Helena Assaf Lattuf (segunda esposa), era filha de Assaf Issa com sua terceira mulher Chimone Moussi (Chimone Assaf).
Jorge Abib Lattuf e Helena Assaf Lattuf tiveram somente dois filhos: o Odyr Lattuf (01-10-1921—26-08-2006) e o caçula, José Lattuf (19-10-1923—21-03-1925).
Jorge Abib Lattuf foi gradativamente amealhando seu dinheirinho e se estabeleceu em Volta Grande (MG), onde foi um estimado comerciante durante muitos anos, até 1970. Ele veio a óbito no dia 17-12-1961, domingo, em decorrência de câncer de próstata. Já a Helena Assaf Lattuf, veio a falecer em Além Paraíba (MG), no dia 18-10-1965, domingo. Como podemos ver com mais detalhes deste casal e a sua geração, mais adiante no item II-1, de I, do §3 – Helena Assaf.
III-4 Anícia Assaf. Ela é nascida e batizada em Kfar Aamay, que hoje faz parte do Município de Aley, Província do Monte Líbano, na Republica do Líbano. Continuou morando em terras libanesas. Sem mais notícias.














III-5 Salim Assaf. Nasceu no dia 02-08-1902 – sábado, em Kfar Aamay, hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, na Republica do Líbano. Veio para o Brasil e se fixou na localidade de Antônio Carlos, hoje, Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG). E aí, em companhia do seu pai, abriu um armazém que vendia tecidos, armarinhos, bebidas e mantimentos. Ele se casou com Adma Mikhail Issa, que adotou o nome: Adma Lattuf Assaf. O casamento foi realizado numa quinta-feira, dia 28-05-1925, às 14 horas, na residência do casal Félix José e Farrimeh Mikhail na vila de Fernando Lobo. Ela nascida no dia 06-09-1908, domingo, também em Kfar Aamay, no Líbano, filha legítima de Mikhail Lattuf nascido por volta de 1877 e de Labibe Farhat, que faleceu no ano de 1915, ambos também naturais da referida Localidade.
Salim Assaf e Adma Lattuf Assaf viveram definitivamente na mesma casa em Fernando Lobo, onde tiveram dez filhos, sendo sete mulheres e três homens. Com a família passaram a morar ainda o pai e duas irmãs do Salim Assaf: a Maria Assaf – carinhosamente chamada de "Deble Assaf" pelos parentes e amigos e a Latife Assaf. E num prédio próximo residia a Fahimeh Mikhail (pronuncia-se: "Farrime Mirrail”), que era irmã da Adma Lattuf Assaf e esposa do comerciante Félix José irmão uterino da Helena Assaf.
Salim Assaf morreu no dia 22-04-1983, sexta-feira, com 80 anos, 8 meses e 20 dias de idade, após 57 anos, 10 meses e 25 dias de casado.
Já a Adma Lattuf Assaf faleceu no dia 03-10-1996, quinta-feira, com a avançada idade de 88 anos e 27 dias, em decorrência de câncer de estômago. Ambos os corpos jazem sepultados no túmulo de número 32, da família, no Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.






























IV-1 Faride Assaf – Faridinha. Ela é nascida na vila de Antônio Carlos, hoje Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG); e foi batizada no dia 18-10-1926, segunda-feira, na igreja de Santo Antônio, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina (MG), pelo Pároco, Padre Hermógenes José de Oliveira Carmo, tendo como padrinhos: o casal David José e Faride Issi, comerciantes residentes e domiciliados em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva (MG).
Casou-se no dia 18-10-1945, quinta-feira, na casa de seus pais em Fernando Lobo, com o comerciante Odyr Lattuf e adotou o nome: Faride Assaf Lattuf. Ele nascido em 01-10-1921, sábado, também em Fernando Lobo (embora conste no seu registro de nascimento arquivado no Cartório de Registro Civil de Volta Grande como tendo nascido no dia 15-10-1921). Era filho legítimo do comerciante Jorge Abib Lattuf (16-04-1893=29-04-1893—17-12-1961) e de sua segunda esposa, Helena Assaf Lattuf (09-05-1898=22-05-1898—18-10-1965), estes nascidos e batizados em Kfar Aamay, no Líbano; neto paterno de Habib Lattuf Ilyas, natural também de Kfar Aamay aonde faleceu em 1900 aproximadamente e de sua conterrânea, Janna Amin, que aí também veio a falecer por volta de 1903; neto materno de Assaf Issa nascido em Kfar Aamay e aí falecido no ano de 1913 e de sua terceira esposa Chimone Moussi nascida por volta de 1858 nesta mesma Localidade e que ainda vivía no dia 25-11-1920 (dia do casamento do Jorge Abib Lattuf com a Helena Assaf Lattuf).
Eles após o casamento ficaram morando em Volta Grande (MG), onde a família possuía um bar e sorveteria. Anos mais tarde o Odyr Lattuf tranferiu-se com a família para a cidade de Além Paraíba (MG).
Odyr Lattuf faleceu no dia 26-08-2006, sábado, às 21 horas e 50 minutos, na Santa Casa de Misericórdia, na cidade de Juiz de Fora (MG), e teve como causa mortis: sepse e pneumonia. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande (MG). Contava 84 anos, 10 meses e 25 dias de idade e 60 anos, 10 meses e 8 dias de casado. Ele foi homenageado pela Câmara Municipal de Além Paraíba, que deu o seu nome a um logradouro público da Cidade: a "Rua Odyr Lattuf".
Vide também abaixo, Odyr Lattuf, no item III-1, de II-3, de I, do §3.
V-1 Sônia Marina Lattuf. Natural da cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se no ano de 1974, em Além Paraíba (MG), com Nélson Franco, natural desta mesma Cidade; este filho legítimo de Adalberto Franco e Carmélia Katuzo Franco. O casal se separou.
VI-1 Nélson Franco Júnior. Ele é natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Solteiro em 2012.
V-2 Jorge Lattuf Neto. Mais conhecido por "Jorginho". Ele é natural da cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se em Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG), com Elizâni Pitassi, que adotou o nome: Elizâni Pitassi Lattuf. Ela é filha legítima de Humberto Pitassi e de Lourdes Pitassi.
VI-1 Aline Pitassi Lattuf. Ela se casou em Belo Horizonte (MG), com Tadeu José de Freitas e adotou o nome: Aline Pitassi Lattuf Freitas. Residem na Capital Mineira.
VII-1 Luís Gustavo Pitassi Lattuf Freitas. Nascido em Belo Horizonte (MG).
VI-2 Renata Pitassi Lattuf. Casou-se com …............ Ferreira e têm três filhos.
VII-1 Hugo Pitassi Lattuf Ferreira.
VII-2 Diogo Pitassi Lattuf Ferreira.
VII-3 Zamire Pitassi Lattuf Ferreira.
V-3 Antônio José Lattuf. Nasceu na cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Trabalha e reside em Além Paraíba (MG); onde passou a conviver em união conjugal estável, a partir do ano de 1994, com Marcela Cruz Monteiro de Castro.
Ela natural também de Volta Grande (MG), filha legítima de Mauro Monteiro de Castro e de Vera Maria Ferreira da Cruz; neta paterna do agricultor Maceu Monteiro de Castro e de sua mulher, dona Perciliana; neta materna de Oswaldo Ferreira da Cruz e de sua mulher Maria da Conceição Carvalho da Cruz, todos eles moradores em Volta Grande (MG).
O casal anos depois se separou. Eles tiveram duas filhas.
VI-1 Maria Laura Monteiro Lattuf. É natural da cidade de Além Paraíba (MG). Solteira.
VI-2 Larissa Monteiro Lattuf. Natural da cidade de Além Paraíba (MG) e que foi batizada na cidade do Carmo (RJ).
IV-2 Elias Assaf. Ele nasceu em 30-08-1928, quinta-feira, em Antônio Carlos, atual, Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG). Casou-se no dia 19-07-1983, terça-feira, na Paróquia Nossa Senhora da Glória, em Juiz de Fora (MG), com a técnica de estradas, Mara Abrahão Pereira, que adotou o nome: Mara Abrahão Pereira Assaf. Esta natural do Município de Santo Antônio de Pádua (RJ); filha legítima de Josias Pereira Leite e de Alzira Abrahão Pereira; e irmã da Nadege Maria Abraão Pereira.
Ele foi comerciante e proprietário na cidade de Além Paraíba (MG). O casal se separou consensualmente no dia 30-11-1994, quarta-feira, em Além Paraíba (MG), voltando Mara a assinar o seu nome de solteira. Estiveram casados durante 11 anos, 4 meses e 11 dias. Eles tiveram apenas uma filha.
Elias Assaf morreu no dia 12-07-2000, quarta-feira, às 9 horas e 30 minutos, aos 71 anos, 10 meses e 12 dias de idade; tendo como causa mortis neoplasia linfoblástica com falência múltipla dos órgãos, conforme laudo firmado pelo doutor Fernando Luiz Ferreira Pinto. Seu corpo foi sepultado no mesmo dia, no Cemitério Municipal de Estrela Dalva (MG). Residia em Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG).
V-1 Bárbara Luiza Abrahão Pereira Assaf. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.
IV-3 Maria das Dores Assaf. Ela é natural de Antônio Carlos, atual, Fernando Lobo, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. É conhecida popularmente por “Maroca”. Foi comerciante sócia do restaurante do Clube Rex, na cidade de Além Paraíba. Ela sempre residiu na vila de Fernando Lobo. Solteira. Ela nos deu grande ajuda com fotos e dados para este trabalho.
IV-4 Anícia Assaf. Ela é natural de Antônio Carlos, atual Fernando Lobo, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se no dia 26-01-1949, quarta-feira, na casa de seus pais nesta mesma Localidade, com o seu parente e comerciante Nagib Camillo Jorge e adotou o nome: Anícia Assaf Jorge. Ele nascido no dia 10-04-1920, sábado, em domicílio situado à margem da estrada nas proximidades da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba (MG); filho legítimo de Camillo Jorge (Amin George), nascido no ano de 1874 e de Maria Couri, cujo nome no Líbano era Burbara Khouri; neto paterno de George Assaf Issa nascido no ano de 1854 aproximadamente, e de Mariam George; e por George Assaf Issa, bisneto de Assaf Issa falecido no ano de 1913 e de Mariam Assaf; todos libaneses naturais de Kfar Aamay.
Nagib Camillo Jorge, comerciante aposentado, residia em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Mais tarde mudou-se para Fernando Lobo, Município de Além Paraíba, onde veio a falecer. Vide geração mostrada acima, em Nagib Camillo Jorge, item IV-3, de III-1, de II-1, de I, do §1.




















IV-5 Therezinha Assaf. Ela nasceu em Antônio Carlos, atual vila de Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG). Casou-se em 25-02-1954, quinta-feira, na casa de seus pais, nesta mesma Localidade, com o seu parente e comerciante, José Hisse e adotou o nome: Therezinha Assaf Hisse. Ele nascido no dia 14-01-1925, quarta-feira; em domicílio no prédio da casa comercial (já demolido), que ficava situado na margem da estrada, a 100 metros da sede da fazenda Conceição e a 17,5 quilômetros da estação de Porto Novo, centro comercial da cidade de Além Paraíba (MG); filho legítimo de Kalil Hissi (23-12-1890=05-01-1891—12-12-1964) e Rosa Lattuf Hissi (01-12-1891=14-12-1891—15-12-1954); neto paterno de Issa Khalil Assaf nascido por volta de 1865 e de Najma Mansur nascida em 1869, aproximadamente; neto materno de Habib Lattuf Ilyas falecido por volta de 1900 e de Janna Amin falecida pelo ano de 1903, ambos em Kfar Aamay no Líbano; e por Issa Khalil Assaf, bisneto de Assaf Issa falecido em 1913 e de sua primeira mulher Mariam Assaf; por Najma Mansur, bisneto de Mansur Abichebeb falecido em 1900 e de Mariam Mansur falecida em 1919, todos eles naturais de Kfar Aamay, localidade hoje pertencente à cidade balneária de Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano.
O casal passou a residir na cidade de Volta Grande (MG), numa casa próxima do local onde José Hisse possuía a loja comercial que adquirira do seu irmão Antônio Hissi. Por volta do ano de 1967, José Hisse vendeu a loja de Volta Grande e se transferiu com a família para Fernando Lobo onde moravam os seus sogros; e aí construiu sua residência e continuou se dedicando ao comércio até a sua aposentadoria.
José Hisse morreu no dia 29-12-2004, quarta-feira, às 23 horas, no Hospital São Salvador, em Além Paraíba (MG), tendo como causa mortis: pneumonia. Contava 79 anos, 11 meses e 15 dias de idade e 50 anos, 10 meses e 4 dias de casado. O sepultamento do corpo foi às 17 horas do dia seguinte, no túmulo dos pais, no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande (MG).
Therezinha Assaf Hisse, viúva, continua residindo na vila de Fernando Lobo. Eles tiveram cinco filhas e um filho. Vide também abaixo: José Hisse, no item IV-4, de III-2, de II-3, de I, do §1.
V-1 Rosa Maria Assaf Hisse. Ela nasceu em Fernando Lobo, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se nesta mesma Cidade, com o motorista Eduardo Nacif Elmais e adotou o nome: Rosa Maria Hisse Elmais. Ele nascido no dia 26-09-1950, terça-feira, em Angustura, Município de Além Paraíba (MG).
Ascendência do marido: [1] Eduardo Nacif Elmais era filho legítimo dos comerciantes: [2] Nacif Elmais e [3] Ester Pitassi Elmais, ambos naturais de Angustura, Município de Além Paraíba (MG), e aí também residentes; neto paterno de Tufi Elmais, nascido no dia 16-02-1892, terça-feira, em Muquicíqui, na Síria e que foi comerciante em Angustura e de Cândida da Conceição, esta nascida em 31-01-1896, sexta-feira, nesta mesma Localidade, onde também se receberam em casamento no dia 20-02-1919, quinta-feira; por Nacif Elmais, era bisneto de Nacif Elmais e de Mariam Elmais, ambos também naturais de Muquicíqui, na Síria; por Cândida da Conceição, era bisneto de Antônio Soares Ferreira e de Cândida Rosa da Conceição, que também residiam em Angustura.
Eduardo Nacif Elmais faleceu na madrugada do dia 12-05-2007, sábado, em decorrência de câncer de fígado e seu corpo foi sepultado à tarde do mesmo dia no Cemitério de Angustura. Contava 56 anos, 7 meses e 16 dias de idade e 28 anos, 2 meses e 25 dias de casado. Tiveram apenas uma filha.
Ela é funcionária comissionada da Prefeitura Municipal de Além Paraíba – Auxiliar de Obras e Serviços.
VI-1 Karla Hisse Elmais. Filha única, natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Funcionária comissionada da Prefeitura Municipal de Além Paraíba – Educadora Social.
V-2 Maria de Fátima Hisse. Natural da cidade de Volta Grande (MG). Casou-se com José Carlos Gaspar de Melo, na vila de Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG) e adotou o nome: Maria de Fátima Hisse Gaspar de Melo. Ele, filho legítimo de José Pereira de Melo e de Cecília Gaspar de Melo, sendo ambos naturais do Estado do Rio de Janeiro.
VI-1 Rick Hissi Gaspar de Melo. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Solteiro, em 2012.
VI-2 Adma Hisse Gaspar de Melo. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se em 2002 nesta mesma Cidade, com ….....….... Baganha e adotou o nome: Adma Hisse Gaspar de Melo Baganha.
VI-3 Jimmy Hissi Gaspar de Melo. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. É gêmeo com a Thalita.
VI-4 Thalita Hissi Gaspar de Melo. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. É gêmea com o Jimmy.
Ela é funcionária comissionada da Prefeitura Municipal de Além Paraíba – Auxiliar Administrativa.
V-3 José Maria Hisse. Ele é natural da cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se pela primeira vez em Além Paraíba (MG), com Nádia Maria Zamboni, filha legítima de Hélio Zamboni e de Sílvia da Silva Zamboni. O casal é separado. Tiveram dois filhos.
VI-1 Ricardo José Zamboni Hisse. Natural da cidade de Além Paraíba (MG). É comerciante.
VI-2 Raphael Zamboni Hisse. Natural da cidade de Além Paraíba (MG).
V-3 José Maria Hisse, depois de sua separação consensual, passou a conviver em união conjugal estável, na cidade do Carmo (RJ), com Losane da Rosa Reis, filha legítima de Nilo Reis e de Marina da Rosa Reis. O casal se separou. Eles tiveram um filho.
VI-3 José Maria Hisse Filho. Natural da cidade do Carmo (RJ).
V-3 José Maria Hisse, depois de sua separação casou-se na cidade de Além Paraíba (MG), com Elizabete Hortega, que adotou o nome: Elizabete Hortega Hisse. Esta natural do Distrito de Providência, Município de Leopoldina (MG). Eles residem em Além Paraíba (MG).
Ascendentes da esposa: [1] Elizabete Hortega Hisse. Filha legítima de [2] José Hortega e de [3] .......... Hortega. Neta paterna de [4] Francisco Hortega Fabelo nascido em 04-12-1888, terça-feira, na Espanha e falecido no dia 29-05-1963, quarta-feira, na Capital Paulista, aos 74 anos, 5 meses e 25 dias de idade e de sua mulher, [5] Maria do Carmo Rogel Hortega – "Carmita", natural do Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Minas Gerais e que faleceu na cidade de São Paulo. Por Maria do Carmo Rogel Hortega: bisneta de [10] Félix Roger Rodrigues e de sua mulher, [11] Pelegrina Garcia Peres, ambos nascidos por volta de 1870, em Arona, Santa Cruz de Tenerife, ilhas Canárias, Espanha. Por Félix Roger Rodrigues: trineta de [20] Pedro Roger Bittencourt e de sua mulher, [21] Joana Rodríguez Martínez; naturais de Arona. E por Pelegrina Garcia Peres: trineta de [22] Manoel García Roges e de sua mulher, [23] Josefa Pérez Almeyda; também naturais de Arona.
V-4 Maria Aparecida Assaf Hissi. Professora, natural da cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se na vila de Fernando Lobo, Município de Além Paraíba (MG), com Jorge Luiz Gonçalves. Ele nascido em Sapucaia, Estado do Rio de Janeiro, filho legítimo de Sebastião Gonçalves e de Donária de Assis Gonçalves (―21-07-2014). O casal se separou no mês de dezembro de 1992, depois de oito anos de casados. Jorge Luiz Gonçalves veio a falecer no dia 26-01-2011, quarta-feira. Eles tiveram apenas um filho.
VI-1 Lucas Assaf Hissi Gonçalves. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.
V-4 Maria Aparecida Assaf Hissi, depois de sua separação em Além Paraíba (MG), passou a conviver em união consensual estável com Márcio Roberto Inácio da Silva, filho legítimo de Norberto Inácio da Silva e de Luzia Gregório Dias da Silva.
Maria Aparecida Assaf Hisse é diretora da Escola Sales Marques, em Além Paraíba (MG). O casal tem uma filha.
VI-2 Maria Laura Hisse da Silva. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.
V-5 Adriana Assaf Hissi. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Solteira.
V-6 Luciana Assaf Hisse. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, onde se casou com Cláudio Sebastião Rampaso e adotou o nome: Luciana Assaf Hisse Rampaso. Ele, filho legítimo de Joaquim Rampaso e de Tânia Rampaso. O casal é residente na cidade de Volta Redonda (RJ).
VI-1 Pedro Henrique Hisse Rampaso. Natural da cidade de Volta Redonda (RJ).
VI-2 João Vítor Hisse Rampaso. Natural da cidade de Volta Redonda (RJ).











































IV-6 José Assaf. Nasceu no dia 23-05-1936, sábado, em Antônio Carlos, atual Fernando Lobo, Município e Comarca de Além Paraíba, Minas Gerais.
Ele se casou com Yone Farhat Augusto, filha legítima de Elias Augusto e de Maria Farhat Augusto. O casal mais tarde se separou.
José Assaf dedicava ao comércio na cidade de Além Paraíba (MG) e residia em Fernando Lobo. E ele veio a falecer no dia 19-05-1998, terça-feira, às 8 horas e 40 minutos, no Hospital São Salvador, em Além Paraíba (MG), contava exatos 61 anos, 11 meses e 26 dias de idade, tendo como causa mortis, enfarte do miocárdio, conforme laudo firmado pelo doutor Eduardo Bouhid. Seu corpo foi sepultado na parte da tarde do mesmo dia, no Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.
A viúva Yone Farhat Augusto reside em Teresópolis (RJ). Eles tiveram um casal de filhos.
V-1 José Maurício Farhat Augusto Assaf. Ele nasceu na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. É casado com Deise Silva.
VI-1 Matheus Augusto da Silva Assaf.
V-2 Cassiana Farhat Augusto Assaf. Ela nasceu em Além Paraíba, Minas Gerais. É casada com Pedro. Residentes em Teresópolis (RJ).
VI-1 Luiz Felipe.
VI-2 Ana Carolina.

IV-7 Antônio Lattuf Assaf. Ele nasceu na vila de Antônio Carlos, atual Fernando Lobo, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se no dia 13-04-1982, terça-feira, na cidade de Juiz de Fora (MG) com a supervisora pedagógica, Nadege Maria Abrahão Pereira, que adotou o nome: Nadege Maria Abrahão Pereira Lattuf Assaf; esta natural da Vila de Baltazar, Município de Santo Antônio de Pádua (RJ), filha legítima de Josias Pereira Leite e de Alzira Abrahão Pereira. Nadege é irmã da Mara Abraão Pereira que foi casada com o seu irmão Elias Assaf. Eles se separaram no dia 16-08-1990, quinta-feira, na cidade de Além Paraíba (MG), voltando Nadege Maria a assinar o seu nome de solteira.
Comerciante na cidade de Além Paraíba. Tiveram dois filhos.
V-1 Thiago Salim Abrahão Assaf. É natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.
V-2 Ânderson Josias Abrahão Pereira Assaf. Natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.

IV-8 Labibe Assaf. Ela nasceu em Antônio Carlos, atual Fernando Lobo, Município e Comarca de Além Paraíba (MG). Casou no dia 22-10-1958, quarta-feira, nesta mesma Localidade, com Alfredo Camillo Jorge e adotou o nome: Labibe Assaf Jorge. Ele nascido no ano de 1928, em Kfar Aamay, localidade hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, e registrado em Além Paraíba (MG); filho legítimo de Camillo Jorge nascido no ano de 1874 e de Maria Couri; neto paterno de George Assaf Issa nascido cerca do ano de 1854, e de Mariam George; e por George Assaf Issa, bisneto de Assaf Issa falecido em 1913 e de Mariam Assaf, todos eles também da localidade de Kfar Aamay, no Líbano.
O agricultor Alfredo Camillo Jorge faleceu em Além Paraíba (MG) no ano de 2002 e seu corpo foi aí sepultado no Cemitério da Irmandade do Santíssimo Sacramento – situado ao lado da igreja de São José. O casal deixou cinco filhos, todos nascidos em Além Paraíba (MG). Vide acima, Alfredo Camillo Jorge, no item IV-6, de III-1, de II-1, de I, do §1, onde consta a geração.
IV-9 Irene Assaf. Ela nasceu em Antônio Carlos, que a partir de 01-01-1944 teve o seu nome mudado para Fernando Lobo, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se nesta mesma Vila, na residência de seus pais, com Paulo Jubileu Soares. Este nascido em Pirapetinga, Estado de Minas Gerais, filho legítimo de Oliveiro José Soares e de Oneida Jubileu Soares. O casal reside em Fernando Lobo, e teve apenas uma filha.
V-1 Marta Cristina Assaf Soares. Ela nasceu em Fernando Lobo, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se nesta mesma Localidade, com Carlos Paiva. Este natural de Além Paraíba, filho legítimo de Alair José de Paiva e de dona Aparecida.

IV-10 Mantura Assaf. Ela nasceu no dia 22-10-1944, domingo, em Fernando Lobo, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. E residia nesta mesma Localidade com a sua irmã Maria das Dores Assaf – "Maroca".
Mantura Assaf faleceu no dia 11-02-2003, terça-feira, às 2 horas e 50 minutos da madrugada, no Hospital São Salvador, em Além Paraíba (MG), tendo como causa mortis, falência múltipla dos órgãos, em decorrência de câncer de ovário. Seu corpo foi sepultado à tarde do mesmo dia, no túmulo de número 32, do Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Minas Gerais. Contava 58 anos, 3 meses e 20 dias de idade. Era solteira.

II-3 Issa Khalil Assaf. Ele nasceu e foi batizado em 1865 ou pouco mais ou menos, na localidade de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano; onde também se casou em 1886, com sua conterrânea Najma Mansur. Esta nascida em 1869, ou pouco antes – irmã de João e de José Mansur, que emigraram para o Brasil. Ela, filha legítima de Mansur Abichebeb, falecido no ano de 1900 e de Mariam Mansur, falecida no ano de 1919, ambos na referida Localidade, onde todos residiam.
Eles eram agricultores e possuíam uma pequena propriedade produtora de frutas, verduras e legumes para consumo e o mercado de Beirute, distante cerca de 17 quilômetros da sua propriedade. Eles criavam também, em pequena escala, alguns animais de pequeno porte tais como caprinos, ovinos e também galinhas para a produção de leite, ovos e frangos para subsistência da família.
A sua esposa Najma Mansur era uma mulher loura de olhos verdes e que tinha 1,74 metros de estatura. Possuía estrabismo da vista esquerda e mais tarde, já viúva, ficou cega. Sobreviveu ao marido por muitos anos. Morreu em avançada idade em Kfar Aamay. Eles foram pais de pelo menos três filhos, que vieram para o Brasil, todos no primeiro quartel do século XX.

III-1 Jorge Hisse. Ele nasceu em cerca de 1887, em Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde foi batizado na Igreja Cristã Maronita. Seu nome no Líbano era George Issa. Ele tinha como a mãe, estrabismo convergente numa das vistas.
Veio para o Brasil, solteiro, com cerca de 33 anos de idade e se fixou inicialmente em Santa Cruz, no Município de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro.
Já com mais idade vamos encontrá-lo revendendo pães, roscas e biscoitos, de porta em porta, em Santa Cruz; produtos estes que adquiria nas panificadoras de Pirapetinga (MG) e de Santo Antônio de Pádua (RJ).
Ele que continuou solteiro, em 1955, já com cerca de 68 anos de idade, mudou-se para o povoado de São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; onde passou a morar com o seu irmão Kalil Hissi, que ficara viúvo em 15-12-1954. E ajudava-o em serviços mais leves do armazém de secos e molhados, na então denominada: “Casa Kalil Hissi”.
Jorge Hisse morreu, sem geração, no dia 28-08-1962 – terça-feira, às 2 horas da madrugada, em São Martinho, vítima de colapso cardíaco. Contava 77 anos de idade. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família, no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Estado de Minas Gerais.



III-2 Kalil Hissi. Ele nasceu no dia 23-12-1890, em Kfar Aamay, no atual Município de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, e foi aí batizado na Igreja Cristã Maronita. Tinha 1,65m de estatura. Como o Líbano seguiu o calendário juliano até 1923, a data correta de seu nascimento, pelo calendário gregoriano seguido no Brasil é: 05-01-1891, segunda-feira. O seu nome no Líbano era: Issa Khalil. Casou-se em Kfar Aamay com sua conterrânea Warda Lattuf (pronuncia-se Uarde Lattuf), sendo que o seu nome de casada no Brasil passou a ser: Rosa Lattuf Hissi. Ela nascida em 01-12-1891 = 14-12-1891, segunda-feira, filha legítima de Habib Lattuf Ilyas que faleceu no ano de 1900 aproximadamente, e de Janna Amin falecida no ano de 1903, ambos em Kfar Aamay, donde também eram naturais. A partir do ano de 1903, Warda Lattuf e seu irmão George Habib Lattuf, que ainda estavam na menoridade, passaram a ser criados por um Padre da Igreja Cristã Maronita, casado e pertencente à Paróquia de Kfar Aamay; e pelo que me disseram – tio das crianças.
Kalil Hissi chegou ao Brasil em 1914. Veio só, deixou no Líbano a sua esposa Rosa e o filho Antônio com apenas um ano de idade; não só por causa do início da Primeira Guerra Mundial, como também pela pouca idade do filho. Chegando ao Brasil, ele fixou residência na Zona da Mata do Estado de Minas Gerais, no então Distrito de São Sebastião da Estrela, Município e Comarca de Além Paraíba, e que depois de vários desmembramentos e emancipações ocorridos na região, a localidade teve o seu nome mudado para Estrela Dalva e hoje é pertencente à Comarca de Pirapetinga.
No início, ele passou a mascatear pelas cercanias, batendo uma matraca e transportando em lombo de burro, malas cheias de cortes de tecidos como casimira, linho, seda, brim, e também pequenos utensílios domésticos e objetos de uso pessoal. E, assim ele foi conquistando freguesia e ganhando o seu dinheirinho. Nessa época por volta de 1915, ele alugou um prédio que possuía um bom quintal que divisava pelos fundos com o ribeirão São Lourenço e do lado direito com a rua de acesso ao centro de Estrela Dalva para quem vem pela rodovia principal; e aí, num prédio de três portas, ele além de residir, abriu um empório de secos e molhados.
E nessa época, ele teve uma empregada de nome Idalina Maria de Macedo, que cuidava diariamente dos serviços domésticos e que era moradora numa casa defronte à venda.
Em fins de 1920, depois de seis anos ele reencontra, vindos do Líbano, a sua esposa Rosa Lattuf Hissi e o filho Antônio Hissi, já com sete anos de idade. E nesse referido prédio nasceram os filhos Frontin e Julieta.
Em 1924, os seus negócios não estavam correndo bem. E como o seu conterrâneo Camillo Jorge, resolveu voltar para o Líbano, Kalil Hissi então negociou com ele e ficou com a casa comercial num prédio situado na margem da estrada, próximo da sede da fazenda Conceição e transferiu-se com a família para lá. A venda distava 17,5 quilômetros da estação de Porto Novo, centro comercial da cidade de Além Paraíba. E aí nesse prédio nasceram os seus filhos: José e Sofia. Como o lugar era central demais, Kalil Hissi pelo ano de 1927, transferiu os seus negócios para um prédio próximo da estação ferroviária de Simplício, onde nasceu o filho Paschoal. Em 1928, como os seus negócios também não correram bem em Simplício, Kalil Hissi resolveu mudar-se dali e esteve por algum tempo na cidade de Além Paraíba tentando melhor sorte por ali ao lado de seus conterrâneos. A família havia aumentado; nessa época dos seus seis filhos, só o Antônio trabalhava e estudava fora, morando com o parente Elias David, em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Minas Gerais.
Todavia, ele precisava de mais dinheiro, não só para a manutenção da família, como para reiniciar os seus negócios; pois o que tinha economizado era insuficiente. E na cidade de Além Paraíba, ele conseguiu levantar o restante do capital para implementar os seus negócios; o que foi obtido por empréstimos contraídos com Pichara David Fortes e mais um conterrâneo seu. Ele então se mudou com a família para o Distrito de Água Viva, que na época também pertencia ao Município e Comarca de Além Paraíba (MG), Distrito este que hoje faz parte do Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga. E em Água Viva ele passou a morar numa pequena casa onde construiu um forno de padaria e abriu uma pequenina venda de secos e molhados; e onde nasceram os seus dois últimos filhos: o Abílio Hisse e o Kalil Hisse Júnior – sendo este carinhosamente apelidado de Nagib pelos parentes e amigos. Os negócios progrediram um pouco e ele chegou a alugar um pequeno sítio em Água Viva. Tendo eles nessa época possuído alguns animais, entre eles um burrinho que recebeu o pitoresco nome de “Charuto” e também um cavalo alazão de nome "Guarani".
Com a morte em 21-04-1941, segunda-feira, em Miracema (RJ), do seu irmão José Hisse, que residia em Santa Cruz, no Município de Santo Antônio de Pádua (RJ), Kalil Hissi entrou em negociação com a viúva Ana José de Araújo Hisse e adquiriu uma máquina de beneficiar arroz e um moinho. Como o Distrito de Água Viva ainda não era servida força e luz, no ano de 1942, ele se transferiu com a família para o vizinho povoado de São Martinho, no Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina (MG), Localidade esta servida por ferrovia, que possuia um grande fluxo diário de trens de passageiro e carga nos dois sentidos. E alugou um prédio comercial de tamanho médio pertencente ao cidadão português João Gouvea, morador do sítio Boa Vista, no Distrito de Água Viva. E aí instalou numa das divisórias do prédio a máquina de beneficiar arroz com o nome de “Usina Santa Úrsula” e na outra, com três portas, ele abriu um armazém de secos e molhados e armarinhos; passando a residir nos cômodos restantes, cuja entrada e saída era pelo balcão do próprio armazém. Nessa época três de seus sobrinhos, filhos ainda na menoridade do seu finado irmão José Hisse, passaram a morar com a família: o Hisse José Hisse, a Naggme José Hisse e a Salime José Hisse. E na parte dos fundos do quintal havia uma segunda casa onde passaram a dormir os filhos, sobrinhos e visitas. Nessa ocasião a família possuía uma cabra para produção de leite e mantinha ainda o cavalo “Guarani”, que por volta de 1947, foi atingido e morto por um raio quando se encontrava ao lado de um pé de eucalipto velho e perfumoso, que existia mais ao fundo do quintal.
Na avassaladora enchente ocorrida na madrugada do dia 15-12-1948, quarta-feira, a sua esposa Rosa estava viajando e o Kalil Hissi junto com os filhos, Sofia, Abílio, Kalil e mais os sobrinhos, Hisse, Naggme e Salime, se salvaram, por sorte daquelas águas barrentas, ao ficarem em cima da máquina de beneficiar arroz. Mas o prejuízo foi enorme. Mais tarde ele mudou o nome da firma para “Casa Kalil Hissi”. Já no início da década de 1950, ele adquiriu um novo moinho de fubá. O empório era prestador de serviços de beneficiamento de arroz e produção de fubá para diversos comerciantes, fazendeiros, sitiantes e meeiros da região. Também comprava sacas de arroz em casca para beneficiar e também carros de boi cheios de espigas de milho, que pagava por balaio; ambos os produtos eram destinados à produção de derivados para vender a granel e exportar por atacado, com guia de exportação, para comerciantes de localidades vizinhas servidas pela ferrovia.
Cultivava uma grande horta, sempre muito sortida, que ocupava mais da metade do quintal, que produzia grande variedade de hortaliças e legumes durante o ano todo para venda e consumo. Tinha ele o hábito de se levantar às cinco horas da manhã para cuidar da manutenção da horta. Para a rega ele aproveitava inteligentemente as águas de um regato que adentrava os terrenos por cerca de dez metros pelos fundos e que depois descia em ângulo reto atravessando os fundos dos outros quintais vizinhos.
Na área da horta margeando as cercas ele plantou algumas f mangueiras, laranjeiras, pinheiras e figueiras; na outra área perto de um pé de sabugueiro havia uma linda parreira e mais ao fundo, destacava-se ao lado de uma valetinha onde fluía um filete de água que desaguava no regato, um frondoso pé de eucalipto de uma variedade que possuía um tronco muito grosso e já bem velho que ali sobrara, provavelmente de uma plantação feita pelos ingleses por volta de 1875 para diminuir a umidade e ajudar a secar o terreno, na época da construção da Estrada de Ferro Leopoldina.
Com o passar do tempo, os seus filhos e sobrinhos ao se emanciparem iam deixando o povoado de São Martinho e se estabelecendo em localidades com mais recursos. Já no início de 1951, só os filhos Abílio e Sofia permaneciam ainda na casa dos pais e ajudando-os.
Em 15-12-1954, quarta-feira, por volta de uma hora da madrugada, morreu sua esposa Rosa Lattuf Hissi, em casa no povoado de São Martinho, aos 61 anos e 14 dias de idade, vítima de ataque cardíaco, tendo o seu corpo sido sepultado na tarde do mesmo dia no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Minas Gerais.
No início de 1955, só a Sofia continuou morando com ele. Isto até o dia do seu casamento, que foi realizado no dia 11-07-1955, segunda-feira. E o Kalil Hissi que desde a década de 1930 vinha engordando bastante, se tornou uma pessoa obesa e sempre fumando muito. E já então aos 65 anos de idade arranjou uma empregada doméstica da região que tinha pouco mais de cinquenta anos de idade para cuidar da casa, lavar e cozinhar. Que dormia na casa dos fundos.
No início de 1956 passou a morar com ele, o seu irmão mais velho, Jorge Hissi, que na época já tinha cerca de 71 anos de idade; mas, que passou a ajudá-lo um pouco no dia a dia, em serviços rotineiros, como o de tomar conta da venda.
Quase sete anos mais tarde com a morte do seu irmão Jorge Hissi, em 28-08-1962, terça-feira, com cerca de 77 anos de idade, ele então permaneceu sozinho auxiliado apenas pela mesma empregada doméstica.
Em abril de 1964, Kalil Hissi adoeceu e descobriram que tinha câncer de pulmão. E no mês de maio desse mesmo ano, o seu filho Frontin Hissi o levou para um tratamento especializado na cidade do Rio de Janeiro, então Capital Federal. E lá extraíram-lhe um dos pulmões e aplicaram no tratamento a radiação de cobalto, o recurso mais moderno naquela época. Mas, avisaram aos familiares que ele teria no máximo cerca de seis meses de vida. E passou a receber todos os cuidados e a continuação do tratamento com acompanhamento do médico, Doutor Licínio de Oliveira Sertã, na casa residencial do seu filho José Hisse, em Volta Grande, Minas Gerais, onde morreu no dia 12-12-1964, sábado, pelas duas horas da madrugada. Contava 73 anos, 11 meses e 7 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família no Cemitério São Sebastião, nesta mesma Cidade.
























































IV-1 Antônio Hissi. Ele nasceu no dia 16-02-1913, domingo, em Kfar Aamay, localidade hoje pertencente ao Município de Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano. Tinha apenas 1 ano de idade quando o seu pai veio para o Brasil. E lá permaneceu junto de sua mãe e os parentes.
Por causa da Primeira Grande Guerra Mundial, ele e sua mãe só puderam vir para o Brasil no final do ano de 1920. Contava então 7 anos de idade. E passou a morar com a família em São Sebastião da Estrela, hoje Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Minas Gerais.
Em 1925, seus pais se transferiram para um prédio à margem da estrada, próximo à sede da fazenda Conceição no Município de Além Paraíba (MG). E ele já com 12 anos de idade, para continuar os seus estudos, passou a morar com a família do parente Elias David, em Estrela Dalva e a ajudá-lo na firma comercial que ficava próxima da estação ferroviária.
Alguns anos mais tarde, já rapaz, ele conseguiu fundar um estabelecimento comercial para si, na vizinha Volta Grande, Minas Gerais, com um razoável sortimento de tecidos, calçados, armarinhos, utensílios domésticos e gêneros alimentícios. Isso lhe deu a oportunidade de colocar em prática o seu bom coração e realizar o seu grande sonho: o de poder ajudar a encaminhar os seus irmãos no trabalho e também nos estudos.
Graças ao seu carisma e vocação comercial, ele conquistou logo uma boa freguesia. Já de início passou a contar com a ajuda dos irmãos que passaram a trabalhar com ele. A firma prosperou e veio a se tornar uma das lojas mais importantes da cidade de Volta Grande. Em 1953, já com 39 anos de idade, ele passou a loja para o seu irmão José Hisse que iria se casar no ano seguinte e se transferiu para a cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro; onde há cerca de oito anos já vinha residindo e trabalhando o seu irmão Frontin Hissi (cuja pronúncia é “Frontém Íssi”). Foram também com ele para Nova Friburgo, os irmãos Paschoal Hissi, Kalil Hisse Júnior e mais tarde, o Abílio Hisse que morava em São Martinho, no Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Lá, o Antônio Hissi inaugurou à Rua Moisés Amélio no 34, no Centro da referida Cidade – a "Casa Hissi", um empório especializado em ferramentas, artigos de ferragem e miudezas, com um setor para venda de mantimentos por atacado, a fim de atender aos seus antigos e fiéis fregueses de Minas Gerais, valendo-se do transporte pelo ramal ferroviário que interligava Nova Friburgo à estação de Melo Barreto na linha tronco que partindo do Rio de Janeiro chegava a inúmeras localidades da Zona da Mata Mineira. Este atendimento perdurou até 1961, quando surgiu a lei para supressão de ramais deficitários e em substituição aos mesmos, o asfaltamento de rodovias.
Antônio Hissi não se casou, todavia conviveu em união consensual estável, discreta e reservadamente, mas sem deixar filhos, com uma senhora separada do marido. Esta se chamava dona Maria Bon e que já tinha alguns filhos menores de seu casamento. O casal residia no Bairro de Olaria, em Nova Friburgo.
Antônio Hissi morreu no dia 22-07-1983, sexta-feira, contava 70 anos, 5 meses e 6 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro.

IV-2 Frontin Hissi. Ele nasceu no dia 17-10-1921, segunda-feira, às 3 horas da madrugada, em São Sebastião da Estrela, hoje Estrela Dalva, Comarca de Pirapetiga, Estado de Minas Gerais; e que foi aí também batizado, em 08-12-1921, quinta-feira, pelo Padre João Baptista da Silva, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, tendo como padrinhos: João José Neder e Faride Issi. Embora tenha recebido na pia batismal o nome de Elias, o seu pai resolveu registrá-lo com o nome de Frontin Hissi (que pronunciavam “Frontém Íssi”). Inicialmente, ele estudou em Estrela Dalva e trabalhou na firma comercial do Elias David.
Frontin recebeu convocação para servir ao Exército Brasileiro. E depois de terminar o treinamento militar, em fins de 1944, na cidade de São João del Rei (MG), ele foi destacado para lutar na Itália, na Segunda Guerra Mundial. Entretanto quando a sua unidade já estava preparada para embarcar para a cidade do Recife e depois para Fernando de Noronha e dali seguir para a Itália, a guerra terminou.
Após a sua liberação do vínculo militar, Frontin Hissi seguiu para Nova Friburgo (RJ), onde conseguiu um emprego na antiga Casa Moysés Amélio, importante firma do ramo de materiais de construção.
Ele se casou na cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, no dia 12-12-1946, quinta-feira, com a normalista Nazira Bouhid, que adotou o nome: Nazira Bouhid Hissi. E o casal fixou residência em definitivo na cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro.
No ano de 1955, Frontin Hissi deixou a firma "Moysés Amélio" que gerenciava brilhantemente e onde já trabalhava há dez anos. E fundou com suas economias a firma comercial "Frontin Hissi", na Rua Alberto Braune no 159, no Centro de Nova Friburgo (RJ). Nessa época ele começou a estudar à noite no Colégio Cêfel desta Cidade e no ano de 1960, já aos 39 anos de idade, diplomou-se em Contabilidade. E era sempre o primeiro aluno da classe.
Frontin Hissi morreu no dia 10-05-1980, sábado, vítima de ataque cardíaco, em Nova Friburgo. Contava 58 anos, 6 meses e 23 dias de idade e após 33 anos, 4 meses e 28 dias de casado. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Nova Friburgo.
Já a Nazira Bouhid Hissi que sobreviveu ao marido por 26 anos, 10 meses e 1 dia, faleceu viúva na manhã do dia 11-03-2007, domingo, aos 83 anos, 3 meses e 15 dias de idade, em decorrência de câncer. O seu corpo jaz sepultado junto ao do marido no Cemitério Municipal de Nova Friburgo.
Em 22-08-1983, pela Lei no 1.770, a Câmara Municipal de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, o homenageou com a criação da Rua Frontin Hissi, no Bairro Prado, desta cidade serrana (CEP 28635-310).
Frontin Hissi e Nazira Bouhid Hissi tiveram três filhos.
Eis a ascendência da esposa:
1 ―  Nazira Bouhid. Ela nasceu em Volta Grande, Estado de Minas Gerais, no dia 24-11-1923, sábado, às 8 horas da manhã, e se casou nesta mesma Cidade no dia 12-12-1946, quinta-feira, adotando o nome: Nazira Bouhid Hissi. Os seus pais e familiares chegaram ao Brasil no ano de 1911, pelo porto da cidade do Rio de janeiro, então Capital Federal. E todos os seus ascendentes professavam a religião ortodoxa grega, em Zahlé, Capital da atual Província de Bekaa, na República do Líbano. Eis a relação contendo ela e todos os seus irmãos: [1] ― Julieta Bouhid (18-10-1910―03-11-1982), natural de Zahlé, no Líbano e que se casou no dia 04-09-1935, quarta-feira, em Volta Grande (MG) com Jorge José Jeha; e se estabeleceram em Cruzeiro (SP); ambos já são falecidos (ela, com 72 anos e 16 dias de idade). E eles tiveram cinco filhos: Elza, Maria, Elias, José Luiz e Regina Sueli. [2] ― Doutor Waldyr Bouhid (26-03-1912―08-09-1993), natural de Estrela Dalva (MG), consagrado médico com consideráveis serviços prestados na Região Nordeste do Brasil e mais tarde por anseio da sociedade acabou se dedicando com sucesso à militância política no Estado do Pará, onde pelo seu vasto conhecimento ocupou de forma meritória importantes cargos. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, aos 82 anos, 5 meses e 13 dias de idade. Convivera em união consensual estável, com dona Maria do Perpétuo Socorro Attademo. E eles foram pais da Anna Christina. [3] ― Maria do Carmo Bouhid (24-10-1914―28-02-1993). Nascida em Estrela Dalva (MG) e falecida em Volta Grande (MG) aos 78 anos, 4 meses e 4 dias de idade. Solteira. [4] ― Rosa Bouhid (30-05-1916―30-04-2003). Natural de Estrela Dalva (MG) e casada com o comerciante Tannus Simão, estabelecidos em Santo Antônio de Pádua (RJ). Ela, faleceu viúva, em Nova Friburgo (RJ), aos 86 anos e 11 meses de idade. Sem geração. [5] ― José Bouhid Netto (28-04-1918―03-06-1988) Natural de Estrela Dalva (MG) e casado com dona Maria de Lourdes Barga Mello. Ele faleceu aos 70 anos, 1 mês e 6 dias de idade. Sem mais notícias. [6] ― Olga Bouhid (15-06-1920―11-10-1997). Natural de Estrela Dalva (MG) e ex-funcionária da Prefeitura Municipal de Volta Grande (MG). Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, aos 77 anos, 3 meses e 26 dias de idade. Era solteira. [7] ― João Bouhid (26-12-1921―17-11-1967). Ele é natural do Distrito de Conservatória, Município de Valença (RJ) e casou-se com Odete Alexandre, nascida no dia 09-06-1924, segunda-feira, em Kfar Aamay, no atual Município de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Ele faleceu na cidade de Além Paraíba (MG), aos 45 anos, 10 meses e 22 dias de idade. Odete, já nonagenária, mora próxima dos filhos, netos e bisnetos em Além Paraíba. O casal teve sete filhos: Elias, José Maurício, Marco Antônio, Maria Auxiliadora, Alexandre Calil, Maria Bernadete e Luiz Sérgio. [8] ― Nazira Bouhid (24-11-1923―11-03-2007). Natural de Volta Grande (MG), onde também se casou em 12-12-1946, quinta-feira, com Frontin Hissi (17-10-1921―10-05-1980), passando a assinar-se, Nazira Bouhid Hissi; sendo ele natural de Estrela Dalva (MG). E que residiram e foram comerciantes em Nova Friburgo (RJ), onde faleceram e jazem sepultados. Tiveram três filhos: Elias Augusto, José Guilherme e Paulo Gustavo. [9] ― Doutor Eduardo Bouhid. Natural de Volta Grande (MG) e casado em Recreio (MG) com Maria José Fajardo Zamagna, natural desta mesma localidade. O casal reside em Além Paraíba (MG); ele com 89 anos de idade e ela com 83. Os seus cinco filhos: Elias Henrique, Maria Aparecida, Luiz Cláudio, João Carlos e Maria Cristina. [10] ― Salim Bouhid (04-10-1927―20-05-2003). Natural de Volta Grande (MG) e falecido na cidade do Rio de Janeiro, aos 75 anos, 7 meses e 16 dias de idade. Estando o seu corpo sepultado no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande (MG). Ele fora casado duas vezes. Tendo o seu primeiro casamento sido realizado na cidade de Pedro Leopoldo (MG), no ano de 1953, com Maria Madalena Soares Belisário, natural do Estado da Bahia, filha de Fernando Veloso Pinto e de sua mulher Maria Eugênia Soares; mas, adotada e criada pelo casal Nélson Belisário Vianna e sua mulher Maria Magdalena Soares Belisário; e que em virtude do casamento adotou o nome: Maria Madalena Belisário Bouhid. E eles tiveram os seguintes filhos: Maria de Fátima, Jussara, Maria da Conceição, Nélson Eugênio, Elias João, Waldyr, Iara Lúcia, Fátima Sueli e Monique Cristina. No ano de 1976, Salim Bouhid ficando viúvo, casara-se em segundas núpcias com Márcia Letícia Soares, também natural do Estado da Bahia e irmã da sua primeira esposa Maria Madalena; sendo, Márcia Letícia Soares Bouhid, o seu nome de casada. E tiveram a Camila Soares Bouhid. [11] ― Aziz Bouhid (27-02-1929―19-01-1930). Nascido em Volta Grande (MG) e aí falecido com apenas 10 meses e 23 dias de vida. [12] ― Nehyl Bouhid. Natural de Volta Grande (MG) e casada com Benedito Carmargo, e que em virtude do casamento adotou o nome: Nehyl Bouhid de Camargo. Esta faleceu em Belo Horizonte (MG), no dia 19-05-1972. São seus filhos: Eliete, Luiz Elias e Carlos Augusto. [13] ― Neieff Bouhid. Filho adotivo, cirurgião-dentista, casado com Alcyr França que passou a assinar-se Alcyr França Bouhid. Ambos estabelecidos na Capital Carioca. Ela, aí falecida viúva e aposentada, no dia 26-09-2009, sábado. Tiveram a filha Gláucia. [14] ― Antônio Bouhid. Filho adotivo casado com Berenice Pereira Ribeiro. Filho: Paulo.
Pais:
2 ― Elias Bouhid. Nascido em 22-02-1890, sábado, em Zahlé, hoje capital da Província de Bekaa, República do Líbano e que faleceu em Volta Grande, Estado de Minas Gerais, no dia 02-07-1947, quarta-feira, aos 57 anos, 4 meses e 10 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família, no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande. O Elias Bouhid e sua esposa Sophia Abalem eram primos.
3 ― Sophia Abalem. Nascida no dia 14-09-1894, sexta-feira, em Zahlé, hoje capital da Província de Bekaa, República do Líbano. Veio casada do Líbano e passou a se chamar: Sophia Bouhid. Ela faleceu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 16-01-1978, segunda-feira, aos 83 anos, 3 meses e 28 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família, no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande.
Avós paternos:
4 ― José Bouhid (Youssef Bouhid). Nascido por volta de 1850 em Zahlé, Líbano e falecido no dia 29-12-1928, sábado, em Volta Grande, Estado de Minas Gerais, aos 78 anos de idade, em decorrência de diabetes. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família, no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande. Ele era irmão da [7] Rosa Bouhid (Warda Bouhid).
5 ― Rosa Chagra (Warda Chagra). Natural de Zahlé, Líbano.
Avós maternos:
6 ― Khalil Abalem. Natural de Zahlé, Líbano.
7 ― Rosa Bouhid (Warda Bouhid). Natural de Zahlé, Líbano. Esta, irmã do [4] José Bouhid (Youssef Bouhid).
Bisavós:
8 ― Elias Bouhid (Ilyas Bouhid). Natural de Zahlé, Líbano.
9 ― Bárbara Bouhid (Burbara Bouhid). Natural de Zahlé, Líbano.
10 ― João Chagra (Hanna Chagra). Natural de Zahlé, Líbano.
11 ― Maria Chagra (Mariam Chagra). Natural de Zahlé, Líbano.
14 ― Elias Bouhid (Ilyas Bouhid) – mesma pessoa de no 8.
15 ― Bárbara Bouhid (Burbara Bouhid) – mesma pessoa de no 9.
V-1 Elias Augusto Bouhid Hissi. Bioquímico, nascido na cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro. Ele se casou na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, com sua prima, Maria Julieta Hisse de Castro, que adotou o nome: Maria Julieta de Castro Hissi.
O casal é residente na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Eis a ascendência da esposa até seus bisavós: [1] Maria Julieta Hisse de Castro; nascida na localidade de São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; irmã e concunhada da Maria Helena Hisse de Castro que se casou com José Guilherme Bouhid Hissi. Filha legítima de [2] Vanor Vasques de Castro (02-12-1915—12-04-1975) e de [3] Julieta Lattuf Hissi (26-02-1923—15-09-1980), que adotou o nome: Julieta Hisse de Castro; mais conhecida por “Júlia”. Neta paterna do fazendeiro [4] Luís Augusto Teixeira de Castro (01-06-1867—03-12-1935) e de sua segunda esposa, [5] Julieta Vasques de Miranda (09-07-1878—28-01-1943); casados em 08-07-1899, na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva, Município de Estrela Dalva, Minas Gerais; sendo Julieta Vasques de Castro o seu nome de casada. Neta materna de [6] Kalil Hissi (23-12-1890=05-01-1891—12-12-1964), natural de Kfar Aamay, Líbano e de sua mulher, [7] Rosa Lattuf (01-12-1891=14-12-1891—15-12-1954), conterrânea do marido, que se casaram no Líbano, sendo Rosa Lattuf Hissi o seu nome de casada. Por Luís Augusto Teixeira de Castro: bisneta do agricultor [8] Joaquim Antônio Teixeira de Castro (Cerca de 1816—31-01-1893), natural da região norte de Portugal e de sua segunda mulher, [9] Carolina Augusta de Siqueira, natural de Minas Gerais e falecida no dia 14-11-1880, sendo Carolina Augusta de Siqueira Castro, o seu nome de casada. Por Julieta Vasques de Miranda: bisneta do fazendeiro [10] José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833—21-12-1915), natural da Galiza, Espanha e de sua segunda mulher, [11] Rosa Luísa de Menezes (1845—18-08-1927), natural da região do atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Minas Gerais; sendo Rosa Luísa de Menezes Vasques o seu nome de casada. Por Kalil Hissi: bisneta do agricultor [12] Issa Khalil Assaf, cristão maronita libanês natural de Kfar Aamay, e de sua mulher e conterrânea, [13] Najma Mansur, que morreu em Kfar Aamay, viúva e cega, com avançada idade. Por Rosa Lattuf: bisneta de [14] Habib Lattuf Ilyas, natural de Kfar Aamay, Líbano, lugar onde sempre morou e que faleceu em 1900; e de sua mulher, [15] Janna Amin, sua conterrânea, que faleceu em 1903, em Kfar Aamay, no Líbano.
Vide abaixo Maria Julieta Hisse de Castro, no item V-10, de IV-3, de III-2, de II-3, de I, do §1.
VI-1 Matheus de Castro Hissi. Solteiro (2015).
V-2 José Guilherme Bouhid Hissi. Ele é cirurgião-dentista, natural da cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro. Casou-se na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, com sua prima, Maria Helena Hisse de Castro, que adotou o nome: Maria Helena de Castro Hissi, psicóloga em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Ela é irmã da Maria Julieta de Castro Hissi acima citada. Vide acima a ascendência.
Vide abaixo Maria Helena Hisse de Castro, no item V-8, de IV-3, de III-2, de II-3, de I, do §1.
VI-1 Gustavo de Castro Hissi. Ele é engenheiro, natural da cidade de Além Paraíba (MG). Casou-se em São José dos Campos (SP), com Quéssia Elaine Assis Luz, que adotou o nome: Quéssia Elaine Luz Hissi. Ela é formada em Direito; filha legítima de Mauro Cagnoni Luz e de Solange de Assis Cândida Luz. O casal reside em São José dos Campos (SP).
VII-1 José Mauro Hissi. Ele nasceu em São José dos Campos (SP).
VI-2 Marcelo de Castro Hissi. Ele é natural da cidade de Além Paraíba (MG). Formado em Curso Técnico de Eletrônica e em Administração de Empresas e Negócios.
Ele convive em união consensual estável com Rute Angélica da Silva, sendo esta, filha de Joaquim Expedito da Silva e de Regina Aparecida. O casal reside em São José dos Campos (SP).
VII-1 Rafael da Silva de Castro Hissi. Ele nasceu em São José dos Campos (SP).
VI-3 Aline de Castro Hissi. Solteira (2015).
VI-4 Camila de Castro Hissi. Solteira (2015).
V-3 Paulo Gustavo Bouhid Hissi. Natural da cidade de Nova Friburgo (RJ). Conhecido nos meios familiares por "Patalo". Sucedeu ao pai na direção da firma comercial denominada “Casa Frontin Hissi”, situada nesta mesma Cidade; e que esteve em atividade até o ano de 2004. Atualmente ele se dedica ao ramo de farmácia.
Casou-se na cidade de Nova Friburgo (RJ), com Lourdes Aparecida Marques de Azevedo, que após o casamento adotou o nome: Lourdes Aparecida Marques de Azevedo Hissi. Ela, natural da localidade de Trajano de Morais (RJ), filha legítima de Joaquim Fernando de Azevedo e de Maria Luiza Marques de Azevedo.
O casal tem três filhas e reside em Nova Friburgo (RJ).
VI-1 Carolina Azevedo Hissi. Natural de Nova Friburgo (RJ). Solteira (2015).
VI-2 Luiza Azevedo Hissi. Natural de Nova Friburgo (RJ). Solteira (2015).
VI-3 Paula Azevedo Hissi. Natural de Nova Friburgo (RJ). Solteira (2015).

IV-3 Julieta Lattuf Hissi “Júlia”. Nascida no dia 26-02-1923, segunda-feira, às 23 horas, em São Sebastião da Estrela, hoje, Estrela Dalva (MG). Ela foi aí batizada pelo Padre João Batista da Silva, no dia 27-05-1923, domingo, na igreja de Nossa Senhora da Conceição; forão seus padrinhos: o comerciante Elias Bouhid e a sua esposa Sophia Bouhid. Ela fez seus estudos primários com a professora estadual Agostinha Vasques de Menezes, no Distrito de Água Viva, que na época pertencia ao Município de Além Paraíba e que atualmente pertence ao de Estrela Dalva (MG). Em 1935 ela passou a estudar no Colégio Santos Anjos, em Além Paraíba (que havia sido fundado em 07-03-1934), parando após ter completado o ano letivo de 1937, quando ficou noiva.
Casou-se com Vanor Vasques de Castro e adotou o nome: Julieta Hisse de Castro. O casamento foi realizado no dia 23-02-1938, uma quarta-feira anterior ao Carnaval, às 16 horas na sede da fazenda da Pedra dos pais do noivo, no Distrito de Água Viva (MG). Ele nascido no dia 02-12-1915, quinta-feira, na sede desta referida fazenda e sendo batizado em 01-03-1916, quarta-feira, na capela do Divino Espírito Santo, desta mesma vila, pelo Padre Aristides de Araújo Porto (que anos mais tarde se tornou bispo de Montes Claros), em que foram padrinhos: o irmão Oswaldo Vasques de Castro e a tia materna, Anna Vasques Vieira – "Zizinha”.
Ele iniciou os seus estudos primários em Água Viva no ano de 1923, com a professora estadual, Agostinha Vasques de Menezes (sua tia materna) e já pelo ano de 1927, passou a estudar em Recreio (MG).
Eis a ascendência do marido até seus avós:
1 ― Vanor Vasques de Castro (02-12-1915—12-04-1975). Que no ano de 1923, iniciou seus estudos na vila de Àgua Viva com a professora estadual, dona Agostinha Vasques de Menezes (sua tia materna); e já pelo ano de 1927, passou a morar e estudar em Recreio (MG). Mais tarde retornou à Água Viva para ajudar os pais na fazenda da Pedra.
Pais:
2 ― Luís Augusto Teixeira de Castro (01-06-1867—03-12-1935). Ele foi comerciante e fazendeiro no Distrito de São Luís, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Comarca de Além Paraíba, Minas Gerais; e a partir de 1905, fazendeiro, proprietário da fazenda da Pedra, no Distrito do Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Minas Gerais.
O Luís Augusto Teixeira de Castro nascera na sede do antigo sítio Gratidão, que se localizava em área hoje pertencente ao Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais; e faleceu na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva, aos 68 anos, 6 meses e 2 dias de idade e após 36 anos, 4 meses e 25 dias de casado. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Público de Trimonte.
3 ― Julieta Vasques de Miranda (09-07-1878—28-01-1943). Que foi segunda mulher de Lúís Augusto Teixeira de Castro, viúvo que ficara de dona Maria Teresa Pacheco de Castro (Maria Teresa Pacheco Vieira quando solteira e que era natural da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, atual Município de Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro). Após o seu casamento realizado em Água Viva na sede da fazenda do Rochedo de seus pais, no sábado, dia 08-07-1899, ela adotou o nome: Julieta Vasques de Castro.
Ela morreu na cidade de Recreio, Minas Gerais, aos 64 anos, 6 meses e 20 dias de idade; e seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande.
Avós paternos:
4 ― Joaquim Antônio Teixeira de Castro (Cerca de 1816—31-01-1893). Agricultor, natural de Portugal. Morreu aos 76 anos de idade, no Distrito de São Luís, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. E seu corpo jaz sepultado no Cemitério do Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba.
5 ― Carolina Augusta de Siqueira. Natural de Minas Gerais e falecida em 14-11-1880, na sede do antigo sítio Gratidão em área do atual Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina. Estado de Minas Gerais. Seu corpo foi sepultado no Cemitério do Distrito de Angustura. Carolina Augusta de Siqueira Castro era o seu nome de casada.
Avós maternos:
6 ― José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833—21-12-1915). Natural da Galiza, Espanha. Veio viúvo para o Brasil. Morreu na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de São Luís, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais; contava 82 anos, 1 mês e 20 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família no Cemitério Público de Trimonte.
7 ― Rosa Luísa de Menezes (1845—18-08-1927). Ela nascieu na região do atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Minas Gerais; sendo Rosa Luísa de Menezes Vasques o seu nome de casada. Foi a segunda esposa do José Bento Vasques de Miranda. Morreu em Água Viva com cerca de 82 anos de idade e o sepultamento do corpo foi no Cemitério Público de Trimonte.
No final de 1942 o Vanor Vasques de Castro comprou o sítio da Baixada de Bernardo Garcia Lourenzo e sua mulher, também no Distrito de Água Viva, onde residiram até meados de 1945, quando o venderam em 10-05-1944, para a Companhia Açucareira de Volta Grande Sociedade Anônima e se mudaram para uma casa alugada no povoado de São Martinho, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Em fins de 1947, o casal comprou dos herdeiros de Bento Correia Pinto, um prédio duplo de duas cumeeiras. Este tinha de um lado uma moradia com oito cômodos e do outro uma ferraria já montada onde havia uma repartição da agência dos correios, que ficara vaga com a morte do seu titular – o Agente Postal Bento Correia Pinto. No início de 1948, a Família mudou-se para o referido prédio. Julieta Hisse de Castro entrou para os correios no dia 14-02-1948, sábado, como Agente Postal de São Martinho, cuja agência pertencia à Diretoria Regional de Juiz de Fora, do então Departamento dos Correios e Telégrafos, subordinado ao Ministério da Viação e Obras Públicas – Departamento este que hoje é a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, subordinada ao Ministério das Comunicações.
Vanor Vasques de Castro passou então a dirigir a bem aparelhada ferraria, um estabelecimento muito comum na época. Até que na madrugada do dia 15-12-1948, quarta-feira, um acontecimento inesperado dificultou muito a vida da família e de todos os moradores daquela vila: a enchente de grandes proporções que devastou toda aquela região e em que a família se salvou milagrosamente. Mas, perdendo quase todos os seus bens; sobrando apenas parte dos móveis, algumas peças roupas e objetos do lar, assim como as máquinas, ferramentas e sucatas da ferraria. Somente metade do prédio permaneceu de pé, e mesmo assim necessitando de restauração geral, inclusive na parte em que residiam.
Todavia no ano seguinte (1949), eles conseguiram se reorganizar e com um pouco de ajuda do governo estadual, adquiriu um prédio vizinho posto à venda, de paredes externas mais largas, de 18,90m por 8,90m, que totalizava uma área construída de 168,21m² e que possuía um grande quintal com diversas árvores frutíferas; e que somado com o quintal da outra propriedade, perfazia uma área de 1.933,00m². Fizeram algumas modificações no prédio e nele passaram a residir. Alugou o outro e mais tarde o negociou.
Em 1950, Vanor Vasques de Castro, não tinha carro, mas resolveu aprender a dirigir e tirar carteira de motorista. Em 23-02-1951, ele prestou o respectivo exame em Leopoldina, Minas Gerais; e recebendo no dia 19-04-1951 a sua carteira nacional de habilitação profissional de número 56.518, para dirigir automóveis.
Pelos idos de 1952, depois de fazer um curso por correspondência no Instituto Universal Brasileiro de São Paulo, ele passou a ser o retratista do lugar. Pouco tempo depois, ele adquiriu do sitiante Sebastião Rodrigues Pandeló, do vizinho Distrito de Providência, um automóvel da marca Chevrolet, sedan, ano 1936; mudou sua cor original de verde-escuro para verde-claro e o colocou na praça. Em 03-10-1954, filiado ao PSD – Partido Social Democrático, ele foi eleito Juiz de Paz do Distrito de Providência, Município de Leopoldina, que na época era cargo eletivo, ao obter 259 votos e que foi diplomado no dia 15-11-1954, pela 75ª Zona Eleitoral do Estado de Minas Gerais, na cidade de Leopoldina. Desempenhou o cargo no período de 31-01-1955 até 31-01-1960. O Vanor com o passar do tempo, transformou a ferraria, que já não dava lucro, numa boa oficina, que ele passou a utilizar para consertar rádios, máquinas de costuras e também para fazer diversos biscates servindo aos trabalhadores espalhados pelas fazendas do Distrito.
No ano de 1966, em São Martinho, Vanor começou a estudar e a fazer experiências com um tipo de antena de origem alemã que tinha o formato de losango ou rombo, para captar sinais de televisão por tropodifusão; e que era conhecida por antena rômbica. Antena esta que era instalada no cume dos morros, no melhor ponto de captação. Era fixada em postes de madeira, com o lado maior do losango direcionado para o local da emissora e cujo tamanho variava em função da distância. Depois de obter assessoramento técnico com o técnico Calil Chaim de Volta Grande, Minas Gerais, ele chegou a instalar algumas dessas antenas em São Martinho; um trabalho deveras árduo, porque o posteamento com os fios tinha que atravessar grandes distâncias até chegar ao televisor, onde havia uma chave tipo faca para a proteção do televisor contra raios.
Com a desativação da Agência Postal de São Martinho, que ocorreu logo depois da mudança do Departamento dos Correios e Telégrafos que era subordinado ao Ministério da Viação e Obras Públicas, para Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, subordinada ao Ministério das Comunicações, no dia 20-03-1969, pelo Decreto-Lei No 509, Julieta Hisse de Castro passou a ficar em disponibilidade e teria que bater ponto diariamente, na Agência Postal Telegráfica de Recreio, Minas Gerais. Por este motivo a família se transferiu para esta aprazível Cidade já no final de 1969, passando a residir na Rua Aragão, atual Rua Francisco Augusto Uffer de Freitas. E na cidade de Recreio, Vanor Vasques de Castro visando seu aprimoramento fez um curso de rádiotécnico por correspondência e continuou se interessando por instalação e se dedicando em instalar antenas de televisão na região de São Martinho. No dia 14-09-1971, pelas 14 horas e 30 minutos, Vanor se acidentou ao sofrer um escorregão e fraturar uma clavícula, mas conseguiu total recuperação. Já no mês de julho de 1974 ele fraturou a cabeça do fêmur quando tentava empurrar um ônibus numa estrada escorregadia e optou por não colocar prótese; fazendo somente a redução da fratura e a imobilização com gesso da cintura para baixo; por causa disto, depois de ter permanecido imóvel durante alguns meses e sentido muito desconforto, ele não só engordou, como ficou com a perna um pouco mais curta do que a outra; passando então a fazer uso de uma muleta canadense para se locomover.
Vanor veio a falecer em Recreio, Minas Gerais, no dia 12-04-1975, sábado, à 0 hora e 15 minutos, aos 59 anos, 4 meses e 10 dias de idade e depois de 37 anos, 1 mês e 20 dias de casado, vitima de edema agudo do pulmão; e seu corpo foi sepultado no Cemitério Público de Trimonte, no Município de Volta Grande, Minas Gerais.
No ano de 1976, Julieta transferiu-se com os filhos para a cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, passando a residir inicialmente à Rua Capitão Mendes, mudando-se pouco depois para a Rua São Geraldo e por último para a Rua Cecília Binato no Terreirão. Em 14-05-1980 ela se aposentou nos correios como Agente Postal referência 29.
Julieta Hisse de Castro veio a falecer no dia 15-09-1980, segunda-feira, às 18 horas e 30 minutos, no Hospital São Salvador, em Além Paraíba, aos 57 anos, 6 meses e 20 dias de idade, em consequência de edema agudo do pulmão. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Público de Trimonte. O casal teve quatorze filhos, sendo sete homens e sete mulheres.

V-1 Maria Dilene Hisse de Castro. Filha primogênita, nascida no dia 25-12-1938, domingo, dia de Natal, às 11 horas da manhã, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, então pertencente ao Município de Volta Grande e hoje ao de Estrela Dalva, Minas Gerais. E que foi aí batizada no dia 05-02-1939, domingo, na capela do Divino Espírito Santo, pelo Padre espanhol, Benito Vasquez, Vigário da igreja Madre de Deus de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Geras; no qual foram padrinhos: Kalil Hissi e Julieta Vasques de Castro. Ela morreu no dia 19-11-1941, quarta-feira, dia da Bandeira, às 23 horas, na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva, em decorrência de intoxicação e infecção renal. Seu corpo foi sepultado na tarde do dia seguinte no Cemitério Público de Trimonte, no Município de Volta Grande, Minas Gerais. Tinha apenas 2 anos, 10 meses e 25 dias de idade.
V-2 Luiz Fernando Hisse de Castro. É o autor da presente árvore genealógica da família. Ele nasceu na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, então pertencente ao Município de Volta Grande e hoje ao de Estrela Dalva, Minas Gerais; e foi batizado na capela do Divino Espírito Santo nesta mesma Localidade, pelo Vigário da Paróquia de Angustura, Padre Benito Vasquez, que viera para o Brasil na época da Guerra Civil Espanhola; e foram seus padrinhos: os tios José Vasques de Castro e Maria da Conceição Siqueira Castro.
Ele se aposentou como funcionário do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais. Aonde trabalhou em serviços técnicos, participando da elaboração de projetos de construção e pavimentação de estradas, assim como da fiscalização e medição de serviços executados pelas firmas empreiteiras. Trabalhou na pavimentação dos seguintes trechos rodoviários: Leopoldina – Juiz de Fora, Volta Grande – Pirapetinga, Volta Grande – Além Paraíba, Cataguases – Leopoldina, Piraúba – Cataguases, Ubá – Visconde do Rio Branco, São João Nepomuceno – Descoberto, Juiz de Fora – Represa João Penido e diversos outros trechos.
Casou-se no dia 20-12-1970, domingo, na cidade de Leopoldina, Minas Gerais, com Célia Monteiro de Rezende, que adotou o nome: Célia Rezende Castro. O casal se separou no dia 14-08-1987, sexta-feira, quando residia em Juiz de Fora, Minas Gerais, e ela voltou a ter o seu nome de solteira – Célia Monteiro de Rezende; sendo o divórcio homologado em 23-10-1990, terça-feira. Ambos residem em São José dos Campos, Estado de São Paulo, ele no Jardim Veneza e ela no Bosque dos Eucaliptos.
Eis os ascendentes da sua ex-esposa até a sexta geração: [1] Célia Monteiro de Rezende nascida no sítio Palmital, em Arraial dos Montes, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Filha legítima de [2] Antônio Monteiro de Rezende (22-05-1903—15-12-1967) e de [3] Corina Monteiro de Rezende (09-03-1904—13-07-1981), casados no dia 07-04-1926, quarta-feira, no Distrito de Abaíba, Município de Leopoldina, mas que preferia ser chamada de Corina Francisca de Rezende; ambos naturais de Arraial dos Montes, Município de Leopoldina e falecidos na cidade de Leopoldina, onde seus corpos jazem sepultados no Cemitério Nossa Senhora do Carmo. Neta paterna dos agricultores: [4] João Baptista Monteiro de Rezende e sua mulher, [5] Josephina Monteiro de Rezende, casados na cidade de Tiradentes, Minas Gerais; e que se transferiram para Arraial dos Montes, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Neta materna dos agricultores: [6] João Monteiro de Rezende Sobrinho e sua mulher, [7] Maria do Carmo Rezende, ambos naturais de Minas Gerais e que também se estabeleceram em Arraial dos Montes, no Município de Leopoldina, Minas Gerais. Por João Baptista Monteiro de Rezende e seu irmão José Monteiro de Rezende Sobrinho: bisneta do fazendeiro [8 e 12] Marcos Monteiro de Rezende e de sua mulher [9 e 13] Amélia Francisca Monteiro de Rezende (Amélia Francisca Ribeiro da Silva quando solteira). Por Josephina Monteiro de Rezende: bisneta dos agricultores, [10] José Monteiro de Rezende e [11] Messias Rezende Mendonça, esta nascida em 05-03-1851, quarta-feira, em São João del Rei, Minas Gerais. Por Maria do Carmo Rezende: bisneta do comendador [14] Domiciano Monteiro de Rezende e de sua segunda mulher [15] Maria José Lara de Rezende (Maria José Lara quando solteira). Pelos irmãos Marcos Monteiro de Rezende, José Monteiro de Rezende e Domiciano Monteiro de Rezende: trineta de [16, 20, 24 e 28] Geraldo Ribeiro de Rezende (o filho), batizado em 15-10-1812, quinta-feira, na ermida da fazenda Cachoeira, Lagoa Dourada, Minas Gerais, e de sua segunda mulher [17, 21, 25 e 29] Maria do Carmo Monteiro de Castro. Por Amélia Francisca Monteiro de Rezende (Amélia Francisca Ribeiro da Silva quando solteira): trineta de [18 e 26] Luiz Ribeiro da Silva, falecido em 09-10-1889, quarta-feira, na fazenda Boa Vista, em Resende Costa, Minas Gerais, e de sua mulher, [19 e 27] Esmênia Maria de Almeida, casados em 12-11-1845, quarta-feira, na ermida do Catimbau, em Resende Costa, Minas Gerais. Por dona Messias Rezende Mendonça: trineta do alferes e fazendeiro, [22] João de Deus Ribeiro de Rezende, batizado em 15-03-1806, sábado, em Prados, Minas Gerais e falecido no ano de 1872 na fazenda Roça Grande, em Tiradentes, Minas Gerais, e de sua mulher, [23] Maria Luzia de Mendonça, falecida em 1886, na sede da sua fazenda Roça Grande, em Tiradentes, Minas Gerais. Por Maria José Lara de Rezende (Maria José Lara quando solteira): trineta de [30] Theófilo Gonçalves Lara e de [31] Francisca Cândida Lara (Francisca Cândida quando solteira). Por Geraldo Ribeiro de Rezende (o filho) e seu irmão João de Deus Ribeiro de Rezende: quarta neta de outro [32, 40, 44, 48 e 56] Geraldo Ribeiro de Rezende (o pai), nascido em 20-11-1771, quarta-feira, na Lagoa Dourada, Minas Gerais, onde também morreu no dia 09-11-1848, quinta-feira, e de sua mulher, [33, 41, 45, 49 e 57] Esmênia Joaquina de Rezende (Esmênia Joaquina de Mendonça quando solteira), nascida no ano de 1776, em São João del Rei, Minas Gerais; e que se casaram no dia 04-07-1812, sábado, na ermida da fazenda Cachoeira, na Lagoa Dourada, Minas Gerais. Por Maria do Carmo Monteiro de Castro: quarta neta do tenente [34, 42, 50 e 58] Francisco de Paula Ribeiro e de sua mulher, [35, 43, 51 e 59] Joana Baptista Monteiro de Castro, natural de Congonhas do Campo, atual Congonhas, Minas Gerais. Por Esmênia Maria de Almeida: quarta neta de [38 e 54] Felisberto Pinto de Almeida, natural de Tiradentes, Minas Gerais e falecido em 20-04-1842, quarta-feira, e de sua mulher, [39 e 55] Maria Libânia de Rezende, batizada em 21-09-1807, segunda-feira, na ermida da Cachoeira, na Lagoa Dourada, Minas Gerais; e casados no dia 04-07-1833, quinta-feira, na igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Prados, Minas Gerais. Por Maria Luzia de Mendonça: quarta neta de [46] Matheus Gonçalves de Mendonça e de sua mulher, [47] Maria Luzia. Por Francisca Cândida Lara (Francisca Cândida quando solteira): quarta neta de [62] Cândido José de Souza batizado em 28-06-1829, domingo, na capela de São Gonçalo do Brumado, Minas Gerais, e de sua mulher, [63] Maria da Glória de Jesus.
VI-1 Roberto Rezende Castro. Ele nasceu na cidade de Feira de Santana, Bahia e foi batizado em Leopoldina, Minas Gerais, pelo Padre José Andrade Machado, da igreja de Nossa Senhora do Rosário. Casou-se em Juiz de Fora, Minas Gerais, com Luciene Bonoto Batista, que adotou o nome: Luciene Bonoto Batista de Castro.
Eis os ascendentes da esposa: [1] Luciene Bonoto Batista de Castro, natural de Juiz de Fora, Minas Gerais. Filha legítima do protético [2] Luiz Batista, natural de Cataguases, Minas Gerais e de [3] Vera Bonoto Batista (Vera Bonoto quando solteira), esta nascida em domicílio na fazenda Passo da Pátria, no Município de Bicas, Minas Gerais; e que são moradores no Bairro Linhares, em Juiz de Fora. Neta paterna de [4] José Batista (26-07-1901―17-10-1975), natural do Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, que foi operador de máquina industrial em Cataguases, Minas Gerais, onde faleceu aos 74 anos, 2 meses e 21 dias de idade, e de sua mulher, [5] Clotilde Luiza de Jesus (08-12-1911―03-01-2009), falecida viúva, em Cataguases, aos 97 anos e 26 dias de idade. Neta materna de [6] José Bonoto (30-05-1911―04-01-1972), lavrador, natural de Bicas, Minas Gerais e que faleceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, aos 60 anos, 7 meses e 5 dias de idade, e de sua mulher, [7] Maria Bolotari Bonoto (Maria Bolotari quando solteira), nascida de Bicas, no dia 21-03-1919, sexta-feira, e que faleceu viúva em Juiz de Fora, em 19-07-2011, terça-feira, aos 92 anos, 3 meses e 28 dias de idade. Por José Batista: bisneta de [8] João Batista da Costa e de sua mulher, [9] Maria Rodrigues da Silva. Por Clotilde Luiza de Jesus: bisneta de [10] Cristiano José da Silva, descendente dos índios puris da Zona da Mata de Minas Gerais, e de sua mulher, [11] Maria Luzia de Jesus. Por José Bonoto: bisneta do agricultor [12] João Bonotto (25-09-1878―10-12-1960), natural da Itália e que faleceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, aos 82 anos, 2 meses e 15 dias de idade, e de sua mulher, [13] Rosa Carniatti Bonoto (Rosa Carniatti quando solteira), também natural da Itália e que faleceu no Município de Bicas, Minas Gerais. Por Maria Bolotari Bonoto: bisneta do agricultor, [14] Guglielmo Angelo Ballotari nascido em 25-03-1885, quarta-feira, na Província de Verona, na Região de Veneto, na Itália e que faleceu em 20-03-1946, quarta-feira, em Bicas, Minas Gerais, aos 60 anos, 11 meses e 23 dias de idade, e de sua mulher, [15] Ernesta Nero Bolotari (Ernesta Nero quando solteira) nascida na Província de Mântua (Mantova), Região da Lombardia, Itália, no dia 25-01-1890, sábado, e que se casaram em Bicas. Por João Bonotto: trineta dos italianos, [24] Marcos Bonotto e sua mulher, [25] Philomena Etemol. Por Rosa Carniatti Bonoto: trineta de [26] Vicenzo Carniatti e de sua mulher, [27] Thereza Carniatti, ambos naturais da Itália. Por Guglielmo Angelo Ballotari: trineta de [28] Giovanni Ballotari nascido em 1855 e de sua mulher, [29] Maria Michelini nascida em 1856, sendo ambos naturais da Itália. Por Ernesta Nero Bolotari trineta dos italianos [30] Giovanni Nero e [31] Celestina Martino, esta nascida em 1866.
O Roberto é funcionário da Receita Federal.
VII-1 Isabela Bonoto de Castro. Ela nasceu na Maternidade Saúde da Criança, em Belém, Estado do Pará.
VII-2 Melissa Bonoto de Castro. Ela nasceu no Hospital Santa Catarina, na Capital Paulista.
VI-2 Marisa Rezende Castro. Nasceu em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais; onde foi diplomada como Normalista pelo Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais. Transferiu-se para São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde se formou em Odontologia pela Universidade do Vale do Paraíba e especializando-se em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Tem uma filha tida com o seu ex-namorado Albert Mário Antônio Luís Carlos Euclides de Cornides (Albert Von Cornides), natural da cidade de São Paulo e odontólogo formado em 1997 pela Universidade Federal de Juiz de Fora e estabelecido nesta mesma Cidade.
Ascendentes do ex-namorado: [1] Albert Mário Antônio Luís Carlos Euclides de Cornides. Filho legítimo do geólogo e agricultor, [2] Albert Thomas de Cornides, natural de Budapeste, Hungria, e estabelecido em Eunápolis, Estado da Bahia, e de [3] Myra Lúcia Chagas de Cornides (Myra Lúcia Martins Chagas quando solteira) nascida no dia 18-01-1951, quinta-feira, em Almenara, Minas Gerais e falecida em 08-11-2006, quarta-feira, em Juiz de Fora, Minas Gerais, aos 55 anos, 9 meses e 21 dias de idade, tendo o seu corpo sido cremado em Vitória, Estado do Espírito Santo. Neto paterno dos húngaros: doutor [4] Albert Cornides de Krempachi e Gronostovi e de sua mulher, dona [5] Alice Bakonyi, falecida viúva em São Paulo Capital. Neto materno do professor e poeta [6] Mário Ferreira Chagas e de sua mulher, [7] Gláucia Martins Chagas, esta nascida em 18-07-1918, quinta-feira, e já falecida. Por Alice Bakonyi: bisneto dos húngaros [10] Janos Baconyi (1874—14-02-1938), do seu primeiro casamento com [11] Alice Hausser (27-11-1883—14-05-1979). Por Mário Ferreira Chagas: bisneto do fazendeiro e comerciante, [12] Tibério Ferreira Chagas, natural de Campos de São João, Município de Palmeiras, Estado da Bahia, que morreu aos 57 anos de idade, e de sua primeira mulher, [13] Maria Leopoldina Evangelista. Por Alice Hausser, trineto do doutor [22] Adorjan Hausser nascido em 11-03-1851, terça-feira, e de sua mulher, [23] Charlotte (16-03-1852—12-06-1923). Por Tibério Ferreira Chagas: trineto dos portugueses, [24] Benedito Ferreira Souza Chagas e sua mulher, [25] Isabel Cerqueira de Novais, ambos fazendeiros e mineradores de diamantes na Chapada Diamantina, e ambos falecidos em Campos de São João, Município de Palmeiras, Estado da Bahia.
VII-1 Amanda Taisa Castro de Cornides. Nascida em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteira.
VI-2 Marisa Rezende Castro. Ela reside na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde desempenha suas atividades de cirurgiã-dentista.
Casou-se no ano de 2006, com o advogado, doutor Igor Alves Hauck e adotou o nome: Marisa Rezende Castro Hauck. São moradores em São José dos Campos.
A ascendência do marido, pelos levantamentos de sua própria família: [1] Igor Alves Hauck. Filho legítimo de [2] Carlos Guilherme Correa Hauck e sua mulher, [3] Maria Tereza Alves Hauck (Maria Tereza Simões Alves quando solteira). Neto paterno de [4] Crisantho Henriques Hauck e de sua mulher, [5] Hermelinda Martins Correa Hauck (Hermelinda Martins Correa quando solteira), que faleceu viúva no dia 01-06-2008, domingo, em Santos Dumont, Estado de Minas Gerais. Neto materno de [6] João Alves e de sua mulher, [7] Grafina Simões Alves (Grafina Simôes quando solteira), que faleceu viúva em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Por Crisantho Henriques Hauck: bisneto do industrial [8] Gustavo Hauck nascido em 1885/1886 no Distrito de Paula Lima, Município de Juiz de Fora, Minas Gerais e de sua mulher, [9] Maria Henriques Hauck (Maria Henriques quando solteira), nascida e casada no Distrito de Paula Lima, aonde também residiam; ela faleceu em 30-06-1940, domingo e ele, em 10-05-1955, terça-feira. Por Gustavo Hauck: trineto de [16] Frederico Hauck Júnior (1857/1858—20-06-1913), natural de Spabrücken, Rheinpreussen, Alemanha e falecido na serra dos Altanos, Distrito de Paula Lima, Município de Juiz de Fora, Minas Gerais e de sua mulher, [17] Dorothea Hauck; proprietários e moradores no Distrito de Paula Lima. Por Maria Henriques Hauck: trineto de [18] Antônio Henriques de Aquino e de [19] Umbelina Henriques de Aquino. Por Frederico Hauck Júnior: tetraneto de [32] Friedrich Hauck nascido em 1819/1820 em Spabrücken, Estado de Rheinpreussen, Alemanha; e de sua mulher e conterrânea, [33] Anna Maria Hauck, nascida em 1819/1820; casal que no dia 04-06-1858, sexta-feira, embarcou com seus cinco filhos pelo navio Osnabrück, procedente do porto alemão de Hamburgo, desembarcou no porto brasileiro do Rio de Janeiro; seguindo depois para a Colônia Borboleta, em Juiz de Fora, Minas Gerais.
1 - O patriarca Friedrich Hauck e sua mulher Anna Maria Hauck tiveram seis filhos, dos quais cinco nascidos na Alemanha e o caçula no Brasil.
1.1 - Louise Hauck nascida em 1846, em Spabrücken, Alemanha. Chegou ao Brasil com 12 anos de idade.
1.2 - Christina Hauck nascida em 1849, em Spabrücken, Alemanha. Chegou ao Brasil com 8 anos de idade.
1.3 - Carl Hauck (Carlos Hauck) nascido em 1852, em Spabrücken, na Alemanha. Chegou ao Brasil com 5 anos de idade.
1.4 - Friedrich Hauck Junior (Frederico Hauck Júnior), é nascido em 1854, em Spabrücken, Alemanha. Casado com Dorothea Hauck e tiveram nove filhos, todos nascidos em Paula Lima, Município e Comarca de Juiz de Fora, Minas Gerais.
1.4.1 - Albertina Hauck natural de Paula Lima. Ela se casou com o tenente Vicente Gavio e adotou o nome: Albertina Gavio. São ascendentes do consagrado voleibolista brasileiro Alexandre Gavio.
1.4.2 - Henrique Hauck. Casado com Maria Luiza.
1.4.3 - Anna Maria Hauck. Casada com Manoel Caetano Pinto.
1.4.4 - Francisco Hauck. Solteiro em 1913.
1.4.5 - Gustavo Hauck (cerca de 1885—10-05-1955). Casado com Maria Henriques, falecida em 30-06-1940.
1.4.5.1 - Benevides Hauck. Nascido no dia 05-10-1919, em Paula Lima, Juiz de Fora, Minas Gerais.
1.4.5.2 - Vicente Hauck. Oficial da Justiça, nascido em 22-01-1931 em Santos Dumont, Minas Gerais e casado no dia 22-12-1957, em Paula Lima, Município de Juiz de Fora, Minas Gerais, com Arlete da Silva Moreira, filha legítima de José Emiliano Sobrinho nascido em 15-09-1909 e de Constança da Silva Moreira nascida em 06-04-1911.
1.4.5.3 - Gustavo Hauck Filho.
1.4.5.4 - Chrysantho Henriques Hauck. Era casado com Hermelinda Martins Correa Hauck, falecida no dia 01-06-2008, em Santos Dumont, Minas Gerais.
1.4.5.4.1 - Carlos Guilherme.
1.4.5.4.2 - Carlos Frederico.
1.4.6 - Sofia Hauck. Casada com Henrique Golath.
1.4.7 - João Hauck. Casado com Adalgiza Fagundes.
1.4.8 - Luiza Hauck. Casada com Joaquim Correa de Almeida.
1.4.9 - Rodolpho Hauck. Solteiro em 1913.
1.5 - Catharina Hauck nascida em 1856, em Spabrücken, Alemanha.
1.6 - Gustavo Hauck nascido em 1859 ou pouco depois, em Paula Lima, no Município de Juiz de Fora, Minas Gerais.
Doutor Igor Alves Hauck trabalha em firma de construção civil, em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VII-2 Lucas Castro Hauck. Nascido em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-3 César Rezende Castro. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Em 2000, formou-se em Administração de Empresas e Negócios pela Universidade do Vale do Paraíba, na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde reside e trabalha. Solteiro em 2015.
VI-4 Sílvia Rezende Castro. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Bacharela em Direito pela Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde reside e trabalha. Casou-se nesta mesma Cidade com o seu primo Thiago de Castro Santos e adotou o nome: Sílvia Rezende Castro Santos. Ele, bancário, natural de Além Paraíba, Minas Gerais. O casal reside em São José dos Campos.
Ascendência do marido até seus trisavós: [1] Thiago de Castro Santos. Filho legítimo de [2] Luiz Augusto Silva Santos, natural de Além Paraíba, Minas Gerais e de [3] Maria de Fátima Castro Santos (Maria de Fátima Hisse de Castro quando solteira), natural da vila de São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Neto paterno de [4] Hildo Santos (04-02-1930—31-10-2008), natural de Além Paraíba, Minas Gerais e falecido em São José dos Campos, Estado de São Paulo, e de sua mulher, [5] América Silva Santos, conterrânea do marido, casados no dia 26-06-1954, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais; ela, viúva, reside na cidade de São José dos Campos. Neto materno de [6] Vanor Vasques de Castro (02-12-1915—12-04-1975), nascido na sede da antiga fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, hoje pertencente ao Município de Estrela Dalva, Minas Gerais e que faleceu na cidade de Recreio, Minas Gerais, e de sua mulher, [7] Julieta Hisse de Castro (26-02-1923—15-09-1980) − Julieta Lattuf Hissi quando solteira, natural de Estrela Dalva, Minas Gerais e falecida em Além Paraíba, Minas Gerais, que se casaram em 23-02-1938, quarta-feira, na sede da fazenda da Pedra, no citado Distrito de Água Viva. Por Hildo Santos: bisneto do ferroviário [8] Waldemiro Santos (14-04-1899—22-08-1986) nascido, casado e falecido em Além Paraíba, Minas Gerais; e de sua mulher, [9] Eugênia de Oliveira Santos (01-11-1900—24-03-1976) − Eugênia dos Santos Oliveira quando solteira, sua conterrânea. Por América Silva Santos: bisneto de [10] Joaquim da Silva nascido no dia 28-05-1904, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais; e de sua mulher, [11] Leopoldina Baeta da Silva. Por Vanor Vasques de Castro, bisneto de [12] Luís Augusto Teixeira de Castro (01-06-1867—03-12-1935) nascido na sede do antigo sítio Gratidão, nas proximidades do local onde se formou o Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais e falecido na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva, Minas Gerais, e de sua mulher, [13] Julieta Vasques de Castro (09-07-1878—28-01-1943) − Julieta Vasques de Miranda quando solteira e que se casaram em 08-07-1899, sábado, na sede da antiga fazenda do Rochedo dos pais da noiva. Por Julieta Hisse de Castro: bisneto do comerciante [14] Kalil Hissi (23-12-1890=05-01-1891—12-12-1964), natural de Kfar Aamay, Líbano e falecido em Volta Grande, Minas Gerais, e de sua conterrânea [15] Rosa Lattuf Hissi (01-12-1891=14-12-1891—15-12-1954) − Warda Lattuf quando solteira e antes de seu casamento no Líbano − e que faleceu em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Por Waldemiro Santos: trineto de [16] Arthur de Souza Santos e de [17] Henriqueta Olívia da Conceição, ambos moradores em Além Paraíba, Minas Gerais. Por Eugênia de Oliveira Santos: trineto de [18] Conceição de Oliveira e Silva, natural de Minas Gerais e de sua mulher, [19] Donária Júlia de Oliveira, fluminense, casada em Natividade do Carangola, atual Natividade, Estado do Rio de Janeiro. Por Joaquim da Silva: trineto de [20] Pessoa incógnita e de [21] Victoriana Silva, fluminense, moradores em Além Paraíba, Minas Gerais. Por Luís Augusto Teixeira de Castro: trineto do agricultor [24] Joaquim Antônio Teixeira de Castro, português, falecido aos 76 anos de idade, no dia 31-02-1893, terça-feira, no Distrito de São Luís, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais, e de sua mulher, [25] Carolina Augusta de Siqueira Castro (Carolina Augusta de Siqueira quando solteira), falecida no dia 14-11-1880, domingo, na sede do antigo sítio Gratidão, em Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Por Julieta Vasques de Castro: trineto do espanhol [26] José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833—21-12-1915), natural da Galiza e falecido na sede da fazenda Santo Antônio, em Trimonte, no atual Município de Volta Grande, Minas Gerais, e de sua segunda esposa, [27] Rosa Luísa de Menezes Vasques (1845—18-08-1927) − Rosa Luísa de Menezes quando solteira; falecida viúva no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais. Por Kalil Hissi: trineto dos libaneses naturais de Kfar Aamay, [28] Issa Khalil Assaf e [29] Najma Mansur, aí casados e falecidos. Por Rosa Lattuf Hissi: trineto de [30] Habib Lattuf Ilyas e de sua mulher, [31] Janna Amin, nascidos e casados em Kfar Aamay, onde tambem faleceram, ele em 1900 e ela em 1903.
VII-1 João Pedro Rezende Castro Santos. Nasceu em São José dos Campos, Estado de São Paulo.

V-3 José Mauro Hisse de Castro. Ele nasceu no Domingo de Páscoa, dia 05-04-1942, às 6 horas e 50 minutos, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais e foi batizado em 28-06-1942, domingo, na igreja de Santo Antônio, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, tendo como padrinhos: o tio materno Antônio Hissi e sua avó materna Rosa Lattuf Hissi. E foi seu padrinho de crisma o comerciante libanês Wadih Youssef Waked. Casou-se no dia 12-10-1968, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais, com a normalista Suely Teixeira da Silva, natural desta mesma Cidade, e que adotou o nome: Suely Teixeira da Silva Castro.
Ascendentes da esposa: [1] Suely Teixeira da Silva Castro, natural de Além Paraíba, Minas Gerais, que é irmã da Kátia da Silva Castro, citada abaixo em V-6. Filha legítima do mecânico aposentado, [2] Osmar Pinto da Silva – o popular "Bolacha", nascido em Além Paraíba, Minas Gerais, no dia 01-06-1915, terça-feira, e aí falecido em 22-10-2010, sexta-feira, aos 95 anos, 4 meses e 21 dias de idade, depois de 69 anos, 11 meses e 16 dias de casado, e de sua mulher, [3] Guiomar Teixeira da Silva, natural também de Além Paraíba, onde reside. Neta paterna de [4] Oscar Pinto da Silva, nascido em 03-09-1888, segunda-feira, e de sua mulher, [5] Isabel Ferreira da Rocha, nascida em 26-06-1893, segunda-feira. Neta materna de [6] Antônio Teixeira Dias e de sua mulher, [7] Cecília Rosária Dias. Por Oscar Pinto da Silva: bisneta de [8] José Pinto da Silva e de sua mulher, [9] Justiniana Pinto da Silva. Por Isabel Ferreira da Rocha: bisneta de [10] Francisco Ferreira da Rocha e de sua mulher, [11] Ana Olympia da Rocha.
José Mauro Hisse de Castro trabalhou no Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais, no período de 1962 a 1969, no setor ligado à construção e pavimentação de estradas, prestando serviços na fiscalização dos seguintes trechos no Estado de Minas Gerais: Pirapetinga ― Volta Grande e Volta Grande ― Além Paraíba, da rodovia BR-393, quando residia em Juiz de Fora (MG) e depois em Volta Grande (MG); Piraúba ― Cataguases, da rodovia BR-120, quando residia em Leopoldina (MG) e posteriormente em Dona Eusébia (MG). E após solicitar e conseguir o seu desligamento do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais, ele entrou para a companhia de construção civil denominada Coenge Sociedade Anônima, onde trabalhou como encarregado de campo no setor de construção de estradas, no período de 1969 até 1977; neste período passou a residir inicialmente em Ipatinga (MG), onde permaneceu até o ano de 1971, prestando serviços na pavimentação do trecho Governador Valadares ― Ipatinga, da rodovia BR-381; depois foi para o Estado da Bahia e trabalhou no subtrecho Feira de Santana ― Amélia Rodrigues, da rodovia BR-324, que faz parte do trecho Feira de Santana ― Salvador, passando a residir em Feira de Santana (BA), onde permaneceu morando até 1973; a seguir mudou-se para Itapecerica da Serra (SP), onde ficou de 1973 a 1977, trabalhando em diversas obras da rodovia BR-116, do trecho São Paulo ― Curitiba. No ano de 1977, José Mauro Hisse de Castro foi contratado pela Construtora Mendes Júnior, e se mudou então para Pimenta Bueno (RO), onde permaneceu morando até 1980, prestando serviços na pavimentação de um dos subtrechos da rodovia BR-364, do trecho Porto Velho ― Cuiabá; no ano de 1980, mudou-se para Belo Horizonte (MG), onde passou a trabalhar como encarregado nos serviços da construção e pavimentação do Contorno de Belo Horizonte, onde permaneceu até 24-07-1991, quarta-feira à tarde, data do seu falecimento aos 49 anos, 3 meses e 19 dias de idade e após 22 anos, 9 meses e 12 dias de casado. Tendo sido vítima de ataque cardíaco enquanto dirigia seu carro na saída do trabalho. E seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais.
Ele deixou um casal de filhos. A viúva Suely Teixeira da Silva Castro reside na Capital Mineira.
Em 1985, ele fora incentivador e colaborador ao lado dos irmãos na fundação de uma firma industrial para fabricação de produtos eletrônicos para instalação de antenas parabólicas. Firma registrada inicialmente com o nome de Tectel, sediada na cidade de São José dos Campos (SP), e que teve o seu nome mudado em 1990 para Tectelcom. Firma esta já desativada.
Em 1989, ele fundou a firma comercial JHC, em Belo Horizonte (MG), para revenda e instalação de antenas parabólicas e seus componentes eletrônicos.
VI-1 Carla da Silva Castro. Ela é psicóloga e arquiteta, natural da cidade de Cataguases, Estado de Minas Gerais. Reside na Capital Mineira. Tem um filho de seu namorado .......... Roveri.
VII-1 Caio Vinícius de Castro Roveri. Ele nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais.
VI-2 Henrique da Silva Castro. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Tem curso de especialização em Comércio Exterior, realizado no Estado do Texas – EUA. Solteiro (2015).
V-4 Anna Maria Hisse de Castro. Nascida na sede do antigo sítio da Baixada, que ficava situado em área pertencente ao Distrito de Água Viva, no então Município de Volta Grande e que hoje pertence ao de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Ela foi batizada na igreja de Santo Antônio, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Normalista, formada pelo Colégio Imaculada Conceição, em Leopoldina, e mais tarde pedagoga, diplomada pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Mehry, em Além Paraíba, Minas Gerais. Foi professora em Jamapará, Município de Sapucaia, Estado do Rio de Janeiro e diretora escolar em Além Paraíba. Casou-se no dia 02-02-1969, domingo, na casa de seus pais, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, com o seu primo, caminhoneiro e depois agropecuarista, Antônio Carlos de Siqueira Castro – "Toninho" nascido na sede da fazenda Santa Teresa, no Distrito de Tebas, Município de Leopoldina; tendo ela continuado com o mesmo nome de solteira: Anna Maria Hisse de Castro. Já o seu casamento religioso foi celebrado na igreja de São José Operário, na cidade de Leopoldina.
Ascendentes do marido, até seus trisavós: [1] Antônio Carlos de Siqueira Castro. Filho legítimo de [2] Lorival Pacheco de Castro, que mais tarde alterou seu nome, passando a assinar-se Lourival Pacheco de Castro (26-01-1895―10-06-1963), natural do Distrito de Trimonte, no atual Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e de [3] Maria Júlia de Siqueira Castro (Maria Júlia Monteiro de Siqueira quando solteira), nascida no dia 05-03-1907, terça-feira, em São Domingos, no atual Município de Santo Antônio do Aventureiro, Minas Gerais e que faleceu no dia 04-07-1988, segunda-feira, na cidade de Leopoldina, Minas Gerais. Neto paterno do fazendeiro [4] Luís Augusto Teixeira de Castro (01-06-1867―03-12-1935), nascido na sede do antigo sítio Gratidão, situado em área do atual Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais e falecido na sede antiga de sua fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais e de sua primeira mulher, [5] Maria Tereza Pacheco de Castro, cujo nome de solteira era Maria Tereza Pacheco Vieira (22-01-1873―01-03-1899); sendo esta natural de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, atual Sumidouro, Estado de Rio de Janeiro; casada em 19-12-1891, sábado, em Trimonte, no atual Município de Volta Grande, Minas Gerais e que aí faleceu na sede da fazenda São Manoel, de seus pais. Neto materno do agropecuarista [6] Francisco Barbosa de Siqueira – "Nhonhô Siqueira" (16-12-1882―28-01-1964) e de sua mulher [7] Clara Godoy Monteiro de Siqueira – "Titina" (05-06-1889―09-11-1949), cujo nome de solteira era Clara Godoy Monteiro de Castro e que se casaram em 03-02-1906, sábado, em Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Por Luís Augusto Teixeira de Castro: bisneto do agricultor [8] Joaquim Antônio Teixeira de Castro nascido em 1816/1818, no Norte de Portugal, e falecido no dia 31-01-1893, terça-feira no Distrito de São Luiz, hoje Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais, e de [9] Carolina Augusta de Siqueira Castro, natural de Minas Gerais e falecida em 14-11-1880, domingo, na sede do sítio Gratidão, em Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Por Maria Tereza Pacheco de Castro: bisneto do fazendeiro [10] Manoel Pacheco Vieira (30-05-1844―09-08-1914) nascido em Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, atual Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro e que faleceu na sede da sua fazenda São Manoel, em São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais, e de sua mulher, [11] Vitória Amarante Pacheco, cujo nome de solteira era Vitória Maria do Amarantes (16-04-1848―16-07-1924), conterrânea do marido e que também faleceu na sede da fazenda São Manoel, em Trimonte, Minas Gerais, e cujo casamento fora celebrado no dia 13-04-1869, terça-feira, na igreja de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro. Por Francisco Barbosa de Siqueira: bisneto do fazendeiro [12] João Alexandre de Siqueira nascido em 24-08-1857, segunda-feira, na Freguesia de Calheiros, Ponte de Lima, Portugal e falecido no dia 19-06-1944, segunda-feira, na cidade de Bicas, Minas Gerais e de sua mulher, [13] Flausina Barbosa de Siqueira (Flausina Barbosa de Miranda quando solteira) nascida em 31-12-1861, terça-feira, em Piacatuba, Município de Leopoldina, Minas Gerais, casada em 11-02-1882, sábado, na igreja de Santo Antônio, em Tebas, Município de Leopoldina e que faleceu em 01-03-1939, quarta-feira, quando o automóvel em que viajava pela estrada de São Domingos, no atual Município de Santo Antônio do Aventureiro, Minas Gerais, retornando do casamento de uma neta residente na cidade do Rio de Janeiro, se desgovernou e caiu dentro de um lago, afogando-a, sendo ela já idosa, pois contava 77 anos, 2 meses e 1 dia de idade e 57 anos e 18 dias de casada; o corpo de ambos estão sepultados no Cemitério Público de São Domingos. Por Clara Godoy Monteiro de Siqueira: bisneto do agricultor [14] José Augusto Monteiro de Castro (1862―22-04-1902) e de sua mulher, [15] Maria Augusta de Godoy Monteiro de Castro (Maria Augusta de Godoy quando solteira), nascida em 04-01-1867, sexta-feira, em terras situadas no atual Município de Volta Grande, Minas Gerais, e casada em 26-08-1882, sábado, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio, Minas Gerais. Por Carolina Augusta de Siqueira Castro: trineto do agricultor [18] Francisco Antunes de Siqueira, e de sua mulher [19] Francisca Carolina Gonçalves Cortes. Por Manoel Pacheco Vieira: trineto do fazendeiro [20] José Gomes Vieira de Souza, natural de São José do Chopotó, atual Alto Rio Doce, Minas Gerais e de sua mulher, [21] Carolina Leopoldina Cândida Vieira, natural de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro. Por Vitória Amarante Pacheco: trineto de [22] José Luciano do Amarantes, natural de Portugal e de sua mulher, [23] Rosa Pereira de Jesus batizada em 30-09-1815, sábado, na igreja matriz de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro. Por João Alexandre de Siqueira: trineto de [24] Alexandre Joaquim Antônio nascido em 22-09-1822, domingo, em Calheiros, Ponte de Lima, Portugal e de sua segunda mulher, [25] Maria Rosa Cerqueira (09-09-1836―29-08-1873), casados em 01-10-1856, quarta-feira, em Cepões, Ponte de Lima, Portugal – nota-se que os sobrenomes "Cerqueira" e "Antônio" deste casamento em Portugal se transformaram em "Siqueira" no Brasil, adotado que foi por João Alexandre de Siqueira que o passou aos seus descendentes. Por Flausina Barbosa de Siqueira: trineto de [26] Francisco José Barbosa de Miranda e de [27] Maria Júlia de Oliveira, estabelecidos na região de Piacatuba, no Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais. Por José Augusto Monteiro de Castro: trineto do comendador [28] Lucas Manoel Monteiro de Castro, fazendeiro, nascido na sede da fazenda União, nas proximidades da atual localidade de São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais e de sua mulher, [29] Maria da Glória Monteiro de Rezende, nascida na sede antiga da fazenda Soledade (já demolida), situada também no entorno de São Martinho, onde se casaram no dia 15-06-1861, sábado. E por Maria Augusta de Godoy: trineto de [30] Olympio Augusto de Godoy e de sua primeira mulher, [31] Anna Fortunata de Bittencourt Godoy (Anna Fortunata de Bittencourt e Castro quando solteira) batizada em 24-10-1839, quinta-feira, no oratório da fazenda Bom Sucesso, em terras do atual Município de Volta Grande, Minas Gerais, onde também se casaram no dia 04-02-1858, quinta-feira.
VI-1 Cláudia Maria Hisse de Castro. Pedagoga, nascida em Leopoldina (MG). Casou-se em Além Paraíba (MG), com James Stewart Villela e adotou o nome: Cláudia Maria Hisse de Castro Villela. Ele, agropecuarista, natural da cidade de Além Paraíba.
Eis a ascendência do marido, até seus trisavós: [1] James Stewart Villela. Filho legítimo de [2] Arthur Augusto Cortes Villela, nascido na sede da fazenda Bela Aurora, situada no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, estabelecido na cidade do Rio de Janeiro e de sua primeira mulher, [3] Márcia Stewart Villela (Márcia Ferraz Stewart quando solteira). Neto paterno de [4] Renato Brügger Villela, fazendeiro no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, nascido no dia 16-12-1906, domingo, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro e de sua mulher [5] Anna Cortes Villela − Anna Teixeira Cortes quando solteira (26-01-1904—18-03-2004), nascida na sede da fazenda Bela Aurora, no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, onde também se casou no dia 30-08-1935, sexta-feira, e que faleceu aos 100 anos, 1 mês e 21 dias de idade, na cidade de Além Paraíba. Neto materno do cirurgião-dentista [6] James Feuchard Stewart, nascido em 21-03-1908, sábado, em Estrela Dalva, Minas Gerais e que faleceu no dia 30-07-1987, quinta-feira, em Além Paraíba, Minas Gerais e de sua mulher, [7] Lenira Ferraz Stewart (Lenira Junqueira Ferraz quando solteira), nascida em 16-01-1910, domingo, na sede da fazenda Santa Emiliana, em Pirapetinga, Minas Gerais e que faleceu em 14-10-1985, segunda-feira, em Além Paraíba, Minas Gerais; os corpos de ambos jazem sepultados no Cemitério da Trindade do Santíssimo Sacramento (situado ao lado da igreja de São José). Por Renato Brügger Villela: bisneto de [8] Gabriel de Andrade Villela e de [9] Leopoldina Brügger Villela, fazendeiros no Município de Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro. Por Anna Cortes Villela: bisneto de [10] Arthur Augusto Diniz de Figueiredo Cortes, batizado em 29-05-1861, quarta-feira, em Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais e que faleceu em 24-09-1918, terça-feira, na cidade do Rio de Janeiro e de sua mulher [11] Anna Esméria Teixeira Cortes (03-03-1864—30-09-1943) – que era chamada de "Nicota da Bela Aurora" pelo povo da região; e que foram proprietários da fazenda Bela Aurora, no Distrito de Angustura. Por James Feuchard Stewart: bisneto do dentista [12] Mário de Sá Haygh Stewart, natural da então Província do Rio de Janeiro, que faleceu no centro da cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, em acidente ocorrido no dia 03-12-1930, quarta-feira, às 15 horas, numa grande explosão de material bélico do Comando Revolucionário, e de sua mulher, [13] Ercília Curty Feuchard nascida por volta de 1883, na então Província do Rio de Janeiro, casada na vila de São Sebastião do Paraíba, Estado do Rio de Janeiro e que faleceu no dia 07-07-1922, sexta-feira, em Estrela Dalva, Minas Gerais. Os corpos de ambos estão sepultados no jazigo número 12 da família, no Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Minas Gerais. Por Lenira Ferraz Stewart: bisneto de [14] Joaquim Junqueira Ferraz – "Quiqui" (02-10-1880—05-12-1967) nascido em Cruzília, Minas Gerais e que faleceu na cidade do Rio de Janeiro, e de sua mulher [15] Maria do Carmo Junqueira Ferraz – "Duquinha" (19-01-1883—04-12-1966) nascida em Pirapetinga, Minas Gerais e que faleceu em Leopoldina, Minas Gerais. Por Gabriel de Andrade Villela: trineto do fazendeiro [16] Casimiro Villela de Andrade (viúvo que ficara de Anna de Andrade Penha, filha dos barões de São Tomé − Francisco Gonçalves da Penha e Mariana Benedita de Andrade) e de sua segunda esposa, [17] Cândida Cardoso Villela (Cândida Cardoso Brochado quando solteira). Por Arthur Augusto Diniz de Figueiredo Cortes: trineto de [20] José Augusto de Figueiredo Cortes, nascido em Barbacena, Minas Gerais, por volta de 1821, e de sua mulher, [21] Maria Guilhermina Diniz, falecida em 03-06-1862, terça-feira, em Angustura, Minas Gerais. Por Anna Esméria Teixeira Cortes: trineto do fazendeiro [22] José Cesário de Figueiredo Cortes (01-06-1828—10-07-1902), natural de São José do Chopotó, atual Alto Rio Doce, Minas Gerais e falecido em Angustura, Minas Gerais, e de sua mulher, [23] Maria Guilhermina Teixeira Cortes (1838—12-03-1900) − Maria Guilhermina Teixeira quando solteira, nascida na sede da fazenda dos Coqueiros, em Conceição da Barra, São João del Rei, Minas Gerais e que faleceu na sede da fazenda Trindade, em Angustura, Minas Gerais. Por Mário de Sá Haygh Stewart: trineto de [24] Harold Haygh Stewart, natural da Inglaterra, e de sua mulher, [25] Emília de Sá Stewart. Por Ercília Curty Feuchard: trineto de [26] Frederico Costa Feuchard e de sua mulher, [27] Elvira Maria Curty Feuchard (Elvira Maria Dazon Curty quando solteira), casados no dia 07-01-1882, sábado, em Cantagalo, então Província do Rio de Janeiro, e descendentes de suíços. Por Joaquim Junqueira Ferraz: trineto de [28] Salviano Dias Ferraz (05-10-1852—03-11-1918), nascido e falecido em Cristina, Minas Gerais e de sua mulher, [29] Maria José Junqueira Ferraz (06-07-1860—1928), nascida em São Tomé das Letras, Minas Gerais e que faleceu em Cristina, Minas Gerais. E por Maria do Carmo Junqueira Ferraz: trineto de [30] Joaquim Dias Ferraz – "Quinquim" (01-05-1854—21-02-1924), nascido em Cristina, Minas Gerais e que faleceu em Pirapetinga, Minas Gerais e de sua mulher, [31] Maria do Carmo de Andrade Junqueira, nascida no dia 25-03-1865, sábado.
VII-1 Mariana de Castro Villela. Nascida em Santo Antônio de Pádua (RJ).
VII-2 Arthur Augusto de Castro Villela. Nascido em Santo Antônio de Pádua (RJ).
VII-3 Ana Luísa de Castro Villela. Nascida em Santo Antônio de Pádua (RJ).
VI-2 Luciana Hisse de Castro. Nasceu em Leopoldina, Minas Gerais e se casou no seu Distrito de Providência, com Jovêncio Carlos Moreira da Costa e adotou o nome: Luciana Hisse de Castro Costa. Ele, natural de São José do Vale do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro, filho de Antônio Moreira da Costa e de sua mulher, Maria Renilda Faraco; neto paterno de Juvêncio Moreira da Costa e de sua mulher, Joana Moreira da Costa; neto materno do senhor Humberto e de dona "Nita". O casal se dedica ao comércio e reside na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.
VII-1 Antônio Carlos Hisse de Castro Costa. Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais.
VII-2 João Vítor Hisse de Castro Costa. Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais.
VI-3 Samantha Hisse de Castro. Ela é natural da cidade de Além Paraíba, Minas Gerais. Formou-se em Direito no ano de 1999 pela Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Casou-se em Além Paraíba com Robert Russel Spratt – "Bob" e adotou o nome: Samantha Hisse de Castro Spratt. Ele, natural da cidade de Dixon, Estado de Illinois, Estados Unidos da América, onde passaram a residir desde o final de 2004. Ele, filho legítimo do senhor Russel Spratt e da senhora Nancy Spratt (primeira esposa) e foi criado pela senhora Charlotte Glessner (segunda esposa), todos residentes em Dixon.
A família se transferiu para o Brasil no início de 2012.
VII-1 Anna Maria Castro Spratt. Nascida em Dixon, Estado de Illinois, Estados Unidos da América.
V-5 Paulo Roberto Hisse de Castro. Ele é engenheiro metalúrgico formado pela Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro, que faz parte da Universidade Federal Fluminense, e diplomado no dia 15-07-1972. É natural da vila de São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
Foi funcionário da Companhia Siderúrgica Paulista – Cosipa, em Cubatão (SP), onde foi encarregado do setor de aquisição de minérios e nesse cargo viajava muito para Minas Gerais e outros estados brasileiros, e algumas vezes, para países da América do Sul e também da Europa; fixando residência na cidade de Santos (SP).
Em 1976, ele se casou na cidade de Santos (SP), com a normalista, Ivani Rocha Galvão, natural de São Paulo (SP), que adotou o nome: Ivani Galvão de Castro.
Pela experiência adquirida, em 1980, ele foi requisitado para prestar seus serviços na Siderbrás, mudando-se então para Brasília (DF). E no ano de 1987, ele foi indicado para dirigir o escritório da Siderbrás em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, para um período de quatro anos, que tinha por objetivo favorecer os interesses da siderurgia brasileira, viabilizando a aquisição de produtos de melhor qualidade e menor preço. Nesta época fixou residência com a família em Manhattan, local bem próximo do referido escritório. No desempenho de suas atribuições ele percorreu quase todos os estados dos Estados América do Norte, e algumas províncias do Canadá; visitou também diversos países europeus e também a Austrália.
Terminado o seu período de permanência nos Estados Unidos da América, no ano de 1991, ele voltou para o Brasil e depois de liberado pela Siderbrás, retornou à Companhia Siderúrgica Paulista – Cosipa, em Cubatão, passou então a residir no Bairro Jardins, na Capital Paulista. Mais tarde, deixou a Cosipa e se incorporou à firma industrial dos irmãos em São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde continua residindo com a esposa e seus dois filhos.
Eis a ascendência de sua esposa: [1] Ivani Galvão de Castro. Filha legítima de [2] Norberto de Oliveira Galvão (19-04-1921―16-07-1998) e de sua esposa, [3] Roldith Cavalcante Rocha Galvão (13-10-1923―15-05-2001), casados no dia 27-07-1946, sábado, em São Paulo (SP), ambos falecidos em Santos (SP) onde seus corpos jazem sepultados no Cemitério Municipal da Filosofia, no Bairro Saboó. Neta paterna de [4] Octaviano Galvão de França, nascido em 06-12-1886, segunda-feira, em São Pedro de Piracicaba, atual São Pedro (SP), e de sua mulher, [5] Maria Cândida de Oliveira Galvão (Maria Cândida de Oliveira quando solteira), nascida em 22-09-1894, sábado, em Santana de Parnaíba (SP) e casados em 16-10-1917, terça-feira. Neta materna de [6] Raimundo de Souza Rocha e de sua mulher, [7] Maria Cavalcante Rocha – "Quinha", sendo esta natural da cidade de Juazeiro, Estado da Bahia. Por Octaviano Galvão de França: bisneta de [8] Norberto Galvão de França, e de sua mulher e sobrinha, [9] Maria Dias de França. Por Norberto Galvão de França: trineta de [16] Elias Galvão de França e de sua mulher, [17] Maria Leme de Sampaio, casados por volta de 1832, na cidade de Itu (SP). Por Maria Dias de França: trineta de [18] José Galvão de França, fazendeiro em Dois Córregos (SP). Por Elias Galvão de França: tetraneta do capitão [32] José Galvão de França, natural de Santana de Parnaíba (SP), e de sua mulher e prima, [33] Maria Josefa de Cerqueira, casados por volta de 1797, em Itu (SP). Por Maria Leme de Sampaio: tetraneta do capitão [34] Vicente de Sampaio Góes e de sua mulher, [35] Francisca Soares de Araújo. Por José Galvão de França: tetraneta de [16 e 36] Elias Galvão de França e de sua mulher, [17 e 37] Maria Leme de Sampaio, que se casaram em Itu (SP) por volta de 1832. Pelo capitão José Galvão de França: quinta neta do sargento-mor [64] José Galvão de França, natural de Pindamonhangaba (SP), e de sua mulher, [65] Maria Xavier de Barros, que se casaram no ano de 1758 em Santana de Parnaíba (SP) – o sargento-mor José Galvão de França era irmão de Santo Antônio de Santana Galvão canonizado em 11-05-2007, sexta-feira, pelo Papa Bento XVI e portanto tio-quinto-avô da referida Ivani Galvão de Castro. Por Maria Josefa de Cerqueira: quinta neta do capitão [66] José Manoel da Fonseca, e de sua mulher, [67] Josefa Maria de Góes. Por Vicente de Sampaio Góes: quinta neta de [68] José de Sampaio Góes e de sua mulher, [69] Ana Ferraz de Campos, que se casaram por volta de 1756 em Itu (SP). Por Francisca Soares de Araújo: quinta neta do sargento-mor [70] Domingos Dias Leme e de sua mulher, [71] Isabel de Lara e Morais, casados em 1767 em Sorocaba (SP), e que faleceu no ano de 1792. Por Elias Galvão de França: quinta neta também do capitão [32 e 72] José Galvão de França e de sua mulher, [33 e 73] Maria Josefa de Cerqueira. E por Maria Leme de Sampaio: quinta neta também do capitão [34 e 74] Vicente de Sampaio Góes e de sua mulher, [35 e 75] Francisca Soares de Araújo.
VI-1 Leonardo Galvão Hisse de Castro.
VI-2 Pedro Galvão Hisse de Castro.

V-6 Sebastião Nélson Hisse de Castro. Nascido no dia 06-04-1948, terça-feira, às 7 horas e 20 minutos, em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e que foi aí batizado na capela de Santa Úrsula no dia 06-06-1948, domingo, pelo Cônego Geraldo Mendes Monteiro (18-08-1920―31-08-1989), tendo como padrinhos o comerciante Camilo Tito de Araújo e sua esposa, Clarisse Cerqueira de Araújo. Casou-se no dia 05-09-1981, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais, com a normalista Kátia Teixeira da Silva, que adotou o nome: Kátia da Silva Castro. O casal passou então a residir em Betim, Minas Gerais.
Ascendentes da esposa: [1] Kátia da Silva Castro, irmã da Suely Teixeira da Silva Castro, citada acima em V-3. Filha legítima do mecânico aposentado, [2] Osmar Pinto da Silva – o popular "Bolacha", nascido em Além Paraíba, Minas Gerais, no dia 01-06-1915, terça-feira, e aí falecido em 22-10-2010, sexta-feira, aos 95 anos, 4 meses e 21 dias de idade e 69 anos, 11 meses e 16 dias de casado, e de sua mulher, [3] Guiomar Teixeira da Silva, natural também de Além Paraíba, onde reside. Neta paterna de [4] Oscar Pinto da Silva nascido em 03-09-1888, segunda-feira, e de sua mulher, [5] Isabel Ferreira da Rocha, nascida em 26-06-1893, segunda-feira. Neta materna de [6] Antônio Teixeira Dias e de sua mulher, [7] Cecília Rosária Dias. Por Oscar Pinto da Silva: bisneta de [8] José Pinto da Silva e de [9] Justiniana Pinto da Silva. E por Isabel Ferreira da Rocha: bisneta de [10] Francisco Ferreira da Rocha e de sua mulher, [11] Ana Olympia da Rocha.
Sebastião Nélson Hisse de Castro trabalhou inicialmente como motorista e depois como caminhoneiro até o ano de 1986. E desta data em diante mudou com a família para São José dos Campos, Estado de São Paulo, aonde passou a trabalhar em sociedade com os irmãos, dirigindo um setor mecânico da fábrica industrial do grupo. E alguns anos mais tarde ele se aposentou.
O casal se separou amigavelmente e teve duas filhas e um filho, todos residentes em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
Sebastião Nélson Hisse de Castro faleceu na Casa de Caridade Leopoldinense, em Leopoldina, Minas Gerais, no dia 04-10-2010, segunda-feira, às 16 horas e 37 minutos, de parada cardíaca; contava 62 anos, 5 meses e 28 dias de idade. Seu corpo foi sepultado às 16 horas do dia seguinte, no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais.
VI-1 Pollyana Silva Castro. Natural de Além Paraíba, Minas Gerais. Ela é formada em Propaganda e Marketing pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Estado de São Paulo. Reside em São José dos Campos. Solteira.
VI-2 Paola Silva Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde reside. Solteira.
VI-3 Vanor Silva Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde reside. Solteiro.
V-7 Maria das Graças Hisse de Castro. Nascida em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Diplomada no ano de 1972 no curso de Normalista, em Recreio, Minas Gerais, e mais tarde, no de Letras pela "Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Merhy", de Além Paraíba, Minas Gerais, no qual optou pelos idiomas, português e inglês. De 1973 até 1976, ela foi professora primária, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais.
Em 1977, ela se casou em Além Paraíba, com o seu parente e comerciante, Nivaldo João de Castro Pandeló, e adotou o nome: Maria das Graças de Castro Pandeló; passando o casal a residir na Capital Paulista. Ele, nascido em domicílio, situado na fazenda Palmeiras, no Município de Laranjal, Estado de Minas Gerais.
Eis a ascendência do marido: [1] Nivaldo João de Castro Pandeló. Filho legítimo de [2] João Nunes Pandeló, nascido no dia 22-05-1925, sexta-feira, no Distrito de Tebas, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e que faleceu em 07-02-2005, segunda-feira, em São Paulo (SP), aos 79 anos, 8 meses e 16 dias de idade e após 55 anos, 8 meses e 30 dias de casado; e de [3] Margarida de Castro Pandeló (Margarida de Castro Martins quando solteira) nascida em 22-02-1928, quarta-feira, em domicílio, situado na fazenda São Benedito, no Distrito de Conceição da Boa Vista, que hoje faz parte do Município de Recreio, Minas Gerais, casada em 08-05-1949, domingo, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e que faleceu em 01-05-2008, quinta-feira, na Capital Paulista, aos 80 anos, 2 meses e 9 dias de idade. Neto paterno de [4] João Rodrigues Pandelot Filho, nascido em 13-02-1897, sábado, em Vista Alegre, Município de Cataguases, Minas Gerais e que faleceu em 05-01-1954, terça-feira, aos 56 anos, 10 meses e 23 dias de idade, em Leopoldina, Minas Gerais, onde seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal Nossa Senhora do Carmo, e de sua mulher, [5] Maria Antônia Nunes Martins, nascida em 31-03-1903, terça-feira. Neto materno de [6] João de Castro Neto – conhecido nos meios familiares por "Filhinho", nascido em 22-04-1905, sábado, no Distrito de Vista Alegre, Município de Cataguases, Minas Gerais, lavrador aposentado, que faleceu em 04-08-1986, segunda-feira, em Leopoldina, Minas Gerais, aos 81 anos, 3 meses e 13 dias de idade e após 59 anos, 3 meses e 12 dias de casado, e de sua mulher, [7] Isabel Martins Nunes de Castro (Isabel Nunes Martins quando solteira), nascida em 24-05-1909, segunda-feira, em Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, casada em 23-04-1927, sábado, em Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio, Minas Gerais, e que faleceu em 28-10-1992, quarta-feira, aos 83 anos, 5 meses e 4 dias de idade, em Leopoldina, Minas Gerais, onde os corpos do casal se acham sepultados no Cemitério Municipal Nossa Senhora do Carmo. Por João Rodrigues Pandelot Filho: bisneto de [8] João Rodrigues Pandelot, nascido no ano de 1869, no Funchal, ilha da Madeira, Portugal, que chegou ao Brasil em 1884 com apenas 14 anos de idade, junto com seu irmão José Rodrigues Pandelot, e que se estabeleceram em Angustura, no Município e Comarca de Além Paraíba, Minas Gerais, onde foram proprietários de uma padaria denominada "Rodrigues & Rodrigues", sendo que mais tarde João se dedicou à agricultura e esteve morando no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, e quando já mais idoso, voltou para a sua chácara Pandeló em Angustura, onde faleceu no dia 10-01-1941, sexta-feira, ao meio dia, contando 71 anos de idade, e de sua mulher, [9] Elvira Rodrigues da Silva, natural de Minas Gerais, nascida por volta de 1878 e falecida viúva de morte natural, aos 63 anos de idade, no dia 24-07-1942, sexta-feira, às 20 horas, em domicílio, na sua chácara Pandeló, no Distrito de Angustura, estando ambos os corpos sepultados no Cemitério de Angustura (MG). Por Maria Antônia Nunes Martins: bisneto dos espanhóis, [10] Anselmo Nunes de Moraes, fazendeiro nascido em 1876, e de sua mulher, [11] Maria Antônia Nunes Martins, nascida em 1881, e que se casaram no dia 11-02-1900, domingo, no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais. Por João de Castro Neto: bisneto do agricultor [12] João Firmiano de Castro nascido no mês de agosto de 1880, em São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais e que faleceu aos 43 anos de idade, em 19-06-1924, quinta-feira, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais, tendo o seu corpo sido sepultado no Cemitério Púbico de Trimonte, no atual Município de Volta Grande, Minas Gerais; e de sua mulher, [13] Eponina Eulália de Castro, nascida em 15-05-1887, domingo, em Nossa Senhora do Amparo, Município de Barra Mansa, Estado do Rio de Janeiro, casada no dia 16-02-1901, sábado, em Trimonte, com a idade de 13 anos, 9 meses e 1 dia, e que faleceu em 09-01-1965, aos 77 anos, 7 meses e 25 dias de idade e tendo o seu corpo sido sepultado no Cemitério Municipal de Recreio, Minas Gerais. Por Isabel Martins Nunes de Castro: bisneto do agricultor [14] Fernando Martins Hernandes, nascido em 24-08-1880, terça-feira, e de sua mulher, [15] Antônia Nunes de Moraes, nascida por volta de 1884, na Espanha e que faleceu em 04-03-1962, domingo, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, onde seu corpo jaz sepultado no cemitério local. Por João Rodrigues Pandelot: trineto de [16] Manoel Rodrigues, nascido por volta de 1839 e de sua mulher, [17] Rosa Pestana de Jesus, nascida por volta de 1840, ambos naturais da Freguesia de Estreito de Câmara de Lobos, Concelho de Câmara de Lobos, Região Autônoma da Madeira, Portugal, onde eles também se casaram no dia 12-06-1861, quarta-feira, pelas 11 horas da manhã, na igreja paroquial de Nossa Senhora da Graça do Estreito (Freguesia de Estreito de Câmara de Lobos – livro 3.337, folhas 5 verso a 6, registro 07), e que foram aí moradores no sítio do "Cabo do Portão" – nota-se que nenhum dos ascendentes da ilha da Madeira possuem o sobrenome Pandelot ou Pandeló e sim o sobrenome Rodrigues. Por Elvira Rodrigues da Silva: trineto de [18] Vicente Rodrigues da Silva e de sua mulher, [19] Laurentina Reginalda de Jesus. Por Anselmo Nunes de Moraes e sua irmã Antônia Nunes de Moraes: trineto dos agricultores [20 e 30] Nemêncio Nunes de Moraes e de sua mulher, [21 e 31] Isabel Moraes Nunes, ambos naturais da Espanha. Por Maria Antônia Nunes Martins e seu irmão Fernando Martins Hernandes: trineto dos agricultores [22 e 28] Nicácio Martins e de sua mulher, [23 e 29] Margarida Hernandes, ambos naturais também da Espanha. Por João Firmiano de Castro: trineto do lavrador [24] João Zeferino de Azevedo Castro nascido por volta de 1844, em Magé, na então Província do Rio de Janeiro e que faleceu no dia 22-05-1935, quarta-feira, em Recreio, Minas Gerais, aos 91 anos de idade, e de sua mulher, [25] Leopoldina de Freitas Castro (Leopoldina Telles de Freitas quando solteira), nascida por volta de 1859, em Angustura, Minas Gerais e casada no dia 21-07-1875, quarta-feira, em Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio, Minas Gerais. Por Eponina Eulália de Castro: trineto de [26] José Augusto Teixeira de Castro, nascido em 10-09-1861, terça-feira, na sede do sítio Gratidão, na região onde se formou o Distrito de Providência, no Município de Leopoldina, Minas Gerais, aí também batizado em 16-08-1862, sábado, na ermida da vizinha fazenda Trimonte e que faleceu no dia 11-04-1913, sexta-feira, em Barbacena, Minas Gerais, aos 51 anos, 7 meses e 1 dia de idade; e de [27] Eulália Maria da Conceição, nascida em 1869, solteira, com a qual ele se relacionou antes de se casar com a Francisca Alminda de Almeida – esta que adotou o nome de Francisca de Almeida Castro após o matrimônio celebrado em 04-09-1886, sábado, na igreja de São Sebastião em Leopoldina e que passaram a criar a Eponina Eulália de Castro desde tenra idade. Por Manoel Rodrigues: tetraneto de [32[ João Rodrigues e de sua mulher, [33] Maria Rosa, ambos naturais da Freguesia de Estreito de Câmara de Lobos, Concelho de Câmara de Lobos, Região Autônoma da Madeira, Portugal, onde se casaram em 1839 e aí moradores no sítio denominado "Cabo do Portão". Por Rosa Pestana de Jesus: tetraneto de [34] João Pestana e de sua mulher, [35] Rosa de Jesus, ambos naturais de Estreito de Câmara de Lobos, Concelho de Câmara de Lobos, ilha da Madeira, Portugal, onde se casaram no ano de 1824. Por João Zeferino de Azevedo Castro,: tetraneto dos portugueses, [48] Joaquim Antônio Teixeira de Castro (1816/1818―31-01-1893) e de sua primeira consorte, [49] Constança Maria da Conceição (da família Azevedo), falecida por volta de 1855. Por Leopoldina de Freitas Castro: tetraneto do português [50] Joaquim José de Freitas e de sua mulher, [51] Maria Joaquina do Espírito Santo, esta nascida no ano de 1841 em Barra Mansa (RJ) e que faleceu aos 24 anos de idade no dia 07-05-1865, domingo, em Angustura (MG), onde seu corpo jaz sepultado no cemitério local. Por José Augusto Teixeira de Castro: tetraneto também do português [52] Joaquim Antônio Teixeira de Castro (1816/1818―31-01-1893) e de sua segunda mulher, [53] Carolina Augusta de Siqueira Castro (Carolina Augusta de Siqueira quando solteira), natural de Minas Gerais e que faleceu no dia 14-11-1880, domingo, na sede do sítio Gratidão, situado no local então denominado “Córrego dos Rochas” na proximidades do atual Distrito de Providência, Município de Leopoldina (MG). Por Eulália Maria da Conceição: tetraneto de [54] João Duarte Nunes e de sua mulher, [55] Eulália Francisca Valadão, agricultores naturais de Arrozal, Município de Piraí (RJ) e casados no dia 22-08-1868, sábado, em Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio (MG). Por João Rodrigues: quinto neto de [64] uma pessoa incógnita e de [65] Josefa Maria. Por Maria Rosa: quinto neto de [66] Antônio Gomes e de sua mulher, [67] Francisca Rosa de Jesus, que se casaram em 1810, em Estreito de Câmara de Lobos, Concelho de Câmara de Lobos, ilha da Madeira, Portugal. Por Carolina Augusta de Siqueira Castro: quinto neto do agricultor [106] Francisco Antunes de Siqueira e de sua mulher, [107] Francisca Carolina Gonçalves Cortes, que se estabeleceram na região de Angustura (MG). Por João Duarte Nunes: quinto neto do agricultor [108] João Nunes Duarte e de sua mulher, [109] Ana Maria da Conceição. E por Eulália Francisca Valadão: quinto neto do agricultor [110] José Mendes Valadão e de sua mulher, [111] Francisca Maria da Silva, estabelecidos em terras formadoras do Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Minas Gerais.
Nivaldo João de Castro Pandeló e Maria das Graças de Castro Pandeló tiveram um casal de filhos. E residem em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-1 Júlio Márcio Castro Pandeló. Ele é natural de São Paulo (SP) e formado em Engenharia Elétrica no ano de 2003, em São José dos Campos (SP), pela Universidade do Vale do Paraíba. Casou-se em São José dos Campos, com Cíntia Abranches Chelou, que adotou o nome: Cíntia Abranches Chelou de Castro. Ela natural desta mesma Cidade, filha legítima de Omar Mamede Chelou e de Marilena Abranches Antunes.
O casal é residente e domiciliado na cidade de São José dos Campos (SP).
VII-1 Gabriel Abranches Castro Pandeló. Nascido em São José dos Campos (SP).
VII-2 Nícolas Abranches Castro Pandeló. Nascido em São José dos Campos (SP).
VI-2 Juliana Castro Pandeló. Ela é natural de São Paulo (SP) e formou-se em Ciências Econômicas no ano de 2002, em São José dos Campos (SP), pela Universidade do Vale do Paraíba. Casou-se em São José dos Campos, com Matheus Prince e adotou o nome: Juliana Castro Pandeló dos Santos. Ele, filho legítimo de Sebastião dos Santos e de Regina Célia Prince.
O casal é residente e domiciliado na cidade de São José dos Campos (SP).
VII-1 Laís Pandeló Prince dos Santos. Nascida em São José dos Campos (SP).

V-8 Maria Helena Hisse de Castro. Ela nasceu no povoado de São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Formou-se em 1973 nos cursos de Normalista e de Técnica em Contabilidade, na cidade de Recreio (MG). Em 1974, ela ingressou no Magistério do Estado de Minas Gerais e durante três anos lecionou em Providência no Município de Leopoldina, e depois na cidade de Além Paraíba (MG). Em 1978, na "Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Merhy" de Além Paraíba, formou-se em Matemática e em Pedagogia, e mais tarde fez pós-graduação em Latos-Sensus de Didática.
Casou-se no ano de 1977, em Além Paraíba, Minas Gerais, com o seu primo odontologista, doutor José Guilherme Bouhid Hissi e adotou o nome: Maria Helena de Castro Hissi; passando a morar em Além Paraíba.
Maria Helena de Castro Hissi depois de quinze anos deixou o magistério e se transferiu com a família, de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, para São José dos Campos, Estado de São Paulo, mais precisamente, no dia 10-07-1991. Passando ela a trabalhar como diretora em firma industrial e o marido no gabinete dentário que instalou na cidade. Em 2005, ela se formou em Psicanálise pelo CINPP – Centro de Investigação em Psicanálise e Psicossomática de São José dos Campos; e depois de trabalhar como estagiária em hospitais locais, montou o seu próprio gabinete de trabalho, desempenhando suas funções profissionais em sala vizinha ao marido, em prédio situado no Jardim São Dimas, em São José dos Campos. Atualmente a Maria Helena encontra-se com suas atividades profissionais paralisadas, por se encontrar em tratamento de saúde (2015).
Eis a ascendência do marido. [1] José Guilherme Bouhid Hissi. Natural de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, onde se formou em Odontologia pela Faculdade Fluminense. Filho legítimo do contador e comerciante [2] Frontin Hissi, nascido em 17-10-1921, segunda-feira, em Estrela Dalva, Minas Gerais, e falecido em 10-05-1980, sábado, em Nova Friburgo, aos 58 anos, 6 meses e 23 dias de idade e após 33 anos, 4 meses e 28 dias de casado, e de [3] Nazira Bouhid Hissi (Nazira Bouhid quando solteira), normalista, nascida em 24-11-1923, sábado, em Volta Grande, Minas Gerais, casada em 12-12-1946, quinta-feira, nesta mesma Cidade e que faleceu viúva, em 11-03-2007, domingo, aos 83 anos, 3 meses e 15 dias de idade, em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, onde residia. Neto paterno de [4] Kalil Hissi (23-12-1890=05-01-1891―12-12-1964), comerciante estabelecido em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e de sua mulher, [5] Rosa Lattuf Hissi (01-12-1891=14-12-1891―15-12-1954) − Warda Lattuf quando solteira no Líbano; ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde também se casaram na igreja cristã maronita; vindo ela a falecer em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e ele na cidade de Volta Grande, Minas Gerais, na casa de seu filho José Hisse, estando seus corpos sepultados no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande. Neto materno de [6] Elias Bouhid (22-02-1890―02-07-1947) comerciante na cidade de Volta Grande, Minas Gerais e de sua mulher, [7] Sophia Bouhid (14-09-1894―16-01-1978), cujo nome de solteira era Sophia Abalen; ambos naturais de Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano, onde também se casaram no ano de 1909 na igreja cristã ortodoxa grega; vindo ele a falecer em Volta Grande, Minas Gerais, e ela na cidade do Rio de Janeiro; estando seus corpos sepultados no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Minas Gerais. Por Kalil Hissi: bisneto de [8] Issa Khalil Assaf, agricultor, nascido por volta de 1865, e de sua mulher, [9] Najma Mansur nascida em 1869, ou pouco antes, ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde também faleceram. Por Rosa Lattuf Hissi: bisneto de [10] Habib Lattuf Ilyas e de sua mulher, [11] Janna Amin, ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde se casaram e também faleceram, ele em 1900 e ela em 1903. Por Elias Bouhid: bisneto de [12] José Bouhid (Youssef Bouhid) nascido em 1850 em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano e que faleceu viúvo em 29-12-1928, sábado, em Volta Grande, Minas Gerais, e de sua mulher, [13] Rosa Chagra (Warda Chagra), sua conterrânea. Por Sophia Bouhid: bisneto de [14] Khalil Abalen e de sua mulher, [15] Rosa Bouhid (Warda Bouhid), ambos naturais de Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano, onde também se casaram. Por Issa Khalil Assaf: trineto de [16] Assaf Issa, natural de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, nascido por volta de 1833, pouco mais ou menos – e que ocupou seguidamente o cargo de administrador de Kfar Aamay, escolhido pelo povo – e que aí faleceu no ano de 1913, e da primeira mulher de seus três casamentos, [17] Mariam Assaf, nascida por volta de 1834, sendo estes, adeptos da religião cristã maronita. Por Najma Mansur: trineto dos cristãos maronitas, [18] Mansur Abichebeb, natural de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, e aí falecido pelo ano de 1900, e de sua conterrânea [19] Mariam Mansur, falecida em 1919, também em Kfar Aamay. Por José Bouhid (Youssef Bouhid) e sua irmã Rosa Bouhid (Warda Bouhid): trineto dos cristãos ortodoxos gregos, [24 e 30] Elias Bouhid (Ilyas Bouhid) e sua mulher, [25 e 31] Bárbara Bouhid (Burbara Bouhid), nascidos, casados e falecidos em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano. Por Rosa Chagra (Warda Chagra): trineto dos cristãos ortodoxos gregos, [26] João Chagra (Hanna Chagra) e sua mulher, [27] Maria Chagra (Mariam Chagra), nascidos, casados e falecidos em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano.
Vide acima José Guilherme Bouhid Hissi, no item V-2, de IV-2, de III-2, de II-3, de I, do §1, onde consta a geração.

V-9 Antônio Márcio Hisse de Castro. Industrial e administrador de Empresas e Negócios, nascido no dia 05-02-1954, sexta-feira, às 20 horas e 25 minutos, em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e aí batizado em 08-08-1954, domingo, na capela de Santa Úrsula, pelo Padre holandês Bernardo van de Vem ‒ ofm, sendo seus padrinhos, os tios: Oswaldo Vasques de Castro e sua mulher Maria José Junqueira de Castro.
Casou-se no dia 03-01-1981, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais, com a funcionária do Instituto Nacional de Previdência Social, Rita Celeste Vieira Cordeiro, que adotou o nome: Rita Celeste Cordeiro de Castro; esta nascida em 16-03-1955, quarta-feira, em Além Paraíba, Minas Gerais e batizada no dia seguinte, 17-03-1955, quinta-feira, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro. O casal fixou residência em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
Rita Celeste Cordeiro de Castro formara-se em 1975 como Normalista, no Colégio Santos Anjos de Além Paraíba, Minas Gerais. E completara também nesta mesma Cidade, pela "Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Merhy", em 1978, os cursos de Licenciatura Plena e de Matemática.
Ela faleceu no dia 17-05-1995, quarta-feira, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP), depois de alguns dias em estado de coma, em decorrência de infecção causada por fungos de pombo; contava 40 anos, 2 meses e 1 dia de idade e 14 anos 4 meses e 14 dias de casada. Seu corpo jaz sepultado na quadra 4, setor 8, jazigo 36, do Cemitério Horto São Dimas, em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Eles tiveram um casal de filhos.
Eis os ascendentes da esposa, até seus bisavós: [1] Rita Celeste Cordeiro de Castro. Filha legítima de [2] Paulo Pinheiro Cordeiro, fiscal de rendas do Estado do Rio de Janeiro e exímio cruzadista, nascido em 11-01-1926, segunda-feira, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, onde foi batizado anos mais tarde, no dia 14-07-1935, domingo, na igreja de Nossa Senhora da Conceição e que faleceu em 05-04-1973, quinta-feira, aos 47 anos, 3 meses e 25 dias de idade, na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, e de [3] Maria Vieira Cordeiro (23-11-1923―12-11-2012) nascida em domicílio, na fazenda Pamparrão, no Município de Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, onde também se casou e que faleceu viúva, em São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde residia, aos 88 anos, 11 meses e 20 dias de idade, tendo o seu corpo sido sepultado junto ao do marido no Cemitério Municipal de Além Paraíba, Minas Gerais. Neta paterna de [4] Presciliano Mendes Cordeiro (04-01-1906―17-09-1962), funcionário da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, nascido e falecido em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, e de sua mulher, [5] Antônia Pinheiro Cordeiro (Antônia Almada Pinheiro quando solteira), nascida em 24-03-1904, quinta-feira, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro e que faleceu em 21-01-1960, quinta-feira, em Niterói, Estado do Rio de Janeiro. Neta materna do lavrador [6] Waldemar da Silva Souza e de sua mulher, [7] Maria José de Souza (Maria José Santos quando solteira), residentes em domicílio situado na fazenda Pamparrão pertencente à senhora Alexandra Schwenk, descendentes de suíços, que foi a mãe de criação da acima citada [3] Maria Vieira Cordeiro. Por Presciliano Mendes Cordeiro: bisneta de [8] Narciso Soares Cordeiro, nascido em 24-06-1871, sábado, na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, atual Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, e de sua mulher, [9] Júlia Mendes Cordeiro, nascida em 28-12-1873, domingo, e conterrânea do marido. Por Antônia Pinheiro Cordeiro: bisneta de [10] Joaquim Alves Pinheiro, natural de Duas Barras, Estado do Rio de Janeiro, e de sua mulher, [11] Brasília Almada Pinheiro. Por Waldemar da Silva Souza: bisneta de [12] Alcino Vieira de Souza e de sua mulher, [13] Adelina Felícia de Souza (Adelina Felícia da Silva quando solteira). E por Maria José de Souza: bisneta de [14] Alberto de Silva Santos e de sua mulher, [15] Francisca Hermínia da Silva Santos.
VI-1 Maria Clara Cordeiro de Castro. Natural da cidade de Além Paraíba, Minas Gerais e advogada formada em São José dos Campos, Estado de São Paulo, pela Universidade do Vale do Paraíba. Casou-se nesta mesma cidade com Gustavo Ramos de Almeida e adotou o nome: Maria Clara Cordeiro de Castro Almeida. Ele, filho de Mauro Antônio Pereira de Almeida e de sua mulher, Eugênia Maria Ramos.
O casal é residente e domiciliado em São José dos Campos.
VII-1 Maria Rita Cordeiro de Castro Almeida. Nascida em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VII-2 Maria Júlia Cordeiro de Castro Almeida. Nascida em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-2 Antônio Márcio Cordeiro de Castro. É natural de Além Paraíba, Minas Gerais. Reside em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteiro.
V-9 Antônio Márcio Hisse de Castro depois de ficar viúvo consorciou-se no quarto trimestre de 1997, em união consensual estável, com Daniela de Souza Monteiro, formada em Administração de Empresas e Negócios, natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo. Esta, filha legítima de Antônio Monteiro de Souza e da professora Célia de Souza Monteiro, natural de Paraisópolis, Estado de Minas Gerais e que residem em São José dos Campos.
Antônio Márcio Hisse de Castro faleceu no dia 22-06-2006, quinta-feira, às 3 horas e 30 minutos da madrugada, de infarto do miocárdio; contava 52 anos, 4 meses e 17 dias de idade e seu corpo foi sepultado no dia seguinte, às 9 horas, na quadra 4, setor 8, jazigo 36, do Cemitério Horto São Dimas, em São José dos Campos. Ele deixou um casal de filhos desta união.
VI-3 Gabriela Monteiro de Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-4 Rafael Monteiro de Castro. Natural de São José dos Campos,Estado de São Paulo.
V-10 Maria Julieta Hisse de Castro. Ela é ex-bancária e comerciante, nascida em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; e sendo aí também batizada na capela de Santa Úrsula.
Em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, ela completou o curso de Normalista no Colégio Santos Anjos. Em 1978 esteve um ano morando em Belo Horizonte e da Capital Mineira, em 1979, transferiu-se para a cidade de São Paulo, onde passou a trabalhar no Banco Maisonnave – agência da Avenida Paulista, passando a trabalhar depois no Banco Auxiliar S/A – agência da Avenida Santo Amaro, no Bairro Vila Nova Conceição. Nessa época fez o curso de Artes Cênicas, na Faculdade Marcelo Tupinambá, na Capital Paulista.
Casou-se no ano de 1986 em Além Paraíba, Minas Gerais, com o seu primo e bioquímico, Elias Augusto Bouhid Hissi, e adotou o nome: Maria Julieta de Castro Hissi. Ele, natural de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro e irmão do José Guilherme Bouhid Hissi acima citado no item IV-8. O casal é residente na cidade do Rio de Janeiro.
Ascendência do marido, até seus trisavós: [1] Elias Augusto Bouhid Hissi. Ex-funcionário da empresa norte-americana denominada Schering Medicamentos Farmacêuticos, situada no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ), e esteve fazendo estágio nesta mesma empresa em Porto Rico. Filho legítimo do comerciante e contador [2] Frontin Hissi, nascido em 17-10-1921, segunda-feira, em Estrela Dalva, Minas Gerais, e falecido em 10-05-1980, sábado, em Nova Friburgo, aos 58 anos, 6 meses e 23 dias de idade e após 33 anos, 4 meses e 28 dias de casado, e de [3] Nazira Bouhid Hissi (Nazira Bouhid quando solteira), normalista, nascida em 24-11-1923, sábado, em Volta Grande, Minas Gerais, casada em 12-12-1946, quinta-feira, nesta mesma Cidade e que faleceu viúva, em 11-03-2007, domingo, aos 83 anos, 3 meses e 15 dias de idade, em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, onde residia. Neto paterno de [4] Kalil Hissi (23-12-1890=05-01-1891―12-12-1964), comerciante estabelecido em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e de sua mulher, [5] Rosa Lattuf Hissi (01-12-1891=14-12-1891―15-12-1954) − Warda Lattuf quando solteira no Líbano; ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde também se casaram na igreja cristã maronita; vindo ela a falecer em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e ele na cidade de Volta Grande, Minas Gerais, na casa de seu filho José Hisse, estando seus corpos sepultados no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande. Neto materno de [6] Elias Bouhid (22-02-1890―02-07-1947) comerciante na cidade de Volta Grande, Minas Gerais e de sua mulher, [7] Sophia Bouhid (14-09-1894―16-01-1978), cujo nome de solteira era Sophia Abalen; ambos naturais de Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano, onde também se casaram no ano de 1909 na igreja cristã ortodoxa grega; vindo ele a falecer em Volta Grande, Minas Gerais, e ela na cidade do Rio de Janeiro; estando seus corpos sepultados no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Minas Gerais. Por Kalil Hissi: bisneto de [8] Issa Khalil Assaf, agricultor, nascido por volta de 1865, e de sua mulher, [9] Najma Mansur nascida em 1869, ou pouco antes, ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde também faleceram. Por Rosa Lattuf Hissi: bisneto de [10] Habib Lattuf Ilyas e de sua mulher, [11] Janna Amin, ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde se casaram e também faleceram, ele em 1900 e ela em 1903. Por Elias Bouhid: bisneto de [12] José Bouhid (Youssef Bouhid) nascido em 1850 em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano e que faleceu viúvo em 29-12-1928, sábado, em Volta Grande, Minas Gerais, e de sua mulher, [13] Rosa Chagra (Warda Chagra), sua conterrânea. Por Sophia Bouhid: bisneto de [14] Khalil Abalen e de sua mulher, [15] Rosa Bouhid (Warda Bouhid), ambos naturais de Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano, onde também se casaram. Por Issa Khalil Assaf: trineto de [16] Assaf Issa, natural de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, nascido por volta de 1833, pouco mais ou menos – e que ocupou seguidamente o cargo de administrador de Kfar Aamay, escolhido pelo povo – e que aí faleceu no ano de 1913, e da primeira mulher de seus três casamentos, [17] Mariam Assaf, nascida por volta de 1834, sendo estes, adeptos da religião cristã maronita. Por Najma Mansur: trineto dos cristãos maronitas, [18] Mansur Abichebeb, natural de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, e aí falecido pelo ano de 1900, e de sua conterrânea [19] Mariam Mansur, falecida em 1919, também em Kfar Aamay. Por José Bouhid (Youssef Bouhid) e sua irmã Rosa Bouhid (Warda Bouhid): trineto dos cristãos ortodoxos gregos, [24 e 30] Elias Bouhid (Ilyas Bouhid) e sua mulher, [25 e 31] Bárbara Bouhid (Burbara Bouhid), nascidos, casados e falecidos em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano. Por Rosa Chagra (Warda Chagra): trineto dos cristãos ortodoxos gregos, [26] João Chagra (Hanna Chagra) e sua mulher, [27] Maria Chagra (Mariam Chagra), nascidos, casados e falecidos em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano.
Vide acima, Elias Augusto Bouhid Hissi, no item V-1, de IV-2, de III-2, de II-3, de I, do §1, onde consta a geração.
V-11 Maria de Fátima Hisse de Castro. Nascida no povoado de São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e foi aí batizada na capela de Santa Úrsula. Morou na cidade de Recreio (MG) e depois em Além Paraíba (MG), onde fez o curso de Normalista no Colégio Santos Anjos e logo após, o de Pedagogia, na "Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Merhy".
Casou-se no ano de 1980 em Além Paraíba, Minas Gerais, com o bancário, Luiz Augusto Silva Santos, natural desta mesma Cidade e adotou o nome: Maria de Fátima Castro Santos. Eles permaneceram morando em Além Paraíba, até o final do ano de 1985, quando se transferiram para São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde fixaram residência e passaram a trabalhar em serviços administrativos de firma industrial.
Ascendência do marido, até seus trisavós: [1] Luiz Augusto Silva Santos, formado em Matemática, em Além Paraíba, Minas Gerais. Filho legítimo de [2] Hildo Santos (04-02-1930―31-10-2008), ferroviário aposentado, nascido em Além Paraíba, Minas Gerais e falecido em São José dos Campos, São Paulo, aos 78 anos, 8 meses e 27 dias de idade, após 54 anos, 4 meses e 5 dias de casado, e de sua conterrânea, [3] América Silva Santos (América Baeta da Silva quando solteira), viúva, residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Neto paterno do ferroviário [4] Waldemiro Santos (14-04-1899―22-08-1986) nascido em Além Paraíba, Minas Gerais, onde faleceu viúvo, aos 87 anos, 4 meses e 8 dias de idade, e de sua mulher, [5] Eugênia de Oliveira Santos (Eugênia dos Santos Oliveira quando solteira), nascida em 01-11-1900, quinta-feira, em Além Paraíba e que faleceu no dia 24-03-1976, quarta-feira, nesta mesma Cidade, aos 75 anos, 4 meses e 23 dias de idade, estando os corpos de ambos sepultados no Cemitério Municipal de Além Paraíba. Neto materno de [6] Joaquim Silva, nascido em 28-05-1904, sábado, às 4 horas da madrugada, em Além Paraíba, Minas Gerais e de sua mulher, [7] Leopoldina Baeta da Silva. Por Waldemiro Santos: bisneto de [8] Arthur de Souza Santos e de [9] Henriqueta Olívia da Conceição. Por Eugênia de Oliveira Santos: bisneto do mineiro [10] Conceição de Oliveira e Silva, e da fluminense [11] Donária Júlia de Oliveira, casados em Natividade de Carangola, atual Natividade, Estado do Rio de Janeiro. Por Joaquim Silva: bisneto de [12] Pessoa incógnita e de [13] Victoriana Silva. Por Henriqueta Olívia da Conceição: trineto de [18] Isidoro .......... e de sua mulher, [19] Olívia da Conceição. Pelo Conceição de Oliveira e Silva: trineto de [20] Manuel Francisco de Oliveira Leite e de sua mulher, [21] Maria José do Carmo. Por Donária Júlia de Oliveira: trineto de [22] José Gomes Henriques e de sua mulher, [23] Rosa Mariana Henriques. E por Victoriana Silva: trineto de [27] Paulina Silva.
VI-1 Bruno Castro Santos. Engenheiro, natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Veio com os pais para São José dos Campos, Estado de São Paulo onde fez o Curso Técnico de Eletrônica na Escola Técnica Professor Everardo Passos e no ano de 2004 se formou em Engenharia Elétrica pela Universidade do Vale do Paraíba. É funcionário em firma industrial. Ele se casou em São José dos Campos com Priscila Capucci, filha legítima de Adílson Capucci e de Rosângela Victória Capucci.
VI-2 Thiago de Castro Santos. Natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Mudou-se com os pais para São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde fez Curso Técnico de Eletrônica na Escola Técnica Professor Everardo Passos, e que no ano de 2006 se formou em Publicidade e Propaganda pela Universidade do Vale do Paraíba. É bancário em São José dos Campos, onde se casou com sua prima Sílvia Rezende Castro, que adotou o nome: Sílvia Rezende Castro Santos.
Ascendência da esposa, até seus trisavós: [1] Sílvia Rezende Castro Santos, natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais; e bacharela em Direito pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Vale do Paraíba de São José dos Campos, Estado de São Paulo. Filha legítima de [2] Luiz Fernando Hisse de Castro, funcionário público aposentado do Estado de Minas Gerais, e de [3] Célia Rezende Castro (Célia Monteiro de Rezende quando solteira e após a separação e divórcio). Neta paterna de [4] Vanor Vasques de Castro (02-12-1915—12-04-1975), natural do Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais e que faleceu na cidade de Recreio, Minas Gerais, e de sua mulher, [5] Julieta Hisse de Castro (26-02-1923—15-09-1980) − que quando solteira chamava-se Julieta Lattuf Hissi − nascida em Estrela Dalva, Minas Gerais, que se casou no dia 23-02-1938, quarta-feira, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, que hoje faz parte do Município de Estrela Dalva, Minas Gerais e que veio a falecer em Além Paraíba, Minas Gerais. Neta materna do agricultor [6] Antônio Monteiro de Rezende (22-05-1903—15-12-1967) e de sua mulher, [7] Corina Monteiro de Rezende (09-03-1904—13-07-1981), que mais tarde mudou o seu nome para Corina Francisca de Rezende; que foram proprietários do sítio Palmital, em Arraial dos Montes, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e que faleceram nesta mesma Cidade. Por Vanor Vasques de Castro: bisneta de [8] Luís Augusto Teixeira de Castro (01-06-1867—03-12-1935) nascido na sede do antigo sítio Gratidão, nas proximidades do local onde se formou o Distrito de Providência, no Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais e que faleceu na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais e de sua mulher, [9] Julieta Vasques de Castro (09-07-1878—28-01-1943) − Julieta Vasques de Miranda quando solteira − nascida na sede da fazenda do Rochedo, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais, onde também se casou em 08-07-1899, sábado e que faleceu em Recreio, Minas Gerais. Por Julieta Hisse de Castro: bisneta de [10] Kalil Hissi (23-12-1890=05-01-1891—12-12-1964), natural de Kfar Aamay, Província do Monte Líbano, República do Líbano e que faleceu na cidade de Volta Grande, Minas Gerais, e de sua mulher e conterrânea, [11] Rosa Lattuf Hissi (01-12-1891=14-12-1891—15-12-1954) − Warda Lattuf no Líbano − que faleceu em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Por Antônio Monteiro de Rezende: bisneta de [12] João Baptista Monteiro de Rezende e de sua mulher, [13] Josephina Monteiro de Rezende, casados em Tiradentes, Minas Gerais e agricultores em Arraial dos Montes, Município de Leopoldina, Minas Gerais. por Corina Monteiro de Rezende (mais tarde Corina Francisca de Rezende): bisneta do agricultor [14] José Monteiro de Rezende Sobrinho e de sua mulher, [15] Maria do Carmo Rezende. Por Luís Augusto Teixeira de Castro: trineta do português [16] Joaquim Antônio Teixeira de Castro, que faleceu aos 76 anos de idade, no dia 31-02-1893, terça-feira, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais e de sua mulher, [17] Carolina Augusta de Siqueira Castro (Carolina Augusta de Siqueira quando solteira), que faleceu no dia 14-11-1880, domingo, na sede do antigo sítio Gratidão, em Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais. Por Julieta Vasques de Castro: trineta do espanhol, natural da Galiza, [18] José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833—21-12-1915), fazendeiro, que faleceu na sede da fazenda Santo Antônio, no atual Distrito de Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais e de sua segunda mulher, [19] Rosa Luiza de Menezes Vasques (1845—18-08-1927), que faleceu no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais. Por Kalil Hissi: trineta dos libaneses [20] Issa Khalil Assaf e [21] Najma Mansur, que se casam, viveram e faleceram em Kfar Aamay no Líbano. Por Rosa Lattuf Hissi: trineta dos libaneses [22] Habib Lattuf Ilyas que faleceu em 1900 em Kfaramay e de sua mulher, [23] Janna Amin, que faleceu em 1903 em Kfaramay, no Líbano, onde sempre viveram. Por João Baptista Monteiro de Rezende e seu irmão José Monteiro de Rezende Sobrinho: trineta do fazendeiro [24 e 28] Marcos Monteiro de Rezende e de sua mulher, [25 e 29] Amélia Francisca Monteiro de Rezende (Amélia Francisca Ribeiro da Silva quando solteira), estabelecidos em Arraial dos Montes, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Por Josephina Monteiro de Rezende: trineta do agricultor [26] José Monteiro de Rezende e de sua mulher, [27] Messias Rezende Mendonça, nascida em 05-03-1851, quarta-feira, em São João del Rei, Minas Gerais; ambos falecidos em Leopoldina. Por Maria do Carmo Rezende: trineta do comendador [30] Domiciano Monteiro de Rezende e de sua segunda mulher, [31] Maria José Lara de Rezende (Maria José Lara quando solteira).
VII-1 João Pedro Rezende Castro Santos. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-3 Ana Paula de Castro Santos. Residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteira.
VI-4 Mariana de Castro Santos. Residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteira.
V-12 Rita de Cássia Hisse de Castro. Engenheira química, natural de São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e que foi aí também batizada na capela de Santa Úrsula. Morou em Recreio (MG) e depois na Capital Paulista, onde trabalhou em laboratório de firma indústrial. Casou-se em Além Paraíba (MG), com Sérgio Pereira de Moraes e adotou o nome: Rita de Cássia Hisse de Castro Moraes.
Ascendência do marido: [1] Sérgio Pereira de Moraes nascido na Vila de Jamapará, Município e Comarca de Sapucaia, Estado do Rio de Janeiro. Filho legítimo de [2] Simplício Teixeira de Moraes, nascido em 04-10-1928, quinta-feira, em Santo Antônio do Aventureiro, Estado de Minas Gerais e de [3] Alice Pereira de Moraes (Alice Pereira Ramiro quando solteira) nascida em 18-03-1935, segunda-feira, no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, casada em Jamapará, Estado do Rio de Janeiro, no dia 14-09-1957, sábado, e falecida no dia 20-04-2006, quinta-feira, aos 71 anos, 1 mês e 2 dias de idade. Neto paterno do lavrador [4] Jair Ferreira de Moraes, nascido em 13-01-1904, quarta-feira e de sua mulher, [5] Nair Teixeira de Rezende, nascida em 10-11-1904, quinta-feira, sendo ambos naturais de Santo Antônio do Aventureiro, Estado de Minas Gerais, aonde também se casaram em 29-10-1925, quinta-feira. Neto materno de [6] Sebastião Ramiro e de sua mulher, [7] Maria Pereira Ramiro, agricultores em Angustura, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Por Jair Ferreira de Moraes: bisneto de [8] Simplício Dutra de Moraes, nascido no dia 23-08-1877, quinta-feira, em Santo Antônio do Aventureiro, Estado de Minas Gerais e de sua mulher, [9] Guilhermina Ferreira de Moraes, cujo nome de solteira era Guilhermina Cerqueira Ferreira (1877/1878—30-10-1940), que faleceu também em Santo Antônio do Aventureiro. Por Nair Teixeira de Rezende: bisneto do agricultor [10] Pedro Teixeira de Rezende e de sua mulher, [11] Emília Dutra de Moraes. Por Sebastião Ramiro: bisneto de [12] Ramiro de Souza e de sua mulher, [13] Emília Cândida Neto, lavradores em Angustura, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Por Maria Pereira Ramiro: bisneto do agricultor [14] Manuel Joaquim Pereira e de sua mulher, [15] Virgínia Vitorato. Por Simplício Dutra de Moraes: trineto de [16] Francisco Dutra de Oliveira Moraes e de sua mulher e prima, [17] Miquelina Dutra de Moraes (1847/1848—28-08-1928), ambos nascidos em Santo Antônio do Aventureiro, Estado de Minas Gerais, aonde também moravam e faleceram. Por Guilhermina Ferreira de Moraes: trineto do agricultor [18] José Carlos Ferreira e de sua mulher, [19] Ana Joaquina de Cerqueira. Por Pedro Teixeira de Rezende: trineto de [20] Miguel José Teixeira de Rezende e de sua mulher, [21] Luiza Tereza de Nazareth. Por Emília Dutra de Moraes: trineto de [22] Francisco Dutra de Moraes nascido em Santo Antônio do Aventureiro, Estado de Minas Gerais e batizado no dia 18-01-1846, domingo, em Angustura, Minas Gerais e de sua sua mulher, [23] Joaquina Antônia dos Santos. Por Francisco Dutra de Oliveira Moraes: tetraneto de [32] Claudiano Dutra de Moraes e de sua mulher, [33] Ana Cândida de Jesus, proprietários das fazendas Córrego Grande e Santana, em Santo Antônio do Aventureiro, Estado de Minas Gerais. Por Miquelina Dutra de Moraes: tetraneto de [34] Manoel Dutra de Moraes. Pelo Claudiano Dutra de Moraes: quinto neto de [64] Francisco Dutra de Moraes (1768—1824) e de sua mulher, [65] Antônia Maria do Rosário. Por Ana Cândida de Jesus: quinto neto de [66] Francisco Antônio Gomes e de sua mulher, [67] Tereza Maria de Jesus.
O casal Sérgio Pereira de Moraes e Rita de Cássia Hisse de Castro Moraes em 1992 mudou-se da cidade de São Paulo para São José dos Campos. Eles trabalham em firma industrial.
VI-1 Luiz Felipe Hisse de Castro Moraes. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo. Estudante de Medicina. Solteiro.
VI-2 Ana Carolina Hisse de Castro Moraes. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo. Estudante.
V-13 Vanor José Hisse de Castro. Nasceu em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e foi aí também batizado na capela de Santa Úrsula. Ele se casou em São José dos Campos, Estado de São Paulo, com Niura da Silva Neves, que adotou o nome: Niura da Silva Neves Hisse de Castro.
Ascendência da esposa: [1] Niura da Silva Neves Hisse de Castro, ex-bancária em São José dos Campos (Banco Itaú e depois Banco Geral do Comércio), natural de Vargem Alegre, Estado de Minas Gerais. Filha legítima do agricultor [2] Sebastião Neves de Almeida, nascido em 09-07-1923, segunda-feira, em Vargem Alegre, Estado de Minas Gerais e aí residente, e de sua segunda esposa, [3] Elvira de Souza Araújo, nascida em 14-06-1930, sábado, na mesma Vargem Alegre, onde também se casou em 18-03-1951, domingo, e que faleceu em São José dos Campos, Estado de São Paulo, no dia 11-03-2012, domingo, aos 81 anos, 8 meses e 26 dias de idade, após 60 anos, 11 meses e 22 dias de casada – já o Sebastião Neves de Almeida fora casado em primeiras núpcias com dona Maria Zulema Garcia Mendes, que faleceu em Vargem Alegre no dia 15-11-1948, segunda-feira. Neta paterna de [4] Manoel da Costa Neves e de sua mulher, [5] Maria Nunes de Almeida, esta falecida no dia 24-03-1987, terça-feira, ambos naturais também de Vargem Alegre, Minas Gerais. Neta materna de [6] Argemiro da Silva Araújo, natural de Manhuaçu, Minas Gerais e que faleceu no dia 09-11-1937, terça-feira; e de sua mulher, [7] Sebastiana Cândida de Souza, natural de Carangola, Minas Gerais e que faleceu no ano de 1937, em Vargem Alegre. Por Argemiro da Silva Araújo: bisneta de [12] Francisco de Paula Souza e Silva e de sua mulher, [13] Maria José de Araújo, ambos naturais de Manhuaçu, Minas Gerais. E por Sebastiana Cândida de Souza: bisneta de [14] João Dias Damasceno e de sua mulher, [15] Virgínia Cândida de Souza, ambos naturais de Carangola, Minas Gerais.
O casal reside em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-1 Júlia Neves Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteira.
VI-2 Marina Neves Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-3 Vívian Neves Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.
V-14 Marco Antônio Hisse de Castro. Bacharel em Direito formado no ano de 2006, em São José dos Campos, Estado de São Paulo, pela Universidade do Vale do Paraíba. Nascido na cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais e foi batizado na capela de Santa Úrsula, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais.
Ele se casou em São José dos Campos, com Adriane Clementino Brizola, que adotou o nome: Adriane Brizola Hisse de Castro. Ela, formada em Informática, nascida em Siqueira Campos, Estado do Paraná; filha legítima do fuzileiro naval [2] Moacyr Ramos Brizola, nascido em 28-03-1938, segunda-feira, em Ourinhos, Estado de São Paulo e que faleceu aos 32 anos, 6 meses e 14 dias de idade, no dia 12-10-1970, segunda-feira, em Siqueira Campos, Estado do Paraná e de [3] Rosalina Clementino Brizola (Rosalina Clementino de Souza quando solteira), natural de Natal, Estado do Rio Grande do Norte; neta paterna de [4] Moupir Brizola, natural do Estado do Paraná, e de sua mulher, [5] Elisa Ramos Brizola, natural de Siqueira Campos, que foram comerciantes proprietários de uma panificadora em Ourinhos, Estado de São Paulo; e neta materna de [6] José de Souza e de sua mulher, [7] Maria Clementino de Araújo, estabelecidos no Estado do Rio Grande do Norte.
Marco Antônio Hisse de Castro se dedicou por muitos anos ao radioamadorismo (prefixo PY2MHC – São José dos Campos).
O casal e filhos residem em São José dos Campos, onde ele é diretor de firma industrial.
VI-1 Sophia Brizola Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-2 Lucas Brizola Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.

IV-4 José Hisse. Ele nasceu no dia 14-01-1925, quarta-feira, às 19 horas, em antigo prédio situado à margem da estrada, próximo da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Mudou-se com os pais para um arraial nas proximidades da antiga estação ferroviária de Simplício e depois, já com cinco anos de idade, mudou-se com a família para o Distrito de Água Viva, que hoje faz parte do Município de Estrela Dalva, Minas Gerais. No início de 1942, ele passou a morar no povoado de São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais.
José Hisse cursara o Primário em Água Viva e estudara por pouco tempo em Estrela Dalva. Já morando em São Martinho, passou a estudar com o Professor Rubens Monteiro de Barros, no Distrito de Providência. Ao atingir a maioridade, ele deixou São Martinho e foi morar e trabalhar com o seu irmão Antônio Hissi na cidade de Volta Grande, Minas Gerais.
Aos 29 anos de idade, ele contraiu matrimônio com a sua parente de sexto grau, Therezinha Assaf, no dia 25-02-1954, quinta-feira da Paixão, na residência dos pais da noiva na localidade de Fernando Lobo, no Município de Além Paraíba, Minas Gerais; e em virtude do casamento adotou como nome: Therezinha Assaf Hisse.
Ascendência da esposa: [1] Therezinha Assaf Hisse nasceu em Fernando Lobo, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais; e se casou aos 19 anos de idade. Filha legítima do comerciante [2] Salim Assaf (02-08-1902—22-04-1983) e de [3] Adma Lattuf Assaf (06-09-1908—03-10-1996). Neta paterna de [4] Antônio Assaf (1859—02-10-1951) e de sua mulher, [5] Mariam Assaf – “Badura”, que faleceu em Kfar Aamay no Líbano, no ano de 1916. Neta materna de [6] Miguel Lattuf nascido por volta do ano de 1877 e de sua mulher, [7] Labibe Farhat falecida no ano de 1915, em Kfar Aamay no Líbano. Por Antônio Assaf: bisneta de [8] Assaf Issa, que faleceu em 1913 em Kfar Aamay no Líbano e da primeira mulher de seus três casamentos, [9] Mariam Assaf, todos eles naturais de Kfar Aamay, localidade hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano.
José Hisse, pouco antes de se casar, adquirira a loja comercial do seu irmão Antônio Hissi em Volta Grande, Minas Gerais; cidade onde continuou também a residir após o casamento. E o irmão Antônio Hissi inaugurou nessa época uma casa comercial na cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro.
Por volta do ano de 1967, José Hisse vendeu a loja em Volta Grande, Minas Gerais e se transferiu com a família para Fernando Lobo, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, onde morava a família dos seus sogros – os comerciantes Salim Assaf e Adma Lattuf Assaf, com os demais familiares. E construiu aí uma casa residencial e continuou a se dedicar ao comércio até a sua aposentadoria.
José Hisse faleceu no dia 29-12-2004, quarta-feira, pelas 23 horas, no Hospital São Salvador, em Além Paraíba, Minas Gerais, em decorrência de pneumonia; contava 79 anos, 11 meses e 15 dias de idade e 50 anos, 10 meses e 4 dias de casado. Seu corpo foi sepultado às 16 horas do dia 30-12-2004, quinta-feira, no túmulo dos pais, no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Minas Gerais.
Therezinha Assaf Hisse, viúva, continua residindo em Fernando Lobo, sempre em contato com os filhos e familiares (2015). O casal teve cinco filhas e um filho.
Vide acima onde consta a geração, em Therezinha Assaf, no item IV-5, de III-5, de II-2, de I, do §1.


IV-5 Sofia Lattuf Hissi. Ela nasceu no dia 29-06-1926, terça-feira, às 10 horas e 30 minutos, em domicílio situado à margem da estrada nas proximidades da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. E esteve morando em pequenas localidades de Minas Gerais, como Simplício, Água Viva e São Martinho.
Desde cedo ajudando sua mãe nos afazeres domésticos, ela em pouco tempo se tornou excelente cozinheira e também exímia costureira. Suas roupas eram sempre muito solicitadas pelos moradores das redondezas, devido ao bom acabamento e ao baixo custo dos cortes de tecidos e aviamentos que eram adquiridos na própria loja dos pais. Ela foi também uma dedicada professora primária em São Martinho, quando lecionava para adultos no turno da noite.
Ela se casou no dia 11-07-1955, segunda-feira, com o então comerciante do ramo de padaria em São Martinho, Gílson Barbosa Elias e adotou o nome: Sofia Hissi Elias. O casamento foi realizado no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Ele nascido no dia 23-11-1924, domingo, no povoado de São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina (MG) e irmão gêmeo de Dílson, que falecera ao nascer.
Ascendência do marido: [1] Gílson Barbosa Elias. Filho legítimo do comerciante libanês, [2] Farid José Elias, nascido em 21-09-1891, segunda-feira, e de dona [3] Rufina Barbosa Elias (Rufina Peres Barbosa quando solteira), esta nascida no dia 05-04-1896, domingo, em Leopoldina, Minas Gerais e que foram donos de uma padaria em São Martinho, Minas Gerais. Neto paterno de [4] Youssef Ilyas (José Elias) e de sua mulher, [5] Mariam Ilyas (Maria Elias), ambos naturais do Líbano; e materno de [6] Adão Barbosa dos Reis e de sua mulher, [7] Ana Peres Barbosa.
Eles passaram a residir numa casa situada à Rua São Humberto, em Queimados, Estado do Rio de Janeiro.
Gílson Barbosa Elias que trabalhava como vigilante, faleceu aos 58 anos, 6 meses e 15 dias de idade, após sofrer infarto agudo do miocárdio, em sua residência, na cidade de Queimados, no dia 07-06-1983, terça-feira, às 13 horas e 30 minutos e seu corpo foi sepultado no dia seguinte, no Cemitério São Francisco de Paula, no Bairro de Catumbi, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro; e três anos mais tarde teve os seus restos mortais trasladados para o Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Eles conviveram casados por 27 anos, 10 meses e 27 dias e não deixaram descendentes.
Sofia Hissi Elias, viúva, residiu alguns anos em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. E depois já mais idosa, morou alternadamente com suas sobrinhas, filhas da Julieta Hisse de Castro.
Ela, em 15-12-2011, foi internada no Hospital Municipal de São José dos Campos, Estado de São Paulo, após sofrer um edema agudo do pulmão, sendo aí submetida a tratamento intensivo; mas com o agravamento do seu quadro, cinquenta e dois dias mais tarde veio a óbito. Ela morreu no dia 05-02-2012, domingo, às 9 horas da manhã; contava 85 anos, 7 meses e 7 dias de idade. Seu corpo foi sepultado no dia seguinte, às 10 horas, no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Estado de Minas Gerais.


IV-6 Paschoal Hissi. Ele nasceu no dia 01-11-1927, terça-feira, às 23 horas e 30 minutos, em domicílio no arraial situado próximo à estação de Simplício, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Esteve morando no Distrito de Água Viva e no povoado de São Martinho e depois se mudou para Volta Grande, Estado de Minas Gerais, aonde trabalhou na loja comercial do irmão Antônio Hissi. Em 1953, transferiu-se para a cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, continuando ainda a trabalhar com o irmão Antônio Hissi, na sua recém-fundada “Casa Antônio Hissi” do ramo de ferragens e miudezas, situada à Rua Moisés Amélio, 34 – no Centro.
Casou-se no dia 27-10-1956, sábado, em Nova Friburgo, com Wannyr de Araújo Queiroz nascida em São Sebastião do Alto, Estado do Rio de Janeiro e que adotou o nome: Wannyr de Araújo Queiroz Hissi. O casal permaneceu morando na cidade de Nova Friburgo.
Ascendentes da esposa: [1] Wannyr de Araújo Queiroz Hissi, filha legítima de [2] Ataulpho Rodrigues Queiroz e de [3] Gracinda de Araújo Queiroz, residentes em São Sebastião do Alto, Estado do Rio de Janeiro; neta paterna de [4] José Rodrigues Pereira de Queiroz e de sua mulher, [5] Amélia Rodrigues Pereira de Queiroz; neta materna de [6] Joaquim Simões de Araújo e de sua mulher, [7] Maria Bella Gomes de Araújo; e por esta, bisneta de [15] Florisbela da Rosa Gomes.
Relação dos irmãos: 1) – Walter de Araújo Queiroz casado com Leda Maria dos Santos Queiroz; 2) – Wannyr de Araújo Queiroz Hissi casada com Paschoal Hissi; 3) – Célia de Araújo Queiroz Machado casada com Wander Mendes Machado; 4) – Telma de Araújo Queiroz Wermelinger casada com Luiz Monerat Wermelinger; 5) – José de Araújo Queiroz casado com Cleia Marote Queiroz; 6) – Maria Amélia de Araújo Queiroz Pinheiro casada com Emair da Rosa Pinheiro; 7) – Lygia Maria de Araújo Queiroz Okasaki casada com Mário Okasaki; e, 8) – Neide de Araújo Queiroz casada com Sérgio Vieira da Cunha.
No ano de 1957, ele abriu uma firma comercial no ramo de material para construção, que no ano seguinte desativou, devido a poucas vendas e por problemas de saúde (duas úlceras).
Paschoal Hissi morreu em Nova Friburgo, numa terça-feira, dia 05-11-1985, aos 58 anos e 4 dias de idade, em decorrência de enfisema pulmonar. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Municipal de Nova Friburgo. Eles conviveram casados por 29 anos e 9 dias e tiveram um casal de filhos.
V-1 Leandro Queiroz Hissi. Ele nasceu na cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro e é formado em curso de Prótese Dentária.
Casou-se em Nova Friburgo, no dia 19-01-1985, sábado, com Silvana Bello Affonso e eles continuaram residindo nesta mesma Cidade. O casal se separou no ano de 1987, e sem geração.
Leandro Queiroz Hissi na década de 1990 transferiu-se para São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde esteve morando e trabalhando durante alguns anos; mais tarde voltou a morar em Nova Friburgo (RJ).
V-2 Adriana Queiroz Hissi. Ela nasceu na cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro. É casada com o Doutor José Carlos Veroneze, ilustre advogado e administrador de imóveis em Nova Friburgo. O casal não tem filhos. Mas o doutor José Carlos Veroneze tem os seguintes filhos: 1) – Luiz Felipe Veroneze Rangel; 2) – Carlos Guilherme Ferreira Veroneze; 3) – Raphael José Ferreira Veroneze; e, 4) – Ana Cristina Araújo de Barros Veroneze.

IV-7 Abílio Hisse. Ele nasceu no dia 18-09-1930, quinta-feira, às 2 horas da madrugada, no Distrito de Água Viva, então Município e Comarca de Além Paraíba e que hoje pertence ao de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga (MG). Abílio Hisse permaneceu e estudou em Água Viva até os 11 anos de idade quando se mudou com seus pais para São Martinho, no Município de Leopoldina (MG), onde os ajudava. E no ano de 1954 ele se mudou para a cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro e passou a trabalhar na firma comercial do seu irmão Antônio Hissi.
Ele se casou no dia 29-01-1967, domingo, em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, com Maria José da Cunha, que adotou o nome: Maria José da Cunha Hisse. O casal desde então passou a residir em Conselheiro Paulino, na cidade de Nova Friburgo.
Ascendentes da esposa: [1] Maria José da Cunha Hisse que nasceu na cidade de Itaocara, Estado do Rio de Janeiro; filha legítima do agricultor [2] Almeidino da Cunha Leite nascido em 21-05-1904, sábado, em Aperibé, Estado do Rio de Janeiro e de [3] Cecília Carolina Ribeiro Leite (Cecília Carolina Gomes Ribeiro e também chamada de Cecília Carolina Juliano Ribeiro quando solteira), nascida em 05-03-1911, domingo, em Itaocara, Estado do Rio de Janeiro, aonde também se casaram em 06-02-1929, quarta-feira; neta paterna de [4] Antônio da Cunha Leite e de sua mulher, [5] Maria da Cunha Leite, residentes e domiciliados em Itaocara, Estado do Rio de Janeiro; e neta materna de [6] José Gomes Ribeiro Júnior e de sua mulher, [7] Carolina Juliano Ribeiro (Carolina Juliano quando solteira), também estabelecidos em Itaocara.
Em 1983, depois de 29 anos de serviços, passou a sócio da “Casa Hissi”.
Abílio Hisse faleceu em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, no dia 13-06-2004, domingo, aos 73 anos, 8 meses e 26 dias de idade, depois de 37 anos, 4 meses e 15 dias de casado. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Nova Friburgo. O casal deixou duas filhas.
V-1 Margareth da Cunha Hisse. Psicóloga, nascida na cidade de Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro.
V-2 Maristela da Cunha Hisse. Natural da cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, onde também se casou com o seu conterrâneo, Gefferson Augusto Alves Cabral. Ela em virtude do casamento passou a ter o nome: Maristela da Cunha Hisse Cabral.
VI-1 João Paulo da Cunha Hisse Alves Cabral. Natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
VI-2 José Vítor da Cunha Hisse Alves Cabral. Natural da cidade de Nova Friburgo (RJ).

IV-8 Kalil Hisse Júnior. Ele nasceu no dia 20-09-1933, quarta-feira, às 3 horas da madrugada, no Distrito de Água Viva, então Município e Comarca de Além Paraíba e que hoje pertence ao de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Estado de Minas Gerais. Ele era chamado carinhosamente de "Nagib" quando era mais jovem. Morou e estudou em São Martinho. Em 1949 foi trabalhar com o irmão Antônio Hissi, em Volta Grande, Minas Gerais.
No ano de 1953, ele foi para Juiz de Fora, Minas Gerais, servir ao Exército Brasileiro. Depois ele se transferiu também para a cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, continuando a trabalhar com o irmão Antônio Hissi, que para lá havia se transferido e inaugurado a "Casa Hissi" – uma loja do ramo de ferragens e miudezas.
No dia 17-01-1957, quinta-feira, ele se casou em Volta Grande (MG), com Élia Pinto Fernandes, que adotou em virtude do casamento o nome: Élia Pinto Fernandes Hisse. Serviram como testemunhas do seu casamento: Jorge Abib Lattuf, Julieta Hisse de Castro, Ébert Pinto Fernandes e Maria das Dores França. Passando o casal a morar em Nova Friburgo. Em 1983 passou a sócio da firma que pertencera ao irmão Antônio Hissi.
Ascendentes da esposa: [1] Élia Pinto Fernandes Hisse nascida no dia 28-08-1931, sexta-feira, em Palma, Estado de Minas Gerais; filha legítima de [2] Américo Pinto Fernandes, natural de Palma (MG), antigo coletor estadual da cidade de Volta Grande (MG) e de [3] Maria José Dias Fernandes (Maria José Ferreira Dias quando solteira), ambos já falecidos; neta paterna de [4] Delfino Pinto Fernandes e de sua mulher, [5] Isabel Pinto Fernandes (Isabel Peçanha Iglehas quando solteira), sendo esta descendente de espanhóis; neta materna de [6] Alvino Tito Ferreira Dias e de sua mulher, [7] Ana de Souza Ferreira Dias; e por esta, bisneta de dona [15] Inácia Dias.
Kalil Hisse Júnior faleceu no dia 23-05-1990, quarta-feira, em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, vítima de colapso cardíaco. Contava 56 anos, 8 meses e 3 dias de idade e 33 anos, 4 meses e 6 dias de casado. Seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério Municipal de Nova Friburgo.
Élia Pinto Fernandes Hisse passou a residir na cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Ela faleceu, viúva, no dia 21-12-2016, quarta-feira, aos 85 anos, 3 meses e 23 dias de idade. Eles tiveram apenas um filho.
V-1 Carlos Américo Hisse. Ele nasceu no dia 15-10-1957, terça-feira, em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro e faleceu aí no dia 21-10-1957, segunda-feira, com apenas seis dias de nascido. Jaz sepultado no Cemitério Municipal de Nova Friburgo.

III-3 José Hisse. Nasceu no dia 20-05-1895 (pelo calendário juliano que era usado no Líbano), corrigido para o dia 02-06-1895 (pelo calendário gregoriano adotado no Brasil), em Kfar Aamay, então pertencente à cidade de Chouf e hoje à de Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano; onde também foi batizado na Igreja Cristã Maronita. O seu nome no Líbano era: Youssef Issa Khalil. Emigrou para o Brasil e passou a morar no Distrito de Santa Cruz, Município de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro; aonde inicialmente passou trabalhar como mascate, percorrendo toda a região circunvizinha. Depois abriu em Santa Cruz uma pequena casa comercial e foi proprietário de uma máquina de beneficiar arroz e moinho de fubá.
Casou-se na cidade de Muriaé, Estado de Minas Gerais, no dia 11-07-1928, quarta-feira, com Ana José de Araujo, que adotou o nome: Ana José de Araujo Hisse. E no Distrito de Santa Cruz, Município de Santo Antônio de Pádua, nasceram os seus sete filhos.
Ascendentes da esposa: [1] Ana José de Araujo Hisse. Filha legítima de [2] Felipe José de Araujo nascido no mês de março de 1880, no Líbano e falecido no ano de 1947 aos 67 anos de idade e de [3] Altina Maria de Moraes nascida no dia 14-04-1890, segunda-feira, em São Manoel, atual Eugenópolis, Estado de Minas Gerais, onde também se casou em 10-06-1905, sábado e que faleceu aí, em 31-12-1966, sábado, aos 76 anos, 8 meses e 17 dias de idade; e que foram negociantes em Santa Rita do Glória, atual Miradouro, Estado de Minas Gerais. Neta paterna de [4] José Félix e de sua mulher, [5] Ana Félix, ambos naturais do Líbano. Neta materna de [6] João Chrysostomo de Moraes, que residia na fazenda Mata dos Penas, no Município de Muriaé, Minas Gerais e de sua mulher, [7] Maria Antônia de Almeida. Por João Chrysostomo de Moraes: bisneta de [12] Francisco Gonçalves de Moraes e de sua mulher, [13] Maria Antônia de Moraes. E por Maria Antônia de Almeida: bisneta de [14] José Gonçalves Pinto e de sua mulher, [15] Ritta Maria Ramos.
José Hisse morreu no dia 21-04-1941, segunda-feira, ao meio dia, em domicílio situado na Avenida Carvalho, na cidade de Miracema, Estado do Rio de Janeiro, ocorrido em decorrência de tuberculose, conforme o atestado de óbito firmado pelo médico, doutor Sílvio de Campos Freitas; contava apenas 45 anos, 10 meses e 22 dias de idade e 12 anos, 9 meses e 10 dias de casado. Seu corpo foi sepultado no Cemitério de Miracema, Estado do Rio de Janeiro.
Ana José de Araujo Hisse, viúva aos 30 anos de idade e com os filhos ainda menores para criar, passou por momentos difíceis. E logo a seguir, três de seus filhos passaram a morar com a família do tio paterno Kalil Hissi em São Martinho, no Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. São dores que só o coração de uma mãe é capaz de traduzir ao sentir-se separada da metade de seus filhos queridos. Esperançosa por reuni-los um dia, ela com determinação concentrava o seu amor materno à criação dos filhos mais novos. E tempos depois ela teve do seu filho primogênito, Camil José Hisse – que havia se estabelecido em Além Paraíba, Minas Gerais, o apoio necessário para o encaminhamento do restante da família até a emancipação. E ela mudando-se de Miradouro, passou a morar para sempre em Além Paraíba, junto com a maioria dos filhos.
Ela veio a falecer, viúva, no dia 16-11-1994, quarta-feira, às 8 horas, no Hospital São Salvador, tendo como causa mortis, infarto agudo do miocárdio, conforme atestado de óbito firmado pelo médico, doutor Wilson Mendes Costa. Contava 83 anos, 8 meses e 22 dias de idade. Sobreviveu ao marido por 53 anos, 6 meses e 26 dias. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Além Paraíba, Minas Gerais.
IV-1 Camil José Hisse. Nasceu no dia 25-10-1929, sexta-feira, no Distrito de Santa Cruz, Município de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro. Conceituado Escrivão e também Tabelião em Além Paraíba, Minas Gerais.
Casou-se no dia 29-07-1956, domingo, na cidade de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro, com Vera Pires da Rocha, que em virtude do casamento adotou o nome: Vera Pires da Rocha Hisse. Ela natural de Cantagalo, tabeliã, hoje aposentada. Casal desde então residente e domiciliado em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.
Ascendência da esposa, até seus avós: [1] Vera Pires da Rocha Hisse, filha legítima do farmacêutico, [2] Antônio da Rocha e Silva Júnior e de [3] Deolinda Pires da Rocha, residentes em Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro; neta paterna de [4] Antônio da Rocha e Silva, natural de Portugal e construtor de obras em Cordeiro, Estado do Rio de Janeiro e de sua mulher, [5] Ana Bernardina de Azevedo Rocha, natural do Brasil; e neta materna de [6] Sérvulo José Pires e de sua mulher, [7] Maria Gomes Pires, natural do Estado do Rio de Janeiro.
O Camil José Hisse faleceu em Além Paraíba, no dia 23-02-2011, quarta-feira, aos 81 anos, 3 meses e 29 dias de idade, depois de 54 anos, 6 meses e 25 dias de casado. O seu corpo foi sepultado no dia seguinte no túmulo da família, no Cemitério Municipal de Além Paraíba.
A viúva, dona Vera Pires da Rocha Hisse, continua morando em Além Paraíba.
V-1 Deolinda Pires da Rocha Hisse. Natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Funcionária da Justiça, lotada no Fórum Nelson Hungria, na Comarca de Além Paraíba. Casou-se com Acácio Ribeiro Marques. O casal depois se separou.
Eles tiveram um filho.
VI-1 Bruno da Rocha Hisse Marques. Ele é Bacharel em Direito pela Universidade Federal Fluminense.
V-1 Deolinda Pires da Rocha Hisse, depois da separação, passou a conviver em união consensual estável com Antônio Carlos Cesário de Miranda, filho legítimo de José de Miranda e de Maria Cesária de Miranda.
Ela é formada em Curso de Enfermagem e também em Direito. O casal tem um filho.
VI-2 Danilo Rocha Hisse de Miranda. Nascido na cidade do Carmo, Estado do Rio de Janeiro.
V-2 Martha Pires da Rocha Hisse. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. É formada em Direito pela Universidade Federal Fluminense. Doutora Martha é Promotora de Justiça na cidade do Rio de Janeiro. Solteira.
V-3 Roberto Pires da Rocha Hisse. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Ele é formado em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Casou-se com Tânia Maria Sanglard, descendente de suíços.
Residem em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro. O casal tem três filhos.
VI-1 Bernardo Sanglard Hisse. Estudante de Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro, em Macaé.
VI-2 Pedro Sanglard Hisse. Estudante de Medicina na Universidade Federal Fluminense.
VI-3 Clarissa Sanglard Hisse. Estudante de Direito na Universidade Federal Fluminense, em Niterói.
V-4 Marcelo Pires da Rocha Hisse. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. É formado em Direito pela Faculdade Universo.
IV-2 Hisse José Hisse. Nascido no dia 09-02-1931, segunda-feira, no Distrito de Santa Cruz, Município de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro. Ficou órfão de pai quando tinha 10 anos, 2 meses e 12 dias de idade.
Com a morte do pai, ele foi morar em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, com a família do seu tio paterno Kalil Hissi, onde permaneceu até 1949, quando passou a residir com a mãe e os irmãos em Além Paraíba, Minas Gerais.
Casou-se em 16-07-1960, sábado, em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, com Maria José Alves Baganha, que adotou o nome: Maria José Baganha Hisse. Ela, descendente de italianos, filha legítima do agricultor José Fontoura Baganha e de Porcina Alves Baganha, todos naturais de Além Paraíba.
Hisse José Hisse possuía, desde solteiro, uma pequena loja comercial em Além Paraíba, que desativou para trabalhar como caminhoneiro. Muitos anos depois, deixou de ser caminhoneiro e abriu uma autoescola nesta mesma Cidade.
Ele faleceu no dia 30-06-1989, sexta-feira, em decorrência do terceiro acidente vascular cerebral que sofreu. Contava 58 anos, 4 meses e 21 dias de idade, após 28 anos, 11 meses e 14 dias de seu casamento. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Além Paraíba. O casal deixou dois filhos.
V-1 José Mauro Baganha Hisse. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. É formado em Bioquímica. Atualmente desempenha o cargo de Farmacêutico Bioquímico, como funcionário comissionado da Prefeitura Municipal de Além Paraíba (2015).
Casou-se em Duas Barras, Estado do Rio de Janeiro, com Helena de Ornelas França, que adotou o nome: Helena de Ornelas França Hisse.
VI-1 Maria Eduarda Ornelas Hisse.
VI-2 Lívia Ornelas Hisse.
V-2 Wagner Baganha Hisse. É natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se nesta mesma Cidade, com Márcia Aparecida de Almeida Leite, que adotou o nome: Márcia Aparecida de Almeida Leite Hisse.
Ele é proprietário de um posto de serviços e restaurante, no Distrito de Jamapará, Município de Sapucaia, Estado do Rio de Janeiro, situado ao lado da rodovia federal que passa nas proximidades da margem direita do rio Paraíba do Sul, defronte a cidade de Além Paraíba.
VI-1 Leonardo de Almeida Hisse. Ele é natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.
IV-3 Naggme José Hisse. Conforme consta em seus registros e cuja pronúncia é "Nágime José Hisse". Ela nasceu no dia 26-06-1932, domingo, no Distrito de Santa Cruz, Município de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro. Ela ficou órfã de pai aos 8 anos, 9 meses e 26 dias de idade.
Após o falecimento do pai, ela foi morar em São Martinho, Distrito de Providência, no Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, com a família do seu tio paterno Kalil Hissi.
Aí permaneceu até a data de seu casamento realizado perante o Juiz de Paz José Alves Ferreira Júnior, no dia 14-09-1949, quarta-feira, na casa de seu tio em São Martinho, com Antônio Carlos de Lima, popularmente conhecido por “Toninho”. E ela adotou o nome: Naggme Hisse de Lima. O casamento religioso foi celebrado na igreja de Santa Úrsula, nesta mesma Localidade.
Ascendência do marido: [1] Antônio Carlos de Lima nasceu no dia 30-01-1918, quarta-feira, às 6 horas, no Distrito de Água Viva, então Município e Comarca de Além Paraíba, Distrito que hoje faz parte do Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Estado de Minas Gerais. Filho legítimo do lavrador [2] Américo Aníbal de Lima e de [3] Conceição Carvalho de Lima, mais conhecida por “Sinhá”, que faleceu viúva e em avançada idade. Neto paterno de [4] José Miguel de Faria e de sua mulher, [5] Roza de Lima. E neto materno de [6] José Thomaz de Carvalho e de sua mulher, [7] Thereza Maria da Conceição Carvalho.
Relação dos irmãos do marido: 1) – Américo Lima Júnior casado com Eponina Rita dos Santos. 2) – Antônio Carlos de Lima casado com Naggme Hisse de Lima. 3) – Maria José de Lima (Maria José de Carvalho Lima quando solteira) – "Zita", casada com Aristóteles de Paula Coutinho – "Pureza". 4) – Geralda Lima casada com Antônio Lopes. 5) – Zélia Lima dos Santos (Zélia Lima quando solteira) casada com Eugênio Victório dos Santos. 6) – Clery Lima Carvalho. 7) – Zuleika Lima (filha adotiva) que se casou com Elvino Victório dos Santos.
O casal passou inicialmente a residir no Distrito de Água Viva, onde o seu marido, além de se dedicar à atividade de agropecuarista, trabalhava como estafeta dos correios. Lotado na agência postal de Água Viva, ele fazia diariamente a cavalo, em viagem de ida e volta, o transporte de correspondências em malas postais desta agência para a agência postal de São Martinho. E daí as correspondências das duas agências eram juntas pelo agente postal e levadas por ele e despachadas no vagão ferroviário dos correios e outras recebidas no referido vagão, de dois trens expressos, que faziam parada na estação de São Martinho, o primeiro no sentido: Carangola—Rio de Janeiro, pouco depois das 12 horas; e o segundo no sentido: Rio de Janeiro—Carangola, pouco depois das 15 horas. E da agência de São Martinho, após a triagem, retornava à agência de Água Viva com as correspondências desta Localidade. Cavalgava cerca de 13 quilômetros diariamente só neste percurso.
Devido às modificações ocorridas na época do Governo Militar, houve a desativação das referidas agências pelo Decreto-Lei No 509, de 20-03-1969. E o Antônio Carlos de Lima foi transferido para a cidade de Recreio, Minas Gerais, aonde fixou residência com a família e teve que ficar em disponibilidade na agência local, assinando ponto diariamente.
Antônio Carlos de Lima faleceu em domicílio na Rua Camilo Lélis de Lima, na cidade de Recreio, Estado de Minas Gerais, no dia 31-12-1985, terça-feira, às 5 horas e 15 minutos, em consequência de parada cardiorrespiratória, conforme atestado de óbito firmado pelo Doutor Sérgio Fonseca de Almeida. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Recreio. Contava 67 anos, 11 meses e 1 dia de idade e 36 anos, 3 meses e 17 dias de casado.
Já, a Naggme Hisse de Lima, viúva, veio a falecer aos 71 anos, 2 meses e 19 dias de idade, no dia 14-09-2003, domingo, às 11 horas da manhã, na cidade do Rio de Janeiro, em decorrência de câncer. Seu corpo jaz sepultado junto ao do marido no Cemitério Municipal de Recreio, Estado de Minas Gerais. Eles tiveram dez filhos.
V-1 Carlos Roberto Hisse de Lima. Ele nasceu no Distrito de Água Viva, no então Município de Volta Grande, que hoje pertence ao de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se em 27-09-1969, sábado, em Recreio, Minas Gerais, com Gilda Geraldo, que adotou o nome: Gilda Geraldo de Lima; esta, filha legítima de Sebastião Geraldo e de Irene de Oliveira Geraldo; nascida no dia 25-06-1951, segunda-feira, em Recreio e que veio a falecer em Três Rios, Estado do Rio de Janeiro, em 24-12-1969, quarta-feira, um dia depois do trabalho de parto. Ela tinha apenas 18 anos, 5 meses e 29 dias de idade.
VI-1 Gilda Katia Geraldo de Lima. Ela nasceu em Três Rios, Estado do Rio de Janeiro. Devido ao falecimento de sua mãe depois do parto, ela foi criada pelos seus avós maternos – Sebastião Geraldo e sua esposa Irene de Oliveira Geraldo – lavradores residentes em Recreio, Estado de Minas Gerais. E aí se casou em 1991, com o pedreiro José Gama da Cruz, natural desta mesma Cidade, filho legítimo de Sebastião Bento da Cruz e de Araci de Souza Gama Cruz. O casal é divorciado. Ambos residem em Recreio, Minas Gerais. O casal deixou uma filha.
VII-1 Lóren Geraldo de Lima Cruz. Esta nascida na Casa de Caridade Leopoldinense na cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Mora em Recreio, Minas Gerais.
V-1 Carlos Roberto Hisse de Lima. Estando viúvo, casou-se pela segunda vez, na cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, com Maria das Graças Ferreira Abreu, que adotou o nome: Maria das Graças Abreu Hisse de Lima. Ela, natural desta mesma Localidade, filha legítima do caminhoneiro Ubiratan de Castro Abreu, popularmente conhecido por “Birinha” e de Thereza Ferreira Monteiro Abreu (Thereza Ferreira Monteiro quando solteira); neta paterna de José Tito de Abreu e de sua mulher, Maria das Dores de Castro Abreu; e neta materna de Francisco Ferreira, mais conhecido por “Chichico”, antigo padeiro em São Martinho, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e de sua mulher, Geralda de Rezende Monteiro Ferreira.
Carlos Roberto Hisse de Lima é comerciante e dono de um bar no centro de Volta Grande, Estado de Minas Gerais.
O casal se separou em 2005. Ambos continuam residindo nesta mesma Cidade. Eles tiveram três filhas.
VI-2 Gabriela Abreu Hisse de Lima. Residente em Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro. Casou-se na família Campos e adotou o nome: Gabriela Abreu Hisse de Lima Campos.
VI-3 Vanessa Abreu Hisse de Lima. Ela é natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Possui um relacionamento sério com Henrique Cruz.
VI-4 Amanda Abreu Hisse de Lima. Casou-se na família Vieira da Silva e adotou o nome: Amanda Abreu Hisse de Lima Vieira da Silva.
V-2 Antônia Hisse de Lima. Ela é natural do Distrito de Água Viva, no então Município de Volta Grande e que hoje pertence ao de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Reside e trabalha na cidade do Rio de Janeiro, onde é professora de crianças com síndrome de Dawn. Solteira.
V-3 Vera Lúcia Hisse de Lima. Nasceu no Distrito de Água Viva, no então Município de Volta Grande e que hoje pertence ao de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se em Recreio, Minas Gerais, com o contabilista José Joaquim da Silva e adotou o nome: Vera Lúcia Hisse de Lima e Silva. São moradores em Recreio, onde o marido é comerciante do ramo de farmácia. Sendo ele natural do então Distrito de São Joaquim, atual Angaturama, Município de Recreio, filho legítimo de Joaquim Henrique da Silva e de Sebastiana Ferraz da Silva.
VI-1 Felipe Hisse de Lima e Silva. Ele nasceu no dia 06-06-1979, quarta-feira, às 13 horas e 10 minutos, na Casa de Caridade Leopoldinense, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais; e faleceu em hospital da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, no dia 13-06-1979, quarta-feira, com apenas sete dias de nascido. Seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério Municipal de Recreio, Minas Gerais.
VI-2 Camilo Hisse de Lima e Silva. Nascido na cidade de Cataguases, Estado de Minas Gerais.
VI-3 Thaís Hisse de Lima e Silva. Nascida na cidade de Recreio, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Marcelo Furtado, natural da cidade do Rio de Janeiro.
V-4 José Américo Hisse de Lima. Ele nasceu no Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Ele é taxista na cidade do Rio de Janeiro. Casou-se com Célia Peixoto Balsa; e têm dois filhos.
VI-1 Cristiano Balsa Lima. Ele é natural da cidade do Rio de Janeiro. Casou-se com ..........., que depois se separaram.
VI-2 Rafael Balsa Lima. Ele é natural da cidade do Rio de Janeiro.
V-5 Walter Hisse de Lima. Ele é natural do Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Reside na cidade de Recreio, Minas Gerais, aonde inicialmente trabalhou como ferroviário e depois como funcionário do Instituto Nacional de Previdência Social. Casou-se nesta mesma Cidade, com a funcionária pública Rosemary de Freitas Marchito, que adotou o nome: Rosemary Marchito de Lima. Ela é natural do Distrito de Conceição da Boa Vista, Município de Recreio e filha legítima de Antônio José Marchito e de Gilda de Freitas Marchito. O casal tem três filhas.
VI-1 Débora Marchito de Lima. Nascida na Clínica São Vicente, em Recreio, Estado de Minas Gerais.
VI-2 Daiane Marchito de Lima. Nascida na Clínica São Vicente, em Recreio, Estado de Minas Gerais.
VI-3 Daniele Marchito de Lima. Nascida na Clínica São Vicente, em Recreio, Estado de Minas Gerais.
V-6 Célia Maria Hisse. Ela é natural do Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Foi escriturária da antiga “Mesbla”, na cidade do Rio de Janeiro. É casada com Cícero Dias, representante comercial na cidade do Rio de Janeiro, onde residem. O casal tem uma filha.
VI-1 Naggme Hisse de Lima Dias. Ela é natural da cidade do Rio de Janeiro. Solteira.
V-7 Afrânio Hisse Lima. Ele é natural do Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. É comerciante no ramo de materiais de construção, na cidade de Recreio, Minas Gerais. Casou-se com Maria dos Anjos Queiroz Tonázio, que passou a se chamar: Maria dos Anjos Tonázio Lima. Ela, filha legítima de Euclides Tonázio e de Maria Augusta de Queiroz Tonázio.
VI-1 Felipe Tonázio Lima. Nascido na Casa de Caridade Leopoldinense, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
VI-2 Marina Tonázio Lima. Nascida na Casa de Caridade Leopoldinense, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
V-8 Amaral Hisse de Lima. Ele é natural do Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Negociante na cidade de Volta Grande, Minas Gerais. Casou-se com Maria das Graças Aquino, que adotou o nome: Maria das Graças Aquino de Lima. Comerciária natural da cidade do Rio de Janeiro.
VI-1 Thomaz Aquino de Lima. Ele é natural da cidade do Rio de Janeiro.
V-9 Sebastiana Hisse de Lima. Nasceu no dia 19-01-1964, domingo, no Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, onde veio a falecer no dia 22-01-1964, quarta-feira, com apenas três dias de nascida. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Água Viva.
V-10 Nêidi Aparecida Hisse de Lima. Ela nasceu no Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Darlan Santos, natural da cidade do Rio de Janeiro. Eles têm duas filhas.
VI-1 Laís Hisse de Lima Santos.
VI-2 Milena Hisse de Lima Santos.
IV-4 Salime José Hisse. Ela nasceu no dia 14-03-1934, quarta-feira, no Distrito de Santa Cruz, Município de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro. Ficou órfã de pai, com apenas 7 anos, 1 mês e 7 dias de idade.
Após o falecimento do pai, ela foi morar em São Martinho, Distrito de Providência, no Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, com a família do seu tio paterno Kalil Hissi. Aí permanecendo até o ano de 1949, quando passou a morar com a mãe e os irmãos na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais.
Em 25-05-1963, sábado, ela se casou em Além Paraíba, Minas Gerais, com o então motorista, Franklin de Britto e adotou o nome: Salime Hisse de Britto. Ele, natural da cidade do Rio de Janeiro e filho de dona Aguimar de Britto. Casal residente e domiciliado em São Paulo (SP). Eles tiveram quatro filhos.
A Salime Hisse de Britto faleceu no dia 19-04-2008, sábado, na Capital Paulista. Contava 74 anos, 1 mês e 5 dias de idade e 44 anos, 10 meses e 25 dias de casada.
V-1 Rita de Cássia Hisse de Britto. Natural da cidade de São Paulo. Ela é casada com Claudemir Silvestre, natural também da Capital Paulista.
VI-1 Caio Hisse de Britto Silvestre. Nascido na cidade de São Paulo.
V-2 Cristina Hisse de Britto. Natural da cidade de São Paulo. Ela se casou com o paulistano, Sérgio Machado e adotou o nome: Cristina Hisse de Britto Machado. Eles são residentes nesta mesma Capital.
VI-1 Raquel. Nascida na cidade de São Paulo.
V-3 Fernando Hisse de Britto. Naural da cidade de São Paulo. Administrador e agente de negócios, casado com Silmara Amaral (segundo casamento desta). Ela tem filhos do seu primeiro casamento.
Casal residente e domiciliado na Capital Paulista.
V-4 Fábio Hisse de Britto. Engenheiro eletricista, nascido na cidade de São Paulo. Ele é casado com Fernanda de Deus. Residem na cidade de Araraquara, Estado de São Paulo.
VI-1 Felipe Deus de Britto.
IV-5 Malaky José Hisse. Ela nasceu no dia 03-11-1935, domingo, no Distrito de Santa Cruz, no Município de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro e foi batizada na vizinha cidade de Miracema, neste mesmo Estado. Tinha apenas 5 anos, 5 meses e 18 dias de idade quando o seu pai faleceu. Casou-se em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, com o pedreiro e mestre-de-obras, Joaquim Tonasso, Sendo Malaky Hisse Tonasso o seu nome de casada. Ele nascido em domicílio na fazenda Santana, no Município de Leopoldina, Minas Gerais, filho legítimo do agricultor João Tonasso e de Santina Ortogali, ambos naturais da Itália.
O casal residia ainda em Além Paraíba quando Joaquim Tonasso se aposentou. Depois passou a residir na vila de São Geraldo, Município de Além Paraíba, numa casa por ele construída.
A Malaky Hisse Tonasso faleceu no dia 14-10-2010, quinta-feira, aos 74 anos, 11 meses e 11 dias de idade. E seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Além Paraíba, Minas Gerais.
Eles tiveram três filhos.
V-1 José Joaquim Tonasso. Nasceu em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Ele se casou com Lúcia Maria Ribeiro Godinho, que adotou o nome: Lúcia Maria Ribeiro Godinho Tonasso. Residem no Estado do Espírito Santo.
O casal tem três filhos.
VI-1 Juliana Godinho Tonasso. Ela é casada na família Friggi.
VII-1 Jessyca Friggi Tonasso.
VI-2 Rafael Godinho Tonasso. Ele é cirurgião-dentista em Salvador, Estado da Bahia.
VI-3 Thatiana Godinho Tonasso. É natural de Vila Velha, Estado do Espírito Santo.
V-2 Carlos Luiz Tonasso. Nasceu em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Ele se casou com Maria Dolores Cordeiro, que adotou o nome: Maria Dolores Cordeiro Tonasso. Residentes em Além Paraíba.
VI-1 Rodolfo Cordeiro Tonasso. Jornalista residente e domiciliado em Juiz de Fora, Minas Gerais.
V-3 Ana Maria Tonasso. Nasceu na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, onde se casou com José Roberto Carvalho Assis, que faleceu nesta mesma Cidade no dia 30-08-1997, sábado, pouco tempo depois do casamento. O seu nome de casada é Ana Maria Tonasso Assis. Tiveram uma filha.
VI-1 Sabrine Tonasso Assis. Ela é natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.
IV-6 Jamile José Hisse. Nasceu no Distrito de Santa Cruz, no Município de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro. Tinha apenas 4 anos, 3 meses e 2 dias de idade quando o seu pai faleceu. Ela é solteira e reside na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.
IV-7 Astantino José Hisse. Nasceu em Miracema, Estado do Rio de Janeiro. Ele tinha apenas 1 ano, 10 meses e 22 dias de idade quando o seu pai faleceu. Casou-se no dia 06-02-1971, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais, com Margarida Ignacio, que adotou o nome: Margarida Ignacio Hisse. Ela, ex-funcionária do Colégio Santos Anjos de Além Paraíba, nascida no dia 20-07-1942, segunda-feira, em Manhuaçu, Estado de Minas Gerais; filha legítima de Inácio Cristovão Pereira e de dona Geralda Pereira.
Astantino José Hisse que passara a morar na Capital Paulista, é funcionário da Prefeitura Local.
No dia 14-01-2013, segunda-feira, a sua esposa Margarida Ignacio Hisse veio a falecer. Contava 70 anos, 5 meses e 25 dias de idade e 41 anos, 11 meses e 8 dias de casada. Eles tiveram duas filhas.
V-1 Margareth Ignacio Hisse. Ela é advogada, taquígrafa e escritora. É casada com Nílton José da Silva. O casal é residente e domiciliado em São Paulo (SP). Eles têm um casal de filhos. Ela que adotou o nome artístico de Mag Raich é atualmente autora de livros infantis.
VI-1 Bianca Hisse Silva.
VI-2 Vítor Hisse Silva.
V-2 Adriana Ignacio Hisse. Solteira e residente na Capital Paulista. Ela é formada em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

II-4 Lies Assaf Issa. Ele nasceu e foi batizado na localidade de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Professava como toda a família a religião Cristã Maronita. Ele veio a falecer no dia 14-10-1951, domingo, lá mesmo no Líbano.
Na fotografia o vemos usando o seu “tarbouch” – uma cobertura para a cabeça muito usada na época naquela região; e era feita de feltro nas cores vermelha ou preta, com um rabicho na parte de trás.
Sem mais notícias suas até o momento.
II-5 Mariam Assaf. Ela nasceu e foi batizada por volta de 1867, na localidade de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Era casada com o seu conterrâneo Melhem Deud (o nome árabe Melhem equivale a Natal em português e Deud a David). Tiveram pelo menos os três filhos que emigraram para o Brasil: Habouba Deud (pronuncia-se Rabouba Deude); Abdo Deud e Elias David (Ilyas Deud).


III-1 Habouba Deud (pronuncia-se “Rabouba Deude”). Nasceu no ano de 1886, na localidade de Kfar Aamay, hoje pertencente ao Município de Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano. Veio para o Brasil depois de 1927. Ela foi casada duas vezes. O seu primeiro casamento foi com o seu conterrâneo Ilyas George (Elias Jorge), que faleceu no Líbano no ano de 1911 em Kfar Aamay.
IV-1 Sophia Jorge Deud. Ela nascida em 18-02-1900, domingo, em Kfar Aamay, localidade hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Residia na companhia de seu tio materno Abdo Deud.
Ela se casou no dia 23-02-1927, quarta-feira, às 14 horas, no Distrito de Água Viva, hoje pertencente ao Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, com Abrão Moysés, este nascido no dia 15-08-1903, sábado, em Zahlé, atual capital da Província de Bekaa, República do Líbano; filho legítimo de Moysés Abrão Kahey, nascido em 1873 e de Anna Osta nascida no ano de 1884, ambos também naturais de Zahlé. Abrão Moysés era irmão da Sophia Moysés esposa do Elias David (que foi relatado abaixo em III-3).
IV-2 Tebit Jorge. Ela nascida em 16-02-1911, quinta-feira, em Kfar Aamay, localidade hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Casou-se no dia 16-05-1928, quarta-feira, às 13 horas na sede da fazenda Santa Rita, no Distrito de Água Viva, hoje pertencente ao Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, com o comerciante Miguel Abalem (Mikhail Abalem), nascido em 08-05-1902, quinta-feira, em Zahlé, atual capital da Província de Bekaa, República do Líbano, e que faleceu em Nova Lima, Estado de Minas Gerais; filho legítimo de Calil Abalem (Khalil Abalem) e de Rosa Bouhid (Warda Bouhid); neto materno de Elias Bouhid (Ilyas Bouhid) e de sua mulher, Bárbara Bouhid (Burbara Bouhid), todos naturais de Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano.
V-1 Calil Abalem. Nasceu no dia 05-11-1930, quarta-feira, em Volta Grande, Estado de Minas Gerais e foi batizado em 26-12-1930, sexta-feira, na igreja de Santo Antônio, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Ele morreu ainda criança, em 03-11-1933, sexta-feira, em Volta Grande, com apenas 2 anos, 11 meses e 29 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério São Sebastião em Volta Grande, Minas Gerais.
V-2 Jorge Abalem. Ele nasceu em 19-09-1933, terça-feira, em Volta Grande, Estado de Minas Gerais e morreu nesta mesma Localidade no dia 25-09-1933, segunda-feira, com apenas 6 dias de nascido. Seu corpo foi sepultado no Cemitério São Sebastião em Volta Grande, Minas Gerais.
III-1 Habouba Deud estando viúva, contraiu segundas núpcias no Líbano, com o comerciante Wadih Youssef Waked, cuja pronúncia no seio familiar era Wadih Youssif Waked. O casal teve apenas uma filha. Ele nascido em Hasmiyeh, Província do Monte Líbano, República do Líbano, no dia 15-12-1894, sábado, filho legítimo de Youssif Waked (cujo nome também se encontra grafado como Youssef Waked) e de dona Hala Boucherfen.
Habouba Deud faleceu na década de 1950, e seu corpo jaz sepultado no túmulo de número 32, do Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.
Comerciante já aposentado, Wadih Yussef Waked, depois de ficar viúvo de dona Habouba Deud, embarcou pelo navio "Augustus" para o Líbano, onde desembarcou no dia 29-09-1953 e de lá ele retornou ao Brasil, depois de seis anos, pelo navio "Cabo San Vicente", aqui desembarcando no dia 06-02-1960, com uma noiva chamada Abla Sleiman Cherfan, que só sabia o idioma árabe, e com ela se casou pela segunda vez, no dia 24-07-1960, domingo, às 9 horas e 30 minutos, aqui no Brasil, na cidade de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Esta, nascida no dia 15-05-1911, segunda-feira, em Hedeth, Beirute, República do Líbano, filha legítima de Sleiman Cherfan e de dona Hala Cherfan, cujo nome de solteira era Hala Mikhail Sarkis.
Wadih Youssef Waked morreu em sua casa na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, no dia 24-05-1966, terça-feira, à uma hora da madrugada. Contava 71 anos, 5 meses e 9 dias de idade; e teve como causa mortis insuficiência renal aguda, conforme atestado de óbito firmado pelo doutor Waldyr Camillo Jorge. Seu corpo desceu à sepultura na tarde do mesmo dia, no túmulo de número 32, do Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Minas Gerais. O seu casamento durou exatos 5 anos e 10 meses. E dona Abla Sleiman Cherfan estando viúva e sozinha, resolveu voltar para o Líbano.


IV-3 Mathilde Waked. Ela nasceu em Kfar Aamay, localidade hoje pertencente ao Município de Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Casou-se com Anízio Camillo Jorge, nascido no ano 1918, em domicílio situado à margem da estrada, nas proximidades da sede da fazenda Conceição, no Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais; filho legítimo dos libaneses, Camillo Jorge nascido na localidade de Kfar Aamay no ano de 1874 e de Maria Couri; neto paterno de George Assaf Issa nascido por volta de 1854 e de sua mulher Mariam George; e por George Assaf Issa, bisneto de Assaf Issa falecido em 1913 e de sua primeira mulher, Mariam Assaf; todos estes também naturais de Kfar Aamay.
O casal não deixou geração, todavia teve como filho de criação, o seu sobrinho Camilo Jorge Neto, que se formou em Direito, e filho legítimo de Nagib Camillo Jorge e de Anícia Assaf Jorge.
Vide acima, Anizio Camillo Jorge, no item IV-2, de III-1, de II-1, de I, do §1.
III-2 Abdo Deud. Nascido em Kfar Aamay, localidade hoje pertencente ao Município de Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano. Em sua casa morava antes de se casar a sua sobrinha Sophia Jorge Deud.
Casou-se com Maria das Dores de Queiroz, que adotou o nome: Maria das Dores de Queiroz Deud.
Seus corpos jazem sepultados no túmulo de número 30, do Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.
IV-1 ............


III-3 Elias David (Ilyas Deud). Nasceu no dia 21-02-1898, segunda-feira, em Kfar Aamay, localidade hoje pertencente ao Município de Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano. Veio para o Brasil e se casou por volta de 1920 na cidade de Ubá, Estado de Minas Gerais, com Sophia Moysés, que adotou o nome: Sophia Moysés David. Esta nascida no dia 20-02-1905, segunda-feira, em Zahlé, hoje capital da Província de Bekaa, República do Líbano, filha legítima de Moysés Abrão Kahey e de dona Anna Osta, ambos também naturais de Zahlé.
Eles residiram e tiveram uma casa comercial no então Distrito de São Sebastião da Estrela, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais; Distrito este que em 17-12-1938 passou a fazer parte do Município de Volta Grande; e depois com o nome de Estrela Dalva foi emancipado no dia 12-12-1953.
Elias David em certa época foi sozinho para o Líbano e lá esteve morando por algum tempo e depois retornou ao Brasil.
Ele morreu no dia 27-10-1972, sexta-feira, às 8 horas, no Hospital São Salvador, em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Contava 74 anos, 8 meses e 6 dias de idade. Ele teve como causa mortis: uremia, pneumopatia e diabetes. O seu atestado de óbito foi firmado pelo médico, doutor Homero José Povoleri. Seu corpo jaz sepultado no túmulo de número 31, no Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Minas Gerais, assim como o de sua esposa, Sophia Moysés David.
O casal deixou numerosa prole.


IV-1 José David. Comerciante, nascido no dia 23-03-1921, quarta-feira, no Distrito de Água Viva, então Município de Além Paraíba e que hoje faz parte do Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se no dia 17-07-1950, segunda-feira, às 8 horas, em Estrela Dalva, com a normalista Erla Pamplona Costa, que passou a assinar-se Erla Costa David; ela nascida nesta mesma Cidade, em 21-10-1926, quinta-feira, filha legítima de Nélson de Lima Costa, nascido em 01-06-1898, quarta-feira, e de Maria Pamplona Costa, nascida em 12-11-1900, segunda-feira, sendo ambos naturais do Estado de Minas Gerais.
O casal passou a morar em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. José David, comerciante aposentado, faleceu aí no dia 28-05-2008, quarta-feira, aos 87 anos, 2 meses e 5 dias de idade. Eles deixaram três filhos.
V-1 José Roberto Costa David. Ele é natural de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, casado com Cristina Camargo David. Eles têm três filhos.
VI-1 Bruno Camargo David.
VI-2 Elias Augusto Camargo David.
VI-3 Roberto Camargo David. Ele se casou na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, com Gleicimara Ramos Marques.
V-2 Leila Maria Costa David. Natural de Estrela Dalva, Minas Gerais. É casada com Alencar César Martins Zamboni. Eles têm duas filhas.
VI-1 Fabiana David Zamboni. Ela é formada em Administração de Empresas. Empresária, casada.
VI-2 Paula David Zamboni. Ela contraiu matrimônio na família Rezende, sendo Paula David Zamboni Rezende o seu nome de casada.
V-3 Marilda Costa David. Ela é casada e não tem filhos.

IV-2 Dirceu David. Médico oftalmologista, nascido no dia 27-06-1922, terça-feira, à 1 hora da madrugada, em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Constância Cunha.
Ele já é falecido. Foi pai de um casal de filhos.
V-1 Denise Cunha David. Residente no Rio de Janeiro (RJ).
V-2 Renato Cunha David. Médico oftalmologista graduado pela Universidade Gama Filho no ano de 1981. Residente e domiciliado no Rio de Janeiro (RJ). É casado com dona Mariela Gontijo David.
VI-1 Marina Gontijo David.
VI-2 Vítor Gontijo David.
IV-3 João David. Advogado, nascido no dia 03-11-1923, às 18 horas, em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Maria da Graça Petrelli, que após o casamento passou a assinar-se Maria da Graça Petrelli David.
V-1 Eliane Petrelli David.
V-2 Marisa Petrelli David. Fonoaudióloga. Casada com Carlos Gonçalves. Residem no Rio de Janeiro (RJ).
IV-4 Maria David. Nascida no ano de 1925 em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.
IV-5 Nazira David. Nascida em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.
IV-6 Abdo David. Comerciante, nascido no dia 05-09-1930, sexta-feira, em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Maria José Nazar, que adotou o nome: Maria José Nazar David. Ela é natural do Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais.
Ascendência da esposa, todos naturais de Zahlé, hoje capital da Província de Bekaa, República do Líbano: [1] Maria José Nazar David. Filha legítima de [2] João Nazar, cujo nome no Líbano era Chead Habib Azar (Chadi Habib Azar nos registros de sua viagem), nascido em 15-11-1885, domingo, e de [3] Izabel Abalem Bouhid, nascida em 15-08-1900, quarta-feira e que faleceu em 17-01-1960, domingo; estes foram comerciantes em Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais. Neta paterna de [4] Habib Azar e de sua mulher, [5] Ana Azar. Neta materna de [6] Calil Abalem (Khalil Abalem) e de sua mulher, [7] Rosa Bouhid (Warda Bouhid). E pela Rosa Bouhid, bisneta de [14] Elias Bouhid (Ilyas Bouhid) e de sua mulher, Bárbara Bouhid (Burbara Bouhid).
Abdo David faleceu na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, no dia 09-12-1997, terça-feira, aos 67 anos, 3 meses e 4 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Estado de Minas Gerais.
V-1 Marta David. Filha primogênita.
V-2 Sérgio Nazar David. Natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Ele é professor de Literatura Portuguesa na UERJ. E é também poeta.
V-3 José Maria Nazar David. Engenheiro elétrico e professor adjunto na UFJF.
IV-7 Munira David. Nascida em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; onde se casou na residência dos pais, com o comerciante Demétrio Francisco Yunes e adotou o nome: Munira David Yunes. Ele nascido em 22-12-1927, quinta-feira, na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, filho legítimo dos libaneses Nahum Francisco Yunes, comerciante falecido em Além Paraíba no dia 22-08-1949, segunda-feira e de Maria José Francisco, nascida em 10-04-1894, terça-feira.
Eles passaram a residir em Além Paraíba, Minas Gerais, onde são comerciantes do ramo de calçados.


IV-8 Amine David. Nascida no dia 16-06-1934, sábado, às 2 horas da madrugada, em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, onde também se casou na casa dos pais, em 14-06-1959, domingo, às 8 horas, com o comerciante Miguel Farat e adotou o nome: Amine David Farat. Ele nascido em Caçapava, Estado de São Paulo, no dia 26-11-1927, sábado; filho legítimo de Emílio José Farat, falecido em Caçapava no dia 15-06-1928, sexta-feira, e de Quetrim Félix Mansur, nascida no Líbano em 27-11-1898, domingo. O casal residia à Rua Prudente de Morais, Centro, em Caçapava.
Amine David Farat faleceu no dia 03-09-1998, quinta-feira, às 3 horas da madrugada, em sua residência, aos 64 anos, 2 meses e 18 dias de idade e após 39 anos, 2 meses e 20 dias de casada. Teve como causa mortis: acidente vascular cerebral, conforme atestado de óbito firmado pelo doutor Alberto Azevedo Filho. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Caçapava, Estado de São Paulo.
Viúvo, Miguel Farat passou a residir à Rua Prudente de Morais, nesta mesma Cidade. Ele faleceu no dia 14-03-2002, quinta-feira, às 11 horas e 30 minutos, no hospital da Cidade, aos 74 anos, 3 meses e 16 dias de idade, de causa não determinada, conforme atestado de óbito firmado pelo doutor Jorge Filipe Costa. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Caçapava junto ao da esposa.
V-1 José Fernando David Farat. Ele é engenheiro, natural de Caçapava, Estado de São Paulo. Alto funcionário da Embraer, em São José dos Campos (SP).
V-2 Carlos Alberto David Farat. Ele é empresário, natural de Caçapava, Estado de São Paulo. Estabelecido em Manaus, Amazonas.
IV-9 Mellem David. Agropecuarista, nascido em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se nesta mesma Cidade, com sua conterrânea, Constança Guerra Bittencourt. Esta, filha legítima do fazendeiro e ex-Prefeito Municipal de Estrela Dalva, João Mesquita Guerra, nascido em 1908, e de dona Cármen Bittencourt Guerra, nascida em 1912; neta materna de Francisco Bittencourt e de dona Carmelita.
O casal é proprietário da fazenda da Serra, no Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais e residente na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais. Eles têm duas filhas.
V-1 Cláudia Guerra David. É casada com o doutor Axel Kirsch, de nacionalidade alemã. O casal reside em Estugarda, na Alemanha, onde o Marido possui clínica odontológica. Eles têm um filho.
V-2 Sandra Guerra David. Cirurgiã-dentista formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Reside na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, onde possui gabinete dentário. É casada na família Reis e tem três filhos.
VI-1 Fellipe Guerra David Reis. Formado em Direito.
VI-2 Gabriel Guerra David Reis. Odontólogo.
VI-3 Raphael Guerra David Reis.
IV-10 Elza David. Normalista, nascida em Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se na casa dos pais, nesta mesma Localidade, com o farmacêutico Antônio Monteiro de Oliveira e adotou o nome: Elza David de Oliveira. Ele nascido no Distrito de Tebas, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; filho legítimo de Adhemar Monteiro, nascido em 1904 e de dona Zulmira Oliveira de Rezende, nascida em 1905, estes residentes no Distrito de Tebas.
O casal é estabelecido na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.
Em 13-05-2012, domingo, o casal comemorou as bodas de ouro.
IV-11 Mucci David. Nascido no dia 04-09-1940, quarta-feira, às 12 horas, em Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casado e já falecido.
IV-12 Carlos Roberto David. Mais conhecido por "Carlinhos" nos meios familiares. Nascido em Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.
Ele é Preparador Físico. Residente e domiciliado no Estado do Espírito Santo.
IV-13 Paulo Renato David. Representante de vendas, nascido no dia 13-02-1945, terça-feira, em Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casado, residente e domiciliado em Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro.
Ele faleceu no dia 08-03-1996, sexta-feira, às 18 horas e 40 minutos, na “Unimed”, em Campos dos Goytacazes, aos 51 anos e 24 dias de idade. Teve como causa mortis: insuficiência respiratória aguda e linfoma, conforme laudo médico firmado pelo doutor Ronaldo Brandão Brochado. Seu corpo foi sepultado no túmulo número 31, no Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Minas Gerais. Deixou filhos.
IV-14 Alfredo Elias David. Ele é formado em Medicina, natural de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. É casado com dona Sílvia Oliveira David.
Eles são residentes e domiciliados na cidade de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro.
V-1 Camille David. Ele é cirurgiã-dentista, natural da cidade de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro. Reside em Vila Velha, Espírito Santo.


§2 – Assaf Issa, 2° casamento.


I Assaf Issa estando viúvo, casou-se pela segunda vez, na localidade de Kfar Aamay, hoje pertencente a Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano, com .........., mas não deixou geração deste casamento. Ambos eram naturais da referida Localidade. E lá viveram. Ele ficou viúvo antes de 1875. Sem mais notícias.


§3 – Assaf Issa, 3° casamento.


I Assaf Issa estando viúvo, casou-se pela terceira vez na localidade de Kfar Aamay, hoje pertencente a Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano, com a viúva Chimone Moussi nascida por volta de 1858. Também chamada de Chimone Assaf.
Assaf Issa morreu nesta mesma Localidade no ano de 1913. Chimone Assaf, viúva, ainda vivia no Líbano no dia 25-11-1920, já sexagenária.
Chimone Moussi deixou de seu primeiro casamento com Youssef .......... pelo menos os filhos:
1) – Youssef ........... Natural de Kfar Aamay, Líbano.
2) – Felipe José. Natural de Kfar Aamay, Líbano.





































3) – David José. Ele natural de Kfar Aamay, Líbano e casado nesta mesma localidade com sua conterrânea Faride Issi. Eles foram residentes e domiciliados em São Sebastião da Estrela, atual Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.



































4) – Félix José. Comerciante, nascido por volta de 1880 em Kfar Aamay, no Líbano, onde se casou com sua conterrânea, Fahimeh Mikhail. Eles vieram para o Brasil e fixaram residência em Antônio Carlos, localidade esta que em 01-01-1944, teve o seu nome mudado para Fernando Lobo, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais.
Ele faleceu no dia 27-02-1958, quinta-feira, às 11 horas e 45 minutos, na sua residência em Fernando Lobo, aos 77 anos de idade, em decorrência de acidente vascular cerebral.
Ela nascida no dia 13-09-1901, sexta-feira, em Kfar Aamay, hoje pertencente a Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano e que faleceu viúva no dia 14-01-1972, sexta-feira, às 14 horas, aos 70 anos, 4 meses e 1 dia de idade, em decorrência de carcinoma de ovário, conforme atestado de óbito firmado pelo doutor José Braz Azevedo. Era filha legítima de Mikhail Lattuf, nascido por volta de 1877 e de Labibe Farhat, falecida em 1915, ambos naturais de Kfar Aamay, onde também se casaram e faleceram. Fahimeh Mikhail era irmã da Adma Lattuf Assaf (Adma Mikhail Issa quando solteira), casada com o comerciante Salim Assaf, seus vizinhos em Fernando Lobo.
Ambos estão sepultados no túmulo de número 32, do Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Eles não deixaram descendência.
II-1 – Helena Assaf. Nasceu no dia 09-05-1898, na localidade de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano. Como o Líbano seguiu o calendário juliano até 1923, a data acima foi corrigida para 22-05-1898, domingo. Lá o seu nome era Halune Assaf (cuja pronúncia é “Ralune Assaf”).
Ela veio para o Brasil e aqui se casou no dia 25-11-1920, quinta-feira, às 17 horas, na residência de seu irmão Félix José, na vila de Antônio Carlos, hoje Fernando Lobo, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, com o seu conterrâneo e viúvo, Jorge Abib Lattuf e adotou o nome: Helena Assaf Lattuf.
Ele nascido no dia 16-04-1893 = 29-04-1893, sábado, filho legítimo de Habib Lattuf Ilyas, que morreu no ano de 1900, e de Janna Amin que faleceu no ano de 1903, ambos naturais também da citada Localidade e que lá viveram e faleceram. E quando ele e sua irmã Rosa Lattuf ficaram órfãos em 1903 da mãe viúva, passaram a ser criados por um tio que era Padre da Igreja Cristã Maronita da Paróquia de Kfar Aamay.
No Líbano, depois que a sua irmã Rosa Lattuf já havia se casado com o seu conterrâneo Kalil Hissi, o Jorge Abib Lattuf veio a se casar em primeiras núpcias, com a também conterrânea Ana Assaf, que era mais conhecida por “Mantura Assaf”, nos meios familiares. Todavia devido a uma epidemia que grassou naquela região em 1917, o Jorge Abib Lattuf além de ficar viúvo no dia 16-06-1917 = 30-06-1917, de sua primeira mulher, perdeu também um filho que tivera com ela. Vide acima o item III-3, de II-2, de I, do §1 – Ana Assaf.
Após o seu segundo casamento no Brasil, o Jorge Abib Lattuf andou no início mascateando pelas cercanias de Fernando Lobo e depois o casal fixou residência em Volta Grande, Estado de Minas Gerais, aonde dedicando-se ao comércio, fundou um bar repleto de salgados (entre os quais os quibes mais saborosos da região), refigerantes, cervejas, doces e balas, e mais tarde sorvetes. Seus produtos eram também sempre vendidos aos passageiros dos trens expressos durante a prolongada parada na estação para o abastecimento de água da máquina a vapor. Muitos passageiros desciam ao bar que ficava enconstado à estação. Mas, ali aonde já era hábito a venda de produtos nas janelas das classes de passageiros, muitos rapazes mais jovens e vivazes ganhavam gratificação levando cada um sua cesta repleta, também de produtos do bar para vender, gritando a plena voz: “— Olha o picolé! — Quem vai querer água! — Tenho biscoito e balas! — Vai um sanduíche aí, freguês!”. Era um alarido alegre; o som da sede saciada; do lanche apetitoso; da alegria, descontração e animação dos passageiros... um som da vida!
O Jorge Abib Lattuf, depois que teve um problema de próstata, morreu em decorrência de carcinoma pulmonar e caquexia neoplásica, no dia 17-12-1961, domingo, na cidade de Volta Grande, Minas Gerais. Contava 68 anos, 7 meses e 18 dias de idade, e 41 anos e 22 dias de casado.
Já a sua segunda esposa, Helena Assaf Lattuf morreu, viúva, em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, no dia 18-10-1965, segunda-feira, aos 67 anos, 4 meses e 26 dias de idade. Os corpos de ambos estão sepultados no túmulo da família, no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande. Eles tiveram dois filhos, mas somente um chegou à idade adulta.

III-1 Odyr Lattuf. Ele nasceu no dia 01-10-1921, sábado, em Antônio Carlos, atual Fernando Lobo, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, embora conste a data de 15-10-1921 do seu registro de nascimento. Casou-se no dia 18-10-1945, quinta-feira, na residência dos pais da noiva na vila de Fernando Lobo, com Faride Assaf – “Faridinha”, que adotou o nome: Faride Assaf Lattuf.
Ascendência da esposa: Ela nascida também em Fernando Lobo e batizada na capela de Santo Antônio, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Filha legítima do comerciante Salim Assaf (02-08-1902—22-04-1983) e de Adma Lattuf Assaf (06-09-1908—03-10-1996). Neta paterna de Antônio Assaf (1859—02-10-1951) e de sua mulher, Mariam Assaf – “Badura”, falecida em 1916 no Líbano. Neta materna de Miguel Lattuf, nascido por volta de 1877 e de sua mulher, Labibe Farhat, falecida no ano de 1915, no Líbano. E por Antônio Assaf: bisneta de Assaf Issa, falecido em 1913, no Líbano e de sua primeira mulher, Mariam Assaf. Todos estes são libaneses, naturais de Kfar Aamay, localidade hoje pertencente ao Município de Aley, na Província do Monte Líbano, República do Líbano.
Eles após o casamento ficaram morando em Volta Grande, Minas Gerais, onde Odyr Lattuf sucedendo aos pais, continuou tocando o bar e sorveteria. Anos mais tarde ele se tranferiu com a família para a cidade de Além Paraíba, Minas Gerais.
Odyr Lattuf faleceu no dia 26-08-2006, sábado, às 21 horas e 50 minutos, na Santa Casa de Misericórdia, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, e teve como causa da morte: sepse e pneumonia. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Minas Gerais. Contava 84 anos, 10 meses e 25 dias de idade e 60 anos, 10 meses e 8 dias de casado.
Eles tiveram três filhos. Vide acima, em Faride Assaf, no item IV-1, de III-5, de II-2, de I, do §1, onde consta a sua geração.
III-2 José Lattuf. Ele nasceu em Volta Grande, Estado de Minas Gerais, em 19-10-1923, sexta-feira, vindo a falecer nesta mesma Localidade no dia 21-03-1925, sábado, com apenas 1 ano, 5 meses e 2 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande, Estado de Minas Gerais.


Fontes:
Acervo fotográfico da senhora Sofia Hissi Elias, de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Acervo fotográfico da senhorita Maria das Dores Assaf, de Fernando Lobo, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Arquivo Distrital de Braga, Concelho de Ponte de Lima, na Freguesia de Calheiros, Livro de Registros de Nascimento n.º 5 (1743 a 1863). E também referências a João Alexandre de Siqueira e sua ascendência. Por cortesia de Roberto de Siqueira Ferreira Leite residente na cidade do Rio de Janeiro, por e-mail, em 29-08-2004.
Arquivo do Segundo Cartório de Notas da Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil – Inventário de Carolina Augusta de Siqueira Castro (maço 9 – período: 22-03-1881—04-11-1882).
Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Arquivo Regional da Madeira ‒ Caminho dos Álamos, 35 ‒ 9020-064 Funchal, Região Autônoma da Madeira ‒ Certidões de casamentos solicitadas da Freguesia de Estreito de Câmara de Lobos, Concelho de Câmara de Lobos.
Brotero, Doutor Frederico de Barros ‒ "A Família Monteiro de Barros", 1047 páginas, Indústria Gráfica Bentivegna, São Paulo, Estado de São Paulo, 1951.
Brotero, Doutor Frederico de Barros ‒ "Memórias e Tradições da Família Junqueira", 995 páginas, Editora Gráfica Canton, São Paulo, Estado de São Paulo, 1959.
Cartório Civil das Pessoas Naturais de Feira de Santana, Estado da Bahia, Brasil.
Cartório de Paz e do Registro Civil de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Paz e do Registro Civil de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Paz e do Registro Civil de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Paz e do Registro Civil de Recreio, Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Paz e do Registro Civil de Trimonte, Município de Volta Grande, Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Paz e do Registro Civil do Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Paz e Registro Civil de Laranjal, Comarca de Muriaé, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Registro Civil da Cidade e Comarca de Bicas, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Registro Civil de Conceição da Boa Vista, Município de Recreio, Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Registro Civil de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Registro Civil de Vila de Jamapará, Município e Comarca de Sapucaia, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Cartório de Registro Civil do Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Registro Civil e Notas de Volta Grande, Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Registro Civil e Notas do Distrito de Tebas, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Registro Civil e Tabelionato de Abaíba, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório do Primeiro Ofício de Notas, de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório do Primeiro Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais e Tabelionato de Registro de Imóveis do Município e Comarca de Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Cartório do Primeiro Subdistrito de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cartório de Registro Civil e Tabelionato de Santo Antônio do Aventureiro, Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Cemitério da Trindade do Santíssimo Sacramento, da igreja de São José, na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Lápides de túmulo.
Cemitério Público do Distrito de Trimonte, Município de Volta Grande, Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil. Lápides de túmulos.
Cemitério São Sebastião, Volta Grande, Estado de Minas Gerais, Brasil. Lápides de túmulos.
Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste, de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Fonseca, Doutor Dulcídio Monteiro da ‒ "A Família Vilela", 155 páginas, Juiz de Fora, Minas Gerais, 1959.
Fórum da Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil – Segundo Cartório de Notas – Inventário de Carolina Augusta de Siqueira Castro; Inventariante: Joaquim Antônio Teixeira de Castro, data 22-03-1881, maço número 9.
Fórum Nélson Hungria, Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil – Cartório do Segundo Ofício – Inventário de José Bento Vasques de Miranda; inventariante: Rosa Luiza de Menezes Vasques, data 11-01-1916.
Guimarães, Doutor José (Cambuquira, 05-05-1909—Ouro Fino, 01-07-1989) ‒ "As Três Ilhoas" ‒ Obra póstuma em 4 volumes: volume 1 com 500 páginas; volume 2 ‒ parte 1 com 726 páginas; Volume 2 ‒ parte 2 com 528 páginas; e volume 3 com 158 páginas; digitação e diagramação de José Fernando Honorato, Ouro Fino, Minas Gerais; impressão: Reprox ‒Artes Gráficas ‒ São Paulo, Estado de São Paulo, 1990.
Informações fornecidas pela advogada, Doutora Margareth Ignácio Hisse residente e domiciliada em São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela psicóloga Cláudia Maria Silva Santos e por sua irmã Izabel Cristina Silva Santos Jorge residentes em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Ivani Galvão de Castro residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Kátia da Silva Castro residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Majumea de Jesus Vieira Cordeiro residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Maria da Conceição Siqueira Castro, de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Maria das Graças de Castro Pandeló residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Maria de Fátima Castro Santos residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Maria Helena de Castro Hissi residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Marta David.
Informações fornecidas pela senhora Niura da Silva Neves Hisse de Castro residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Rita de Cássia Hisse de Castro Moraes residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Rosalina Clementino Brizola residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Sofia Hissi Elias, em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pela senhora Sônia Marina Lattuf, residente em Além Paraíba, Minas Gerais Brasil.
Informações fornecidas pela senhorita Jamile José Hisse, residente em Além Paraíba, Minas Gerais Brasil.
Informações fornecidas pelo advogado, doutor Rafael de Castro Baker Botelho, de São Paulo, Estado de São Paulo, em 05-09-2005; e outras, divulgadas na lista Gen-Minas, no dia 12-11-2006, de suas pesquisas referentes à ascendência de Eduardo Baker Botelho.
Informações fornecidas pelo casal Joaquim Tonasso e sua esposa Malaky Hisse Tonasso, residentes em São Geraldo, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Informações fornecidas pelo casal Luiz Batista e Vera Bonoto Batista, de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Informações fornecidas pelo senhor Nagib Camillo Jorge e sua esposa Anícia Assaf Camillo Jorge, residentes em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Informações fornecidas pelo senhor Camil José Hisse, residente em Além Paraíba, Minas Gerais Brasil.
Informações fornecidas pelo senhor Antônio Milad Waked, residente em Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil.
Informações fornecidas pelo senhor Elfino Victorio dos Santos residente no Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Informações fornecidas pelo senhor Igor Alves Hauck, residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pelo senhor Kalil Alexandre residente em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Informações fornecidas pelo senhor Nivaldo João de Castro Pandeló residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
Informações fornecidas pelo senhor Odyr Lattuf e sua esposa Faride Assaf Lattuf, residentes em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Informações fornecidas pelo senhor Roberto de Siqueira Ferreira Leite residente no Rio de Janeiro e em Teresópolis, no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Informações fornecidas por escrito pela senhora Maria Lívia Rodrigues Chagas residente em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Informações gentilmente fornecidas pelo genealogista e colunista social, senhor Douglas Fazolatto residente em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil, de seus arquivos genealógicos ― Claudiano Dutra de Moraes, esposa e ascendentes e também, Manoel Dutra de Moraes, esposa e ascendentes.
Internet, web ― Arquivos da historiadora Nilza Cantoni.
Internet, web ― "Genealogia Brasileira", "Estado do Rio de Janeiro ‒ Povoadores da Região Serrana" (página criada e administrada pelo genealogista Lênio Luiz Richa).
Internet, web ― página criada e administrada pelo genealogista Marco Polo Teixeira Dutra Phenee Silva.
Internet, web ― "Projeto Compartilhar"; coordenado e apresentado pelas senhoras Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira.
Leme, Luiz Gonzaga Silva [03-08-1852―13-01-1919] – "Genealogia Paulistana", 9 volumes, Duprat & Cia, ano de 1904, São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil.
Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais ‒ 1º Subdistrito de Juiz de Fora – Cartório Cobucci, Galeria Constança Valadares – Centro – Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais ‒ 2º Subdistrito de Juiz de Fora – Cartório Villela, Rua Barão de Cataguases, 15 – Centro – Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil.
Ofício do Registro Civil das Pessoas Naturais – 1º Distrito de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, Estrela Dalva (antigo São Sebastião. da Estrela), Diocese de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Paróquia de Nossa Senhora da Conceição da Boa Vista, em Conceição da Boa Vista, Município de Recreio, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Paróquia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, em Sumidouro, Diocese de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Paróquia Madre de Deus, Distrito de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Diocese de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Paróquia de Santo Antônio, Distrito de Providência, Município e Bispado de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Paróquia de São José, Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Paróquia de São José Operário, Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
Prefeitura Municipal de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, Brasil − Relação de túmulos do Cemitério Municipal contendo os nomes dos seus respectivos titulares.
Presidência da República ‒ Casa Civil ‒ Arquivo Nacional ‒ Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro ‒ COACE ‒ DIADI ‒ Registro 13287 ‒ Kalil Hissi. Documentação para obtenção da carteira de identidade para estrangeiros exigida pelo artigo 135, do decreto 3010 de 1938 (modelo 19).


Luiz Fernando Hisse de Castro
São José dos Campos
São Paulo, Brasil
30-11-2012